Na aurora clara, o pássaro canta, Seu peito vibra, a alma encanta. Mas na gaiola, o som se esvai,
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Na aurora clara, o pássaro canta, Seu peito vibra, a alma encanta. Mas na gaiola, o som se esvai, Um grito mudo que pelo vento se vai. As asas pedem um céu azul, O voo livre, do horizonte ao sul. Cada grade é uma lágrima presa em si. Roubam-lhe o sol, a natureza. Liberdade é vida, é voar muito além, Sentir o vento, o mundo também. Que as gaiolas se abram, deixando todos partir Pois o pássaro nasceram para voar e existir.”