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Frases de John Presley Costa Santos

12 frases

⁠Eu sou trabalhador do Maranhão Luto todo dia Com meu coração
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⁠Eu sou trabalhador do Maranhão Luto todo dia Com meu coração Na roça ou no mar Não importa a missão Com meu suor Forjo minha luta O sol queima forte Na terra batida Trabalho pesado Não importa a medida Sou filho da lida Da vida sofrida Mas o orgulho eu levo Na minha partida Minhas mãos calejadas Mostram meu valor Na pesca ou na enxada É o meu suor Trabalhador guerreiro De fibra e de cor Maranhão é meu berço É o meu tremor

⁠Na escuridão da noite O crime suspira A cidade não dorme
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⁠Na escuridão da noite O crime suspira A cidade não dorme A vida que se retira Nas ruas frias A sombra se agiganta Crime e castigo A dor que nunca se espanta Na esquina escura O destino se revela Corações partidos A alma que se revela O vício seduz Uma vida em pecado Crime e castigo O preço do passado Nas favelas A violência se perpetua O sangue que escorre A dor que continua A lei não enxerga essa realidade crua Crime e castigo Uma vida sem lua

⁠Meu coração sangra Não posso negar Sinto a dor profunda
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⁠Meu coração sangra Não posso negar Sinto a dor profunda Não consigo explicar Cada lágrima que cai É como uma oração Minha alma chora Em silêncio e solidão Palavras não podem expressar o que eu sinto aqui dentro A tristeza me consome O sorriso já não é mais meu alimento Amar dói tanto E só me faz sofrer Minha alma chora Esperando você entender Lágrimas da alma Que escorrem sem parar Um oceano de tristeza Me afogando no mar Meu coração ferido Busca por consolação Minha alma chora Em cada canção

⁠Homens só recebem flores no funeral Nessa vida dura É tudo tão banal
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⁠Homens só recebem flores no funeral Nessa vida dura É tudo tão banal Mas eu estou aqui pra mudar o cenário? Dar um grito forte? Derrubar o cenário? Ei , Pai Você quer me dizer Que homem não pode chorar nem sofrer? Eu tô cansado dessa pressão toda Quero mostrar que ser triste não é moda Então me dê flores agora Em vida Não espere até eu partir Vamos mudar essa história distorcida ? Homens também podem sentir!

⁠Será que algum dia você sairá dessa escuridão? A depressão me abraça e não me dá trégua . Esse peso no peito?
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⁠Será que algum dia você sairá dessa escuridão? A depressão me abraça e não me dá trégua . Esse peso no peito? É possível suportar? Me sinto afogando e não sei como nadar! Cada dia é um desafio difícil para sorrir . A tristeza me consome. Não consigo fugir! Me sinto perdido. Sem direção a seguir... Essa batalha interna que não consigo vencer. Abraços na escuridão ... Sinto-me tão só Mas sei que um dia vou encontrar meu caminho. A felicidade pode estar ao alcance das mãos Enquanto a vida rolar uu vou continuar a lutar

⁠Naquele dia A tristeza me encontrou Invadiu meu peito
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⁠Naquele dia A tristeza me encontrou Invadiu meu peito Não me perguntou Chegou de mansinho Sem avisar Trouxe lágrimas e saudade no olhar Naquele dia cinzento Tudo mudou O céu nublado Meu coração se emocionou A melancolia tomou conta de mim E eu me perdi nas memórias sem fim Os sorrisos se esconderam Minha alma chorou As palavras perderam o tom que antes soavam O vazio se fez presente Engoliu minha voz E eu me vi imerso em um mar de nós

⁠Céu azul. Sol brilhando forte. Quando eu te vi Meu coração se entregou....
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⁠Céu azul. Sol brilhando forte. Quando eu te vi Meu coração se entregou.... Seu olhar me envolveu e me deixou perdida. Eu fui dosada por você, Meu amor proibido No rock Dançamos juntos a noite inteira Seu mistério me enlouquece Feito um feitiço Eu me entrego à batucada Ao som dessa melodia Meu amor é como um samba Cheio de euforia No bloco Pulei Cantei e brinquei Sob a lua cheia Meu corpo se entrelaçou Eu fui dosada por você Não consigo mais voltar

⁠Caminhando na escuridão Perdido no meu fardo Pés cansados
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⁠Caminhando na escuridão Perdido no meu fardo Pés cansados Coração partido Eu me vejo no abismo A vida é uma batalha constante Uma eterna provação Sofrimento e dor são companheiros nessa jornada A cada passo que eu dou Sinto o peso em meus ombros Memórias dolorosas Cicatrizes que não se vão As lágrimas caem como chuva em meu rosto Viver é apenas um suspiro num mundo cruel e desolado Eu me pergunto se existe luz no fim desse túnel escuro Se a felicidade é apenas um conto de fadas inalcançável Os dias passam como um vazio silencioso dentro de mim O sofrimento é uma constante A dor é minha única amiga

⁠Minha prima linda O que diz a filosofia Sobre amor nesses tempos
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⁠Minha prima linda O que diz a filosofia Sobre amor nesses tempos De tanta modernidade Será que mudou tanto? Será que é a mesma coisa? Será que a gente encontra? De verdade ou é só ilusão? Amor nas telas? Amor nas cartas? Amor nas redes? Amor que passa? Minha prima linda O que você pensa disso? Amor de antigamente? Ou amor tão novo assim? Eu vejo sorrisos! Eu sinto abraços! Mas será que é o mesmo? Será que é real?

Se teus olhos conseguissem ver minha alma Se teus olhos conseguissem ver minha alma, Ao me ver sorrir, chorarias comigo,
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Se teus olhos conseguissem ver minha alma Se teus olhos conseguissem ver minha alma, Ao me ver sorrir, chorarias comigo, Porque por trás do riso, a dor se exala, E o silêncio guarda o grito perdido. Meu sorriso é máscara, uma fuga amarga, Disfarce de dor que me consome em segredo, Escondo o vazio, mas a alma se alarga, Em um abismo sem fim, onde me perco em medo. Tento mostrar luz, mas é só escuridão, Cada riso é um peso, cada lágrima, um fardo. E se você visse o que habita meu coração, Veria que a paz, aqui, é um sonho guardado. Mas, ah... Se teus olhos penetrassem a dor, Veriam que o sorriso é apenas um espelho Refletindo o que sou, em um falso ardor, E ao me ver, chorarias sem consolo, sem aconselho. Porque o que sorrio é só um grito calado, E o que escondo é um mar de solidão, Se teus olhos vissem, o amor seria o afogado, E a alma se perderia na escuridão.

A Névoa da Ignorância Em campos largos, sem fim a vista, Caminha a alma, cega, distraída.
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A Névoa da Ignorância Em campos largos, sem fim a vista, Caminha a alma, cega, distraída. Os olhos não veem o sol que insiste, Escondido entre a névoa da mente adormecida. A ignorância veste-se com um manto sutil, Mais leve que o vento, mas denso no espírito. É como um eco, profundo e infantil, Que grita certezas sem nenhum critério. Não se conhece o que há além do espelho, A verdade oculta, a dúvida sem fim. E quem permanece ali, preso no seu brilho, Desconhece o mar calmo que existe. Mas há quem busque, quem queira enxergar, Rasgando a neblina, arriscando o olhar. E ao levantar o véu, o mundo se faz inteiro, Revelando-se ao fim como um fogo verdadeiro.

⁠A tristeza é um abismo sem fim, Onde os dias se arrastam sem fim, E a alma, perdida, se esconde no escuro,
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⁠A tristeza é um abismo sem fim, Onde os dias se arrastam sem fim, E a alma, perdida, se esconde no escuro, Procurando luz, mas nada encontra no muro. As cores do mundo se tornam opacas, O céu, um peso que o peito carrega, E as palavras que antes eram doces, Agora são ecos, que a mente sufoque. O tempo passa, mas é uma ilusão, Cada segundo é uma prisão, E o sorriso se perde na névoa do ser, Enquanto o corpo luta para sobreviver. As noites são longas, mais do que o dia, O vazio é companhia fria, E no silêncio, a alma grita, Mas a dor é surda, nunca acredita. O que resta quando a esperança se vai? Apenas o eco daquilo que foi paz. E na luta invisível, a coragem é pequena, Mas ela insiste, mesmo na dor que condena. E quem sabe, um dia, em algum lugar, A luz se quebrará e a sombra se dissipará. Mas até lá, no escuro, só resta resistir, Com a esperança, ainda que frágil, de existir.