Não basta saber, é preferível saber aplicar. Não é o bastante querer, é preciso saber querer.
Frases de Johann Goethe
417 frases
O amor é uma coisa ideal; o casamento, uma coisa real; a confusão do ideal com o real jamais fica impune.
Prefiro uma injustiça a uma desordem.
Quem é o mais feliz dos homens? Aquele que valoriza os méritos dos outros, e do prazer deles tira alegria, até como se fossem dele próprio.
A ingratidão é sempre uma forma de fraqueza. Nunca vi homens hábeis serem ingratos.
É o homem mais feliz, seja ele rei ou camponês, aquele que encontra paz em seu lar.
A nitidez é uma conveniente distribuição de luz e sombra.
As coisas que mais importam nunca devem estar à mercê de coisas que importam menos.
Ninguém é tão irremediavelmente escravizado quanto aquele que acredita equivocamente que é livre.
O homem não é só o inato mas também o adquirido.
O homem que sabe reconhecer os limites da sua própria inteligência está mais perto da perfeição.
Tudo no mundo pode durar sempre, excepto o sucesso contínuo.
Assim que você confiar em si mesmo, você saberá como viver.
Quem supera, vence.
Montanhas não podem ser vencidas, exceto por caminhos sinuosos.
A cor é a música dos olhos.
Do que vale olhar sem ver?
A obra de arte pode ter um efeito moral, mas exigir uma finalidade moral do artista é fazê-lo arruinar a sua obra.
O homem com percepção suficiente para admitir suas limitações é o que mais se aproxima da perfeição.
É preciso abraçar a volúpia, fartar-se de prazeres e não ter medo da morte.
São precisamente os erros dos homens que os tornam amáveis.
A vida humana não passa de um sonho. Mais de uma pessoa já pensou isso. Pois essa impressão também me acompanha por toda parte. Quando vejo os estreitos limites onde se acham encerradas as faculdades ativas e investigadoras do homem, e com todo o nosso labor visa apenas satisfaze…
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A vida humana não passa de um sonho. Mais de uma pessoa já pensou isso. Pois essa impressão também me acompanha por toda parte. Quando vejo os estreitos limites onde se acham encerradas as faculdades ativas e investigadoras do homem, e com todo o nosso labor visa apenas satisfazer nossas necessidades, as quais, por sua vez, não têm outro objetivo senão prolongar nossa mesquinha existência; quando verifico que o nosso espírito só pode encontrar tranquilidade, quanto a certos pontos das nossas pesquisas, por meio de uma resignação povoada de sonhos, como um presidiário que adornasse de figuras multicoloridas e luminosas perspectivas as paredes da sua célula... tudo isso, Wilhelm, me faz emudecer. Concentro-me e encontro um mundo de pressentimentos e desejos obscuros e não de imagens nítidas e forças vivas. Tudo flutua vagamente nos meus sentidos, e assim, sorrindo e sonhando, prossigo na minha viagem através do mundo. As crianças - todos os pedagogos eruditos estão de acordo a este respeito - não sabem a razão daquilo que desejam; também os adultos, da mesma forma que as crianças, caminham vacilantes e ao acaso sobre a terra, ignorando, tanto quanto elas, de onde vêm e para onde vão. Não avançam nunca segundo uma orientação segura, deixam-se governar, como as crianças, por meio de biscoitos, pedaços de bolo e vara. E, como agem por essa forma, incoscientemente, parece-me, que se acham subordinados à vida dos sentidos. Concordo com você (porque jpa sei que você vau contraditar-me) que os mais felizes são precisamente aqueles que vivem, dia a dia, como as crianças, passeando, despindo e vestindo as suas bonecas; aqueles que rondam, respeituosos, em torno da gaveta onde a mamãe guardou os bombons, e quando conseguem agarrar, enfim, as gulodices cobiçadas, devoram-nas com sofreguidão e gritam: "Quero mais!" Eis a gente feliz! Também é ditosa gente que, emprestando nomes pomposos às suas mesquinhas ocupações, e até às suas paixões, conseguem fazê-las passar por gigantescos empreendimentos destinados à salvação e prosperidade do gênero humano. Tanto melhor para os que são assim! Mas aquele que humildemente reconhece o resultado final de todas as coisas, vendo de um lado como o burguês facilmente arranja o seu pequeno jardim e dele faz um paraíso, e, de outro, como o miserável, arfando sob seu fardo, segue o seu caminho sem revoltar-se, mas aspirando todos, do mesmo modo, a enxergar ainda por um minuto a luz do sol... sim, quem isso observa à margem permanece tranquilo. Também este se representa a seu modo um universo que tira de si mesmo, e também é feliz porque é homem. E, assim, quaisquer que sejam os obstáculos que entravem seus passos, guarda sempre no coração o doce sentimento de que é livre e poderá, quando quiser, sair da sua prisão. (Os sofrimentos do jovem Werther)
Quero fruir o presente e considerar o passado como o passado. Você tem razão: os homens sofreriam menos se não se aplicassem tanto (e Deus sabe por que eles são assim!)a invocar os males indos e vividos, em vez de esforçar-se por tornar suportável um presente medíocre. (Os sofri…
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Quero fruir o presente e considerar o passado como o passado. Você tem razão: os homens sofreriam menos se não se aplicassem tanto (e Deus sabe por que eles são assim!)a invocar os males indos e vividos, em vez de esforçar-se por tornar suportável um presente medíocre. (Os sofrimentos do Jovem Werther)
Bem sei que não somos, nem podemos ser todos iguais; sustento, porém, que aquele que julga necessário, para se fazer respeitar, distanciar-se do que nós chamamos povo é tão digno de lástima como o covarde que se esconde à aproximação do inimigo, de medo de ser vencido (Os sofrim…
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Bem sei que não somos, nem podemos ser todos iguais; sustento, porém, que aquele que julga necessário, para se fazer respeitar, distanciar-se do que nós chamamos povo é tão digno de lástima como o covarde que se esconde à aproximação do inimigo, de medo de ser vencido (Os sofrimentos do jovem Werther)