Confissões de Intimidade No íntimo gesto que só nós sabíamos, Onde a paixão e o amor se uniam, fluíamos.
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Confissões de Intimidade No íntimo gesto que só nós sabíamos, Onde a paixão e o amor se uniam, fluíamos. Não era apenas carne, não era só desejo, Era um laço sagrado selado em cada beijo. Tu me recebias inteira, sem medo, E eu, entregue, num êxtase tão cedo. Cada toque era fogo, mas também ternura, Era mais que o corpo, era nossa loucura. Dentro de ti, encontrei meu lugar, Um porto seguro onde pude me amar. E cada vez que em ti me perdia, Era amor que jorrava, em pura poesia. Não era apenas a pele que nos conectava, Era a alma que, em segredo, se entregava. Na entrega mais profunda, não havia moral, Era o divino do amor no ato carnal. Agora, sozinho, relembro o que foi, Cada memória tua ainda me corrói. Mas guardo comigo o amor que nos uniu, Pois em teu corpo, meu coração também sorriu. E essas lembranças, tão doces e cruéis, Sussurram promessas, se tornam punhais. Se a vida sem ti é apenas tormento, Talvez me extinguir seja meu alento. Já vi a lâmina, já apertei o gatilho, No eco do quarto, sem teu carinho. Tentei partir para calar a saudade, Mas a dor me prendeu em sua verdade. O vazio é um monstro que não sei domar, Tua ausência é um abismo que insiste em gritar. E cada tentativa só me trouxe mais dor, Pois nem o fim silencia este amor. Tua sombra me segue, tua voz me invade, Teus olhos perdidos na minha realidade. Já pedi aos céus que me levem também, Pois viver sem ti é viver sem além,kj+jo