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Frases de João Marcelo L. Figueira

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O Monge Maria (Da Esfinge Tardia) ⁠Olha lá de longe Cavalgando o Monge
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O Monge Maria (Da Esfinge Tardia) ⁠Olha lá de longe Cavalgando o Monge Contando as covas Passando nos quadris dos vales e males Seletando as sovas O Monge Maria Da Esfinge tardia Perfurando o vento e furando o tempo Vigie de longe Que lá vem o Monge Cavalgando o tempo Cavalgando o vento Quantas que foram mutiladas? Será, será que foram autografadas? O Monge Maria já ria, Maria Na Esfinge tardia, de quando tu sumia Trafegue no monte No radar o Monge! O que será esse bicho tão atemporal? Cantando as piadas de quando era o tal Oh Maria, olha lá de longe Maria, pelos buracos do lisonjear As tumbas que a Esfinge fez desmoronar Posição de luta, defronte está Como é frenético Que se muda dialético? Escolhe os patéticos Vive a morte Escolhe todo homem, de toda sorte Não é galinha, mas é de corte O Monge Maria da Esfinge Tardia Cavalgando o tempo, escolhendo via Alcançando eles, é para todos! Não escolhendo letra, quer Maria ou Frodo Cavalgando o tempo para o cara frouxo Escolhendo a dedo com um olho coxo Virando a roleta, não tem jeito moço! Ele agarra pelos pés à todos Desesperadamente quebra o pescoço Não poupa Hagague, não há denodo! O Monge Maria Sobre os prados ria Bondoso com uns Maligno com todos Mais leve para alguns Atinge sábios e tolos Não almeja ver Maria E tampouco Frodo Nas tacadas, quem será o morto? Rodeando a nós, como estaremos soltos? Se é relativo, por que não resistias? Enfurece a todos a aos astrogodos Perfura o presente, pegou os visigodos Se chega aos descendentes, os irá decepar! E esporadicamente iremos lembrar Que o Monge Maria vai totalizar! Sobre a Esfinge Tardia Isto aqui ele já lia O seu desígnio prevalece na humanidade Cavalga no tempo, não escolhe idade Alcança todos ausente de piedade Amassa nosso pé com a realidade O tempo voa e o vento nos leva O Monge Maria é desde lá de Eva.