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Frases de Jhonata Lino

11 frases

Hoje sinto Que de mim, no entanto, Só a pranto
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Hoje sinto Que de mim, no entanto, Só a pranto Por não saber E talvez estar perto de um big-bang incerto Outra vez Foi sim, Minha culpa Talvez por conta de minha labuta constante Do modo inoperante Que eu estava a viver Agora sinto Que mais perto do zero Novamente eu estou... Talvez esta seja a chance de realmente mudar de vez Ou parar por AQUI e dar um fim a esta estupidez. JAZ aqui um poeta.

Eu não sabia Mas descobri Longe de te
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Eu não sabia Mas descobri Longe de te Tento esquecer te Perto de te Floresce o que descobri Me alegro em olhar Esse seu olharQue me aperta a alma pois você calma Mefaz pensar na minha descoberta Eu te amo E você é quem me completa (Completaria?)

Círculo de 180 dias Ir à direção contrária, por vontade do destino, é querer encontra quem se ama depois de dar uma volta ao mundo
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Círculo de 180 dias Ir à direção contrária, por vontade do destino, é querer encontra quem se ama depois de dar uma volta ao mundo É, nos quatro cantos, em todas as tribos, procurar a si mesmo, levando consigo o desejo de chegar ao encontro do futuro. Mas é também arriscar perder tudo Se já partiu, não desita Corra Pule Nade Escale Mergulhe O tempo é bem mais curto quando pegamos o caminho errado.

Pássaro Negro Não sei se quero desistir. Infelizmente isso havia se tornado um habito.
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Pássaro Negro Não sei se quero desistir. Infelizmente isso havia se tornado um habito. Notei da pior maneira... Me recuso a encarar como o fim, que tenho que continuar daqui em diante, aprender com o que deu errado, ou com o que foi abandonado... Como se não houvesse mais jeito! Me recuso! O Poeta já não jaz aqui. Quero sua voz para gritar, para que ela me escute, não com o ouvido, nem só com o coração. Grito com a almaaa! “O relógio quebrado é capaz de marca a hora certa duas vezes”. E ainda assim, pode ser consertado. Já o diamante trincado precisa ser lapidado novamente, para ter seu brilho de volta. Serei “Blackbyrd” essa noite “Cantarei na calada da noite Mesmo de asas quebradas Por só saber cair. Eu vou aprender a voar. Pois durante minha vida toda Só faltou esse momento pra eu decolar Ser livre do que me aprisiona Do mente que me atormenta. Este é o momento. E mesmo de asas quebradas, vou voar Vou chegar lá” 201804301500

Prefácio ou primeira página Não acreditei que ainda pudesse estar ali Depois de perceber que já havia deixado ir
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Prefácio ou primeira página Não acreditei que ainda pudesse estar ali Depois de perceber que já havia deixado ir De que estava mais feliz longe De que já lhe faziam feliz Mas também quis desligar-se do mundo De tudo, se perdendo totalmente Procurou pelo fogo que arde sem se ver Mas fogo não queimava mais Não sei se vi Ainda estava ali Ouvi ruídos ensurdecedores Do curto passado seu Foi uma decida cada vez mais profunda No desfiladeiro da alma Quis me arranhar e tropeçar em cada pedra Árvore, buraco... Aumentei o barulho do ruído Comecei a desistir de caminhar Só rolei, pra mais fundo... Então ouvi uma canção Me chamando para levantar Mas não para voltar Sim para continuar

Asas de borboleta E o poeta Hoje
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Asas de borboleta E o poeta Hoje Olhando pra beleza Na natureza As vê Bailando no ar Cantando Sempre com seu par E descobre Que são feitas Feitas de amor De único amor Amor eterno Em todas suas vidas Vão se cuidar Não se apaixonam mais que a primeira vez. Cuidaram dos filhos Da prole em conjunto Estarão juntas até o fim de seus tempos Elas têm pena do poeta Penas verdes, azuis, vermelhas. Até já doaram algumas de suas penas Para que ele escrevesse sobre Amor Pois só existe um pra elas Mas o poeta, Cego, Nunca viu o exemplo delas De viver uma vida inteira Sem se lamentar ou chorar Só o cuidar de seu par De amar. E esse é o Amor que o poeta Idiota e pateta Sempre quis cultivar Hoje ele olha pras araras Chora Porque deixou seu amor Ir embora E agora voa Mais rápido que um atleta Tropeça Bate Corre Volta a voar Quer lutar Quer chegar logo perto, De novo, de seu amor Que já quase não alcança Mas ainda insiste em estar lá Deseja abandonar o lápis do lamento... Quer ser sereno E de seu amor cuidar Jogou longe sua régua Que de medida certa Fazia as linhas retas E fazia sua vida regular Quer abandonar tudo O trabalho A vontade O seguro Só pra ter seu amor no altar Mas hoje luta De asas quebradas De alma rasgada Quer ser AMOR e amar.

Espaço, tempo, vida, alma Fui convocado a esquecer As linhas que perpassam
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Espaço, tempo, vida, alma Fui convocado a esquecer As linhas que perpassam O tempo A vida O caminho A alma Tento limpar o caminho A alma Recolher os cacos Jogar no lixo Bater os tapetes Sacodir a poeira Mas a vida sopra tudo de volta E o tempo continua a me torturar A espera é ativa Reflexiva Pois assim é a vida Mas a alma se contorce Remoendo-se pelo caminho, Caminho que não quer chegar Alma viva, caminhava com alegria Perdida comandada pelo momento temporal Não percebeu o eterno Nos olhos singelos Da dama de agua e sal Hoje a alma é tormenta E a vida passa lenta Torturada pelo estreito no qual quer passar Mas no mundo tortuoso Devo ser teimoso E a calma reconquistar? Remo em mar sereno Que de tempos em tempos Tempestade vem me dar Não me mata Nem quer minha calma Pois só deseja a mim A alma Torturada, dilacerada como está.

FEITO HOJE E o perolado Brilhantes
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FEITO HOJE E o perolado Brilhantes Seu Rio sem medo Fez carnaval do outro lado No palco, luz Muda aqui a cor Mas e a personagem? Não há É presente Desse lado Pro seu lado Do seu lado pro meu Não há tempo no espaço Só laço Do Rio sem braços Que de cor, fica a mudar E a alegria de saber Que está de novo O mesmo Rio Com o mesmo perolado Deu frio Sem ar Calor a chegar Agora bobo Esperançoso Os rios se encontram E em profundos perolados Resiste de um lado Corredeiras ainda não há Descansa na beleza O medo da correnteza Rio retido Contido De encontro com a Mar Suave Edredom macio Deito sem medo Rio com cor Só q sem margem está Avança aos poucos Corredeiras pequenas Cheio de vida Em lago vai chegar Mas antes de calmo Lançou-se a grandes corredeiras Em meio a selva Rio está Contornando montanha Mergulha no lago Do lado Rios ainda a misturar E os perolados Com luzes Iluminados Se aprofundam Pra do melhor jeito ficar Acende os holofotes Eu não vou apagar To aqui, Vem aqui Te abraço Te abrigo De risos E piadas Cara abobada Jeito de transbordar Rio Num castelo me colocou Mas eu príncipe não sou Cavaleiro Te protejo Mesmo se não desejar Me dá a mão Não solto Não quero soltar Dança comigo Canta só um pouquinho Rios Choros Abraços Fogo De novo e de novo... Te abraço sem medo Respiro sem ar Mas rios calmos Estão longe do mar Agora lago Pacífico Rico Vivido Sabe que Rio vai virar De novo Talvez cachoeira Ou até uma bica d’água Mas o Rio conhece as corredeiras As pedras Curvas que podem o destroçar Só que sabe ser cascata Ter suas cores em arco íris Ver do alto as árvores As aves A beleza do perolado da íris Ser lago E um dia ser mar Mar de tudo que há de bom pra ser Pra você Mas por enquanto Vamos deixar Rio andar.