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Frases de Jerônimo Bento de Santana Neto

2.471 frases

⁠Não existe cura para o vazio existencial; a qualquer momento, ele pode surgir em nossas vidas. Por isso, precisamos aceitar e aprender a lidar com esse sentimento. As festas, as drogas, os jogos, as religiões preenchem momentaneamente esse buraco, mas quando menos esperamos, e…
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⁠Não existe cura para o vazio existencial; a qualquer momento, ele pode surgir em nossas vidas. Por isso, precisamos aceitar e aprender a lidar com esse sentimento. As festas, as drogas, os jogos, as religiões preenchem momentaneamente esse buraco, mas quando menos esperamos, ele está vazio novamente, trazendo tristeza e dor.

⁠Sonhando, vivendo e agindo como se fossem ricos, a classe média transformou-se, ao longo do tempo, em uma fonte inesgotável para os magnatas aumentarem suas fortunas. Situada entre os ricos e os pobres, trabalham aspirando enriquecer e temendo empobrecer. Como resultado, acabam…
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⁠Sonhando, vivendo e agindo como se fossem ricos, a classe média transformou-se, ao longo do tempo, em uma fonte inesgotável para os magnatas aumentarem suas fortunas. Situada entre os ricos e os pobres, trabalham aspirando enriquecer e temendo empobrecer. Como resultado, acabam pagando cada vez mais impostos. Quanto mais tributos pagam, mais se esforçam para compensar as perdas, tornando-se uma fonte abundante e interminável de arrecadação

⁠Tenho a impressão de que o homem das cavernas, os tempos das trevas, o submundo e a violência nunca saíram de cena. A diferença é que nos tempos atuais são transmitidos online pelos celulares. Crimes com armas químicas, biológicas, decapitações, esquartejamento e pessoas queim…
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⁠Tenho a impressão de que o homem das cavernas, os tempos das trevas, o submundo e a violência nunca saíram de cena. A diferença é que nos tempos atuais são transmitidos online pelos celulares. Crimes com armas químicas, biológicas, decapitações, esquartejamento e pessoas queimadas em praças públicas... Tudo isso comprova que o homem selvagem continua vivo em nossa sociedade.

⁠Vejo o presidente de um país como o chefe de uma multinacional. Ele sempre cumprirá as ordens preestabelecidas pelos donos do mundo, independentemente da ideologia à qual pertença, seja de esquerda ou direita. Nosso voto resume-se a tirar um governante e colocar outro no lugar…
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⁠Vejo o presidente de um país como o chefe de uma multinacional. Ele sempre cumprirá as ordens preestabelecidas pelos donos do mundo, independentemente da ideologia à qual pertença, seja de esquerda ou direita. Nosso voto resume-se a tirar um governante e colocar outro no lugar. Por isso, não gosto de criar grandes expectativas, uma vez que ninguém lá em cima está preocupado com um mundo melhor para todos, mas sim com seus próprios bolsos. A única coisa que nos cabe nesse jogo de aparências, de faz de contas, é tentar escolher um candidato mais condescendente com o povo. Afinal, existem chefes que, apesar de tudo, são mais democráticos, compreensíveis e tolerantes com o trabalhador; já outros são ditadores, insensíveis e arrogantes.

⁠Aquela pessoa que nunca esquece de te desejar felicidade no seu aniversário nem sempre possui uma amizade verdadeira contigo. Às vezes, isso se resume a um protocolo motivado por sua utilidade, uma questão de oportunidade. Acredito que o tempo é o melhor parâmetro para definir…
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⁠Aquela pessoa que nunca esquece de te desejar felicidade no seu aniversário nem sempre possui uma amizade verdadeira contigo. Às vezes, isso se resume a um protocolo motivado por sua utilidade, uma questão de oportunidade. Acredito que o tempo é o melhor parâmetro para definir uma amizade verdadeira. Tudo é muito relativo. Portanto, é essencial observar "o conjunto da obra", ou seja, analisar o todo antes de definir algo.

⁠Libertos das correntes da sociedade patriarcal e machista, mas presos nas amarras da sociedade consumista. Trocamos a escravidão do lar pela escravidão do mercado. Estamos constantemente transitando de uma forma de opressão para outra.
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⁠Libertos das correntes da sociedade patriarcal e machista, mas presos nas amarras da sociedade consumista. Trocamos a escravidão do lar pela escravidão do mercado. Estamos constantemente transitando de uma forma de opressão para outra. A emancipação plena parece inalcançável; estamos fadados a uma prisão perpétua sem direito a condicional.

Blindamos as minorias sociais de tal forma que qualquer discussão banal pode ser motivo de acusação de racismo, homofobia, machismo... O fato de alguém pertencer a uma minoria social não pode ser garantia da verdade dos fatos. Um verdadeiro Estado Democrático de Direito deve se…
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Blindamos as minorias sociais de tal forma que qualquer discussão banal pode ser motivo de acusação de racismo, homofobia, machismo... O fato de alguém pertencer a uma minoria social não pode ser garantia da verdade dos fatos. Um verdadeiro Estado Democrático de Direito deve sempre avaliar os dois lados da moeda. Afinal, em qualquer lugar, temos oportunistas de plantão que se utilizam da mentira para tirar proveito da lei. Enfim, é procurar andar na linha do trem e pedir a Deus que nos proteja, nos guarde e nos livre de todo mal. Amém!

⁠No capitalismo, o foco sempre será o aumento da lucratividade, mesmo com a continuidade dos problemas. No capitalismo, nada é feito para consertar; tudo é feito para trocar. Nada é feito para durar; tudo é feito para lucrar.
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⁠No capitalismo, o foco sempre será o aumento da lucratividade, mesmo com a continuidade dos problemas. No capitalismo, nada é feito para consertar; tudo é feito para trocar. Nada é feito para durar; tudo é feito para lucrar. Nada é feito para curar; tudo é feito para medicar. No capitalismo, tanto faz a solidez ou liquidez dos tempos. Sempre será sua vez. O capitalismo se apoia no egoísmo, materialismo, consumismo, imperialismo, racismo e individualismo dos seres humanos. O capitalismo está para o homem assim como o homem está para o capitalismo. O capitalismo é a prática da natureza humana.

⁠Retratos da Pós-Modernidade Tempos líquidos, sorrisos pálidos, escondem vazios e segredos ambíguos. Desejos de ser celebridade, publicidade, intimidade e privacidade; sonhos revelados em feeds, reels e stories.
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⁠Retratos da Pós-Modernidade Tempos líquidos, sorrisos pálidos, escondem vazios e segredos ambíguos. Desejos de ser celebridade, publicidade, intimidade e privacidade; sonhos revelados em feeds, reels e stories. Em cliques frenéticos, busca-se validação, vaidade e narcisismo em poses de perfeição. Entre filtros e edições, a aparência se idealiza, criando ilusões que a realidade suaviza, enquanto o fantasma da depressão não alivia. Postagens intermináveis desdobram-se em cenários, instantâneos de sonhos e desenganos, uma vida na tela sempre bela e singela. Conexões frágeis, conteúdos fugazes, relações superficiais, inveja e insatisfações, onde o vazio impera e o ser desespera-se. Identidades fragmentadas, a cada dia, uma nova faceta se revela, permanente e incompleta, repleta de incertezas. Pelo mercado, somos transformados, projetados para sermos notados, tornando-nos produtos prontos para ser comparados, comprados, usados, trocados e descartados... Alimenta-se a ilusão da completude da alma pelo consumo desenfreado com prazeres fugazes, que nunca satisfazem, apenas distraem, enquanto a incompletude jaz. Um novo mundo emerge, como self-service repleto de escolhas, consumidores padecem: antes, a falta gerava agruras; agora, o excesso traz amarguras. As autoridades, comedidas e mais preocupadas em agradar do que em ordenar, patinam sem direção em suas próprias mãos, perdidas e confusas. Pós-modernidade, vida em revoada, manada iludida na proximidade prometida. Sem cooperação, carente e desencontrada na virtualidade tão nutrida, sente-se deprimida. Névoa densa, sombria condição, uma nova ordem já não seduz, sem saber quem conduz, consome tudo o que produz e o futuro obscuro traduz angustiante desilusão. Privacidade retalhada, projetada na arena gigante, à espera de likes constantes. Confessionário público, onde a vida é obra de arte, num instante flagrante. Modernidade líquida, fluidez a governar, sem estruturas sólidas, a vida a se transformar. Relações e instituições, volatilidade a reinar, na sociedade contemporânea, um novo caminhar.