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Frases de jeremias cardoso

111 frases

O frio que passou permanece na memória, tardinha que se instala suave no sul silencioso. As galinhas, quietas, empoleiradas no terreiro,
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O frio que passou permanece na memória, tardinha que se instala suave no sul silencioso. As galinhas, quietas, empoleiradas no terreiro, guardam o segredo do silêncio profundo. Ao longe, as rodinhas de chimarrão desenham círculos de histórias, enrolado até o pescoço, me perco em lembranças que sussurram. Saudade dos tempos de ciranda, de pique-esconde, onde o mundo era feito de risos e sonhos simples. Na distância do tempo, só o doce permanece, o sabor da esperança que ainda repousa no peito. Vejo, nas crianças, a alegria que não se apaga, juntas, cantando, rodando, tecendo futuros invisíveis.

Quem fracassa ao tentar realizar algo tende a enxergar problemas por toda parte: cria atritos no trabalho, irrita‑se facilmente, insiste em ter razão, fala demais e tenta se sobressair a qualquer custo. Desdenha os outros sem pensar — conviver com alguém assim fica muito difícil.…
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Quem fracassa ao tentar realizar algo tende a enxergar problemas por toda parte: cria atritos no trabalho, irrita‑se facilmente, insiste em ter razão, fala demais e tenta se sobressair a qualquer custo. Desdenha os outros sem pensar — conviver com alguém assim fica muito difícil. Pessoas que não se sentem bem‑sucedidas raramente se acomodam em qualquer ambiente. Podem ter dinheiro ou saúde, mas dificilmente ficam satisfeitas. Muitas usam uma máscara; quem as conhece superficialmente pode até considerá‑las brilhantes. Mas se a base que as sustenta desmoronar, a vida delas vai ruindo aos poucos.

Lúcia Iara é presença que fala no silêncio do olhar, serenidade que sussurra segredos para o vento. É ouro bruto, brilho que faz a alma florescer,
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Lúcia Iara é presença que fala no silêncio do olhar, serenidade que sussurra segredos para o vento. É ouro bruto, brilho que faz a alma florescer, delicada como jasmim, toque que faz o mundo sorrir. Ela dobra o vento no abraço, aquece o mar, com gesto divino, transforma tempestade em calma. Lúcia Iara carrega memórias vivas — marcas de batalhas silenciosas, força serena e firme. É cultura pulsante, arte que respira, história pronta para ser escrita e eternizada. Passado e futuro se encontram nela, o presente floresce. Charmosa, marcante, beleza que vem do ser, alma que é luz, flor do jardim, brisa do mar. Guia na noite, única, rara, singular — um poema que não termina. Lúcia Iara é princípio, meio e infinito.

Cresci na igreja: meus pais me levavam todo domingo e eu gostava de cantar. Com o tempo, porém, perdi o entusiasmo e não encontrei motivos para continuar. Não sei exatamente por que — talvez por mágoa, talvez por algo difícil de explicar. Nem tudo na Bíblia é fácil de entender, m…
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Cresci na igreja: meus pais me levavam todo domingo e eu gostava de cantar. Com o tempo, porém, perdi o entusiasmo e não encontrei motivos para continuar. Não sei exatamente por que — talvez por mágoa, talvez por algo difícil de explicar. Nem tudo na Bíblia é fácil de entender, mas eu acredito e aceito isso. Sou humano, fraco e limitado. Antes, pensava que devia crer cegamente em tudo, mas dúvidas foram surgindo. Me pergunto se tudo o que está escrito chegou exatamente como foi dito. Assim como Sócrates, Jesus não deixou textos próprios; escreveram sobre ele. Será que não alteraram, reduziram ou acrescentaram palavras? Acredito em Deus e em Jesus. O que me incomoda é que, para mim, a Bíblia parece ter contradições em vários trechos. Talvez o problema seja eu, lendo-a como um livro comum. Também sinto que, em certos aspectos, a Bíblia pode funcionar como um freio para a humanidade. Não quero impor meu ponto de vista — cada um é livre para refletir.

A fé tem um poder profundo: ela transforma a vida e orienta a realização dos seus desejos. Ao acreditar, você gera uma expectativa positiva que facilita a conquista dos seus objetivos. A fé alimenta perseverança e otimismo — é a confiança firme de que as coisas podem dar certo.…
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A fé tem um poder profundo: ela transforma a vida e orienta a realização dos seus desejos. Ao acreditar, você gera uma expectativa positiva que facilita a conquista dos seus objetivos. A fé alimenta perseverança e otimismo — é a confiança firme de que as coisas podem dar certo. Quando a fé aparece, parece que tudo passa a conspirar a seu favor, e você naturalmente se coloca a serviço do próximo. Você escreve sua própria história ao optar por atitudes construtivas; é nesse caminho que se cresce. A fé também ajuda a superar obstáculos — quem acredita tende a pensar de forma positiva, atraindo mais alegria e oportunidades. Mantendo uma postura otimista, despertamos energias que muitas vezes são difíceis de explicar. Cultive esse bem-estar e confie no que deseja. A fé fortalece a saúde, acalma a alma e traz grande benefício. Aflições fazem parte da condição humana; a fé é elevada e nos ajuda a reconhecer nossas limitações — somos frágeis e erramos. Nunca desista: levante-se, sacuda a poeira e siga em busca da vitória. Viver com sabedoria é viver na fé. Ao agir com bondade e excelência, contribuímos para uma humanidade mais grata pela nossa presença.

Tudo passa, tudo se esconde em mim. Da memória, uma tela se desenha, lugares onde nunca pisei,
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Tudo passa, tudo se esconde em mim. Da memória, uma tela se desenha, lugares onde nunca pisei, ecos de um passado que não é meu. Sofá gasto, mofo que invade o silêncio, tristeza que habita os cantos escuros. E a selva, vasta e imensa, tribos, índios, sombras que me cercam. Pindorama, terra de águas e verdes, animais que correm, horrores que calo. Lugares que não são meus, mas me tocam, fragmentos de um mundo que habita em mim. Antes dos beijos selvagens, antes das trilhas tortuosas, sinto o ar inflar meus pulmões, o cheiro da mata, o pulsar da vida. Corro com os medos, com os gritos, mil vozes que ecoam dentro. E, no fim, retorno ao meu centro, à casa que sou, ao silêncio que me completa. Deixo a tela cair, queimando o inútil, o que não me serve. Renasço do fogo, limpo, livre, pronto para sentir, para ser.

Tudo passa, tudo passará. Da memória surge uma tela em mim, cheia de lugares onde nunca estive:
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Tudo passa, tudo passará. Da memória surge uma tela em mim, cheia de lugares onde nunca estive: coisa inglória, sofá horrendo, mofo e tristeza. E a selva amazônica — tribos, índios, saqueadores — aparece nessa tela onde nunca estive: Pindorama de águas, verdes, animais e horrores. Cheio desses lugares onde nunca estiveste, poderíamos algo materializar: tempos antes de beijos silvestres, e depois trilhar vias tortuosas. Sentir pulmões e diafragmas inflar de ar, o cheiro da mata; correr com bichos assustados, mil cantos, berros, e, ao fim, sentir-se voltar para casa. Joguemos então a tela e o sofá no crematório das inutilidades.

Às vezes, me pego pensando... É nessas horas, quando acolhemos as fragilidades e tristezas que moram em nós sem pedir licença, que surge a força para criar textos complexos. Textos capazes de iluminar, mas que alguns desavisados — aqueles desprovidos de experiência ou sem dor apa…
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Às vezes, me pego pensando... É nessas horas, quando acolhemos as fragilidades e tristezas que moram em nós sem pedir licença, que surge a força para criar textos complexos. Textos capazes de iluminar, mas que alguns desavisados — aqueles desprovidos de experiência ou sem dor aparente — talvez não consigam compreender. Ah, aí é fácil: basta soltar as palavras ao vento, e ele faz o resto. Leva consigo a dor iminente, para um lugar que nem imagino, pois imaginação não é meu forte.

Bovary, nuances inevitáveis, o vinho enleva e me embala.
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Bovary, nuances inevitáveis, o vinho enleva e me embala. Deixei-me ir, deslizei no tempo, sem saber o que pensava, nem o que dizia exatamente. Às vezes, penso que nunca vivi tudo o que poderia. Existem correntes invisíveis, presas que não compreendo. Ousaria perder a amizade— esse grande tesouro? Sonho de liberdade, que pulsa em silêncio no peito. Quem ama não escolhe, não exclui, não espera. Simples assim, amor que se entrega, amor que é.

Do caroço da fruta, sou o que resta, um eco do que já fui. Na vida que carrego, amei verdadeiramente —
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Do caroço da fruta, sou o que resta, um eco do que já fui. Na vida que carrego, amei verdadeiramente — amor que morreu, silêncio que ficou. Precisei emprestar meu próprio eu, desajustado, estranho a mim mesmo, e devolvi o que não me cabia. Fizeram de mim um ser largado, rasgado, perdido no mundo alheio. Deitaram-me em leito de espinhos, gemidos presos em gritos mudos, fogo gelado que queima por dentro. Minha alma ardia, descartada, na lata do lixo onde o bicho devora, latidos de abandono. Um gato de sapato bicudo, matador silencioso no canto da casa, olha e sorri com malícia fria. Cavei minha própria cova, enterrado com a terra que tirei, assustado despertei, e voltei a dormir — perdido no labirinto de mim mesmo.

Se eu pudesse colher estrelas do céu, não traria apenas uma —
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Se eu pudesse colher estrelas do céu, não traria apenas uma — traria uma constelação inteira. Se eu pudesse transcender o tempo, estaria sempre ao seu lado. Se eu pudesse entrar no seu coração, não apenas entraria: faria dele minha morada, para amar e cuidar. Mas, como não é possível, continuo sendo sonhador, pensador. A poesia é a viagem da alma, é salada de letras, mistura de rimas, flor e verdura, sal e açúcar. Então sonho, penso... e morro de amor.

Sempre há dois lados. As repetições só fizeram sentido quando parei para ver
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Sempre há dois lados. As repetições só fizeram sentido quando parei para ver a violenta, imensa onda — intragável, de recuo invisível. Para me ver limitado, sem voz, apenas assistindo. Abro o notebook, a internet, seus símbolos e portais. Parece que vivo há dez mil anos. O banco deixou de ser martírio para os jogadores; sempre foi uma nave do tempo. Do banco ouço Chico cantar: "ai que saudade dos meus doze anos", "que saudade ingrata..." A nova casa trouxe-me quinzenas de sede e fome, atrozes obstinências. Mas... a hora da alegria chega depois do dia mais cansado. Cansado de quê, exatamente? Hoje é dia de semana, mas poderia ser feriado — tanto faz. Sob um sol mais limpo, banhando tudo de luz, a vida fica mais agradável quando descobrimos que não é eterna. E nada se compara à insustentável leveza da vida sem a internet.

Moniquinha silenciosa no olhar. Moniquinha feita em ouro. Serenidade ao falar.
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Moniquinha silenciosa no olhar. Moniquinha feita em ouro. Serenidade ao falar. Delicada como a flor do jasmim. Moniquinha dobra o vento sem quebrar. Seca o mar. Deusa que faz tempestade em calmaria virar. Moniquinha e suas reminiscências. Gráficos que marcam no mapa. Moniquinha das lutas vencidas. Moniquinha quietinha,tranquila. Moniquinha, uma serena sereia. Moniquinha é cultura, é arte, é história absente. Moniquinha é passado, é futuro, é o presente. Moniquinha é charmosa e marcante, é beleza em pessoa, é divina de alma. Moniquinha é flor do jardim, é brisa do mar, é luz do luar... Moniquinha é única e singular. moniquinha é exclusiva e sem igual Moniquinha é rara e excepcional. Moniquinha é o começo. Moniquinha é meio. Moniquinha e não tem fim.

Moniquinha é Moniquinha, sem comparação. Moniquinha é como um furacão silencioso em seu olhar e tranquila em suas palavras. Moniquinha é a essência mais pura do ouro, delicada como a flor de jasmim.
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Moniquinha é Moniquinha, sem comparação. Moniquinha é como um furacão silencioso em seu olhar e tranquila em suas palavras. Moniquinha é a essência mais pura do ouro, delicada como a flor de jasmim. Moniquinha dobra o vento, seca o oceano e, com um toque de deusa, transforma tempestade em calmaria. Moniquinha, suas lembranças são ilustrações que refletem as batalhas lutadas e conquistadas, serenas e pacíficas. Moniquinha é uma expressão de cultura, arte e uma história a ser narrada. Moniquinha é uma síntese do passado, presente e futuro. Moniquinha é encantadora e inesquecível, uma beleza em forma humana, é divina de essência. Moniquinha é a flor do jardim, a brisa do mar, a luz da lua... Moniquinha é singular, única, inigualável, é rara e extraordinária. Moniquinha é o início, o desenvolvimento e não tem fim...

Homenagem poética a Moniquinha, descrevo-a como uma pessoa de essência delicada, forte e marcante. Ela é comparada a elementos naturais como um furacão silencioso, uma flor de jasmim, brisa do mar e luz do luar, simbolizando sua serenidade, beleza, força e singularidade. Indico q…
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Homenagem poética a Moniquinha, descrevo-a como uma pessoa de essência delicada, forte e marcante. Ela é comparada a elementos naturais como um furacão silencioso, uma flor de jasmim, brisa do mar e luz do luar, simbolizando sua serenidade, beleza, força e singularidade. Indico que Moniquinha possui uma presença impactante que transforma situações, trazendo calma e harmonia. Vejo sua história como uma combinação de cultura, arte, passado, presente e futuro; destaco, porém, sua importância única e sua essência eterna. Meu sentimento predominante de admiração, carinho e reverência. Celebro sua personalidade e impacto na vida porque a conheço.

Nasci em janeiro, e em fevereiro vivi a infância, março me levou à escola,
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Nasci em janeiro, e em fevereiro vivi a infância, março me levou à escola, abril viu o fim do ensino primário. Maio trouxe o ginásio, junho, o colegial, e o curso técnico, finalizei com o coração aberto. Julho, trabalho de sol a sol, agosto, salário e sonhos, cursinho pago, faculdade iniciada, outubro trouxe a reprovação, novembro, a força para continuar, dezembro, a formatura e a conquista. E o que veio depois, eu ainda não sei.

Acordei diferente, não sou mais o mesmo de ontem. De pouco em pouco fui me transformando. Não há mais aquele sorriso fácil na minha face.
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Acordei diferente, não sou mais o mesmo de ontem. De pouco em pouco fui me transformando. Não há mais aquele sorriso fácil na minha face. Nem tudo que demonstrei até ontem era real e, mesmo assim, segui. Compreendi que o peso do sonho que carreguei por muito tempo não me valeria a pena, não mesmo! Vim buscando, estando (eu) mesmo fragilizado, compreendi que, afinal, ninguém será feliz por mim. A prioridade para minha existência é a paz de espírito, ninguém vai levar minha fé ou tirar-me do caminho. A tristeza deixei para trás, ficou no passado, fiz a escolha. Serei absoluto e concreto nas minhas atitudes. Quero ser a minha própria razão e dar continuidade.

Na verdade, jamais imaginei que saberia tudo o que sei sem sequer buscar esse conhecimento. Para mim, o que está acontecendo é algo único, um fenômeno que nasce e se desenvolve dentro da imaginação. Sei que você não me compreende, e nem precisa tentar. Há um mundo vasto de leitu…
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Na verdade, jamais imaginei que saberia tudo o que sei sem sequer buscar esse conhecimento. Para mim, o que está acontecendo é algo único, um fenômeno que nasce e se desenvolve dentro da imaginação. Sei que você não me compreende, e nem precisa tentar. Há um mundo vasto de leituras intelectuais à sua espera; por isso, peço apenas que me deixe em paz para que eu possa seguir meu caminho.

Nasci em janeiro e passei a infância em fevereiro. Fui para a escola em março e terminei o ensino primário em abril. Comecei o ginásio em maio, depois o colegial em junho, e me formei no curso técnico. Trabalhei de sol a sol em julho. Em agosto, recebi meu salário, paguei um cur…
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Nasci em janeiro e passei a infância em fevereiro. Fui para a escola em março e terminei o ensino primário em abril. Comecei o ginásio em maio, depois o colegial em junho, e me formei no curso técnico. Trabalhei de sol a sol em julho. Em agosto, recebi meu salário, paguei um cursinho pré-vestibular e fui para a faculdade. Em outubro, reprovei, mas em novembro continuei os estudos e, em dezembro, me formei. O que aconteceu depois disso, eu não sei.