Manchado Ele sempre foi um farsante, porque, quando não teve o que queria, perdeu o encanto.
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Manchado Ele sempre foi um farsante, porque, quando não teve o que queria, perdeu o encanto. Ele só queria um corpo, não sentimentos ou essência — me embrulhou. E, sendo meu tipo, me embriagou. Sendo leitor, me cegou, mas não vi sua verdadeira forma. Um lobo sem escrúpulos, numa pele de cordeiro, que manchou toda a minha ingenuidade. Fingi não ver, corri para o lobo, mas parei a dois passos — e ele desistiu, fugiu. E quem ficou com fome de afeto fui eu… mas hoje eu sei: não era amor que ele oferecia, então não era amor que eu perdi