Calma meu senhor. Ah, eu também lhe amo e Referente a isto não vivo sem você.
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Calma meu senhor. Ah, eu também lhe amo e Referente a isto não vivo sem você. Logo, não se sinta não amado Ou sem não me ter. Senhor, é meu espelho.
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Calma meu senhor. Ah, eu também lhe amo e Referente a isto não vivo sem você.
Calma meu senhor. Ah, eu também lhe amo e Referente a isto não vivo sem você. Logo, não se sinta não amado Ou sem não me ter. Senhor, é meu espelho.
Muito meu amor. Ynfinita de sabor. Linda por demais.
Muito meu amor. Ynfinita de sabor. Linda por demais. Ela é calor. Não me vejo sem ela. Ah, como há amo.
Minha amiga. O amor. Não vivo sem ela,
Minha amiga. O amor. Não vivo sem ela, I nem sem seu calor. Quanto amo essa mulher. Uma guerreira em pessoa, Ela me ensinou o que é amar e ser de boa.
Por que escrever? Eu estou me perguntando Como escrevo e como as palavras
Por que escrever? Eu estou me perguntando Como escrevo e como as palavras Surgem de meu ser. Estou me perguntando se isso é dom Ou sei lá o que. Eu não sei como comecei Nem bem como vou terminar. Eu sei que amo escrever, Amo tanto declamar. Amo as letras que me acolhem... Mas de onde vem tanta inspiração? Acho que das inúmeras histórias que ouso... De tristeza, amor e traição. Não sei bem o que faço, Faço apenas por diversão. Amo as palavras rimando, Amo de coração. Sou esse poeta simples, Que escreve sobre o amor. Mas na vida nem tudo é flores... Também escrevo sobre a dor. Me perguntando eu continuo E acredito que por anos vou perguntar. Eu não sei o porquê escrever, Eu só sei que é por amar. Acho que talvez essa seja a resposta.
Passarinho. Passarinho que voa, voa, Voa longe desde chão.
Passarinho. Passarinho que voa, voa, Voa longe desde chão. Passarinho voa que voa, Como se não houvesse vão. Passarinho me leve contigo, Me carregue a voar. Passarinho me de liberdade, Passarinho me leve pra lá. Passarinho se eu vou contigo... Carambola!! Tu me faz feliz. Passarinho só não me deixe aqui, Sozinho e pelos fins. Passarinho me carregue contigo, Por favor, não me deixe só. Passarinho prometo não ter medo, Passarinho prometo ser xodó. Passarinho me leve para longe, Continue a me levar... Passarinho Quem sabe eu não carrego comigo, A vontade de amar?
História para ninar. Eu sou um lindo poema, Com estrofes e versos a rimar.
História para ninar. Eu sou um lindo poema, Com estrofes e versos a rimar. Eu sou aquele poema, Eu sou quem sabe amar. Eu sou aquele poeta, Que enxerga e estuda o amor. Eu sou aquele poeta, Que mal sabem da valor. Eu sou o homem que declama, Que grita alto o seu seu bem querer. Eu sou o homem que declama, Que é apaixonado por você. Eu sou aquele velho, Que em meio a multidão e está sozinho. Eu sou aquele velho, Que não tem mais o seu ninho. Mas, apesar de tudo isso Eu sou aquele poema, Que não cala e nem vai calar. Apesar de tudo isso Eu sou poeta, a lhe ninar.
Poema para ninar. Dorme, dorme minha gente, O sol já vai raiar.
Poema para ninar. Dorme, dorme minha gente, O sol já vai raiar. Dorme, dorme minha gente E não esqueça de sonhar. Dorme, dorme bela moça, No aconchego de sua cama. Dorme, dorme seu rapaz E sonhe como criança. Dorme, dorme meu menino, Não precisa madrugar. Se acalme oh criança, A ansiedade vai passar. Dorme, dorme garotinha, Não existe bicho papão. O maior dos monstros que existe É o homem que recebe não. Dorme, dorme povo negro, Sem saber se vai acordar. Se é acorda? É com tiro. Se não acorda? É por matar. Dorme, dorme meus fiéis, Religião não mata não. Religião não molda caráter E fé nenhuma é maldição. Dorme, dorme povo pobre, Muitas vezes sem jantar. Dorme, dorme povo nobre, Sem ter com que se preocupar. Dorme, dorme minha gente Que na manhã tudo passará. Dorme, dorme minha gente, Quem sabe o amor ressurgirá. Dorme, dorme sociedade, Cega de tanta ambição. Mas já é hora de acordar, 80 tiros não é enganação. Acorda, acorda meu povo A manhã já chegou.
Saudade. Amor, sinto saudade De sentir teu corpo ao meu.
Saudade. Amor, sinto saudade De sentir teu corpo ao meu. Amor, e sem "viagem" Venha, sou só teu. Amor, sinto saudade De sentir seu toque em mim. Amor, e sem maldade Você causa abstinência em mim.
Eu. Eu escrevo poemas. Então, vou me apresentar.
Eu. Eu escrevo poemas. Então, vou me apresentar. Meu nome é Jean Quintino. Sou poeta, vou lhe mostrar. Não sei porquê escrevo, Nem de onde vem a inspiração. Eu só sei que sou ligeiro, De escrever sobre a paixão. Tenho diversos poemas, Que tocam e falam de amor. Eu tenho diversos poemas, Que retratam aquela dor. Eu não sei como cheguei aqui, Eu só sei que aqui estou. Eu não sei se vou durar, Mas o poema me tocou. Eu retrato o amor, Pois, o que sei é amar. Nosso mundo está doente e Única coisa que podemos fazer É regar, amor. O por quê escrevo? Me perdoe, não sei responder. Posso bem viver sozinho, Mas nunca sem escrever. Prazer, poeta!
Beija eu Eu me beija Beija aqui
Beija eu Eu me beija Beija aqui Beija ali Beija lá Lá me beija Cá esteja E me beija No cantinho, Na escada, Na rua, Na estrada, Apenas Beija eu.
Metade. Eu sou meta. Me desculpe, sou assim.
Metade. Eu sou meta. Me desculpe, sou assim. E não fale, Que isso não faz parte de mim. Eu tenho medo. Não adianta, vou continuar a sofrer. Eu sou tão seco, Que não aguento ser você. Eu sou assim. Oh, mais que dó. Eu sou alecrim, E também jiló. Eu sou uma mistura, Uma mistura de emoção. Eu sou tão fuga, Que me desespera a paixão. Eu sou metade, Metade de tudo que me vêm. Você é infinita. E eu? Não suporto ninguém, eu sou metade.
Um dia quando acordei Me deparei diante de uma fera. Ela me olhava nos olhos,
Um dia quando acordei Me deparei diante de uma fera. Ela me olhava nos olhos, Me encarava sem entender, Com uma expressão de espanto, Então pude perceber E me dei conta que eu estava Diante do espelho.
Você é infinita, Não há como dizer. Você é tão amor,
Você é infinita, Não há como dizer. Você é tão amor, Não há o que escrever... É porquê eu acho que as qualidades que conhecemos não seriam capazes de lhe descrever do jeito que lhe vejo.
Eu sei que lhe amar. Não nasci p'ra lher perder. Oh quem me dera ficar,
Eu sei que lhe amar. Não nasci p'ra lher perder. Oh quem me dera ficar, Ficar e amar você.
Ela crente que eu era o mundo dela... Quando já éramos universo á séculos.
Aprendendo amar. Diga que me ama! -Eu lhe amo, meu amor.
Aprendendo amar. Diga que me ama! -Eu lhe amo, meu amor. Diga que sou, Diga, por favor... Diga que sou teu mundo. Venha, mostre que me ama. Diga a verdade Não pense que me engana. Seja recíproca, Griete ao mundo seu amor. Me chama de dengo, de carinho, de anjinho, de amor. Mostre que me ama, Que eu vou lhe responder. Finja que me odeia, Que eu tendo a te esquecer. Não me venha com pouquinho, Eu não sou mesquinho assim. Me venha com o infinito, Que lhe dou o melhor de mim. Eu não aceito pouco amor. Aprendi a transbordar. Você não me ganha com pouquinho, Aprenda a me amar.
Eu sou desse jeito, Assim novo, assim amante. Eu sou desse jeito,
Eu sou desse jeito, Assim novo, assim amante. Eu sou desse jeito, Assim tão frágil, assim tão grande. Eu sou desse jeito, Assim dramático, assim tão ciumento. Eu sou desse jeito, Assim tão magro, assim tão lento. Eu sou desse jeito, Assim tão amor. Eu sou desse jeito, Assim sem cor.
Medo de amar. Amor, se vá embora, Eu mereço lhe perder.
Medo de amar. Amor, se vá embora, Eu mereço lhe perder. Amor, e não demora Eu não mereço mais você. Amor, eu tenho medo Medo esse que destrói meu ser. Amor, não tenho jeito Você não merece sofrer. Amor, siga sua sina. Me deixe... Pode ir. Amor, e não me liga Eu nem quero lhe ouvir. Senão a saudade bate E me lembra de você. Amor, você não merece isso Vá, tente esquecer. Amor, eu sou tão frágil Que não suporto o amor. Amor, eu sou tão fácil De desistir do nosso amor. Amor, eu sou tão raso Que seu amor me assusta. Amor, você é tão infinita Que seu amor me ofusca. Amor, eu não lhe mereço Por medo de amar. Amor, talvez eu aprenda... Aprenda a transbordar, amor. Por enquanto eu fico aqui Sozinho e sem você. Quem sabe eu não aprendo... Aprendo a amar você.
Olhe em meu rosto... Eu quero chorar! Estou perdido e definhando,
Olhe em meu rosto... Eu quero chorar! Estou perdido e definhando, Mas não consigo lhe mostrar. Um dia o choro sai...
Cheguei ao meu ápice, No qual me sentir insuficiente é rotina. Cheguei ao meu ápice,
Cheguei ao meu ápice, No qual me sentir insuficiente é rotina. Cheguei ao meu ápice, Onde já não tenho autoestima. Cheguei no meu ápice, Onde já não tenho forças pra brigar. Cheguei ao meu ápice, Onde meu coração começa a se calar. Cheguei ao meu ápice, Onde não estou suportando mais. Cheguei ao meu ápice, Onde a cada dia que passa não me conheço mais. Cheguei ao meu ápice, Só isso tenho a dizer. Cheguei ao meu ápice, Onde já cansei de viver.
Há palavra. Há palavras que digo, Que mexem em teu ser.
Há palavra. Há palavras que digo, Que mexem em teu ser. Algumas de forma não tão positivas. Mas que não deixam de mexer. Há palavras que lanço, que posso perfeitamente lhe encantar. Há palavras que digo, Que posso facilmente chatear. Há palavras que distorcem, Para fins me machucar. Há palavras heróicas, Que podem simplesmente lhe salvar. Há palavras que matam E que assassinam o meu ser. Há palavras que salvam, Talvez eu consiga me manter. Há palavras com peso enorme, Jogadas ao vento sem pudor. Há palavras me matando, Só eu sinto essa dor.
Poeta. Poeta, você está triste, Sem nem mais saber sorrir.
Poeta. Poeta, você está triste, Sem nem mais saber sorrir. Poeta, você está cansado, Vela a noite sem dormir. Poeta, você está esgotado, Em suportar mais está dor. Poeta, você está morrendo, Sem poder falar de amor. Poeta, você está doente, Você deseja partir. Poeta, você está sozinho, Sem ter com quem se unir. Poeta, você está embreagado, Bebo, jogado ao relento. Poeta, você está virado, Sem carinho e acalento. Poeta, você está sem inspiração. Você está sem o fervor, Sem o fervor da paixão.
Ela me declarou; -Me sinto boba. Eu perguntei-a;
Ela me declarou; -Me sinto boba. Eu perguntei-a; -Por amar? Ela me confirmou, eu respondi; -Bobo é ele que não sabe cuidar.
Carta para o amor. Estou indo p'ra longe. Bem longe, lá no mar.
Carta para o amor. Estou indo p'ra longe. Bem longe, lá no mar. E se por um acaso eu demorar Saiba, amor, nas suas lembranças me encontrar. Estou bem distante, Daqui só enxergo o céu. Daqui só me lembro de sua boca, Daqui só me lembro de seu mel. Estou flutuando por aí, No mar da solidão. Amor, talvez eu volte. Amor, talvez que não. Eu vou seguindo em frente, Velando pensando em ti. Amor, sigo doente sem nem mais saber sorrir. Amor, sigo sem destino, Sem saber onde me achar. Amor, estou sem rumo Necessito me encontrar. Estou indo p'ra longe, Sem saber se vou voltar. Amor, tô sendo forte. Não esqueça de me amar. Estou indo e indo... Enxergando a imensidão. Amor, será que volto? Não sei, acho que não.