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Frases de Jean Carlos B. Cezar

106 frases

Ao som de uma bela canção lembro-me de coisas que estavam perdidas dentro da memória. JC
O equilíbrio é mais difícil na corda bamba, por um lado a queda, no outro a permanecia de está concentrado para não cair, assim é a vida equilibrar-se constantemente em caminhos a seguir, escolhas a fazer, sonhos a realizar e amores a conquistar, mas manter-se equilibrado não dep…
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O equilíbrio é mais difícil na corda bamba, por um lado a queda, no outro a permanecia de está concentrado para não cair, assim é a vida equilibrar-se constantemente em caminhos a seguir, escolhas a fazer, sonhos a realizar e amores a conquistar, mas manter-se equilibrado não depende da corda, mas sim, de cada decisão. JC

Hoje era para ser diferente, mas não foi; Não sei o que fiz ou ao certo, deixei de fazer; O que eu queria mesmo era afundar-me dentro de mim, repousar a minha alma e deixar o vento responder ao vento;
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Hoje era para ser diferente, mas não foi; Não sei o que fiz ou ao certo, deixei de fazer; O que eu queria mesmo era afundar-me dentro de mim, repousar a minha alma e deixar o vento responder ao vento; Na verdade, a única coisa que doe é o coração, o resto me continua, mas eu não queria ser eu, eu queria ser o sonho dela; Eu queria memorizar uma chegada; Ainda que fosse num cavalo alado, pena que não tenho aptidão para ser príncipe; Queria ter a mais bela rosa, com o mais puro perfume, suave, meiga, a rosa se parece com ela; Eu queria fugir, pegar o meu barco e parti, parto; No meio do mar eu seria mais eu, seria só eu, meus medos e a lembrança, pena que não tenho barco; Já sei, vou tocar a mais bela canção, juntar frases de amor, quem sabe o vento leva poesia ao ouvido dela; E assim foi feito, romperam-se as cordas do violão, só não sei dizer se ela ouviu, mas ainda espero ela cantar de volta.

Loucos, os pobres homens que contentam-se só com o contente; Miseráveis, mesquinhos, patrões que só o que brilha é o relógio do pulso que finge ser de ouro; Mundo pobre, mundo rico, mundo nosso e de apenas alguns donos;
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Loucos, os pobres homens que contentam-se só com o contente; Miseráveis, mesquinhos, patrões que só o que brilha é o relógio do pulso que finge ser de ouro; Mundo pobre, mundo rico, mundo nosso e de apenas alguns donos; Minha perdida noite, onde o som da cigarra foi substituído pelo assombroso ruído dos carros; Até minha manhã, choro de rir com as cinzas nos meus olhos; Mundo mudado, mundo falado, tão desconversado; Quem deu permissão para o mundo torna-se nisso? Fingir ser verdadeiro é tão falso quanto ser falso; Criamos uma selva para esconder nossa coragem e habitar os nossos medos; Como o ontem era bom, mundo meu, meu mundo mudou; Desesperados os passos, sempre mais largos, 100km/h é pouco, o salário é pouco; Ah o sol, algo que parece que está apenas no céu, acho que poucos sabem disso; Pobre estas faces humanas que se perdem na multidão, tentando achar o bilhete para pegar o metrô; E esses arranha-céus, aranharam o nosso céu; E esquecemos-nos de olhar as esquinas, o único caminho que conhecemos é o da gaiola, que em outros tempos se chamava casa; Volta mundo meu, espero deitado no meu quarto só pra ver quando eu vou poder contar de novo as estrelas; JC