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Frases de jbcampos

170 frases

Por engano É por engano que me vejo perdido em meus velhos planos, aqui neste plano. Tenho como pano de fundo o vislumbrar do fim do mundo. Primeiro amor, cheirando a mais perfumosa flor, porém, o tempo se vai e minhas lembranças se esvaem em meus sonhos bisonhos, a cooperar com…
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Por engano É por engano que me vejo perdido em meus velhos planos, aqui neste plano. Tenho como pano de fundo o vislumbrar do fim do mundo. Primeiro amor, cheirando a mais perfumosa flor, porém, o tempo se vai e minhas lembranças se esvaem em meus sonhos bisonhos, a cooperar com a minha insanidade obtida pela idade, quiçá, caducidade, mas ainda estou vivo, com o direito de sonhar torto ou direito, pelo meu bem feito ou desfeito, porém, não reclamo da sorte, pois, “sonhar é viver” como diz o antigo ditado com sentido ambíguo. Olhando ao espelho fico alheio, com sua amarfanhada foto. Deitado denoto que aquela beldade também se desfaz na mais infiel insensatez, talvez crueldade, restando apenas o resquício danado o qual se tem por ofício quadrado, porém, não me sinto culpado. É a vida, meu amor, pois, secou a nossa flor, e muitas flores já se foram desse nosso ressequido jardim, até o belo e jovem jasmim murchou, assim deixando o exemplo dos bens desta vida finda, mesmo que linda ludibria a nossa vaidade. Vida ilusória, recheada de mentiras, Bug do Milênio, Fim do Mundo, Guerra Fria, Guerra Santa, Santa Inquisição, político ladrão, que inverno quente tem a gente como agente deste inferno, que vida insossa, mas não quando se sonha com um amor vívido vivido, mesmo que perdido, assim vale a vida nesse lastimoso vale amoroso. Sem querer blasfemar, será que o Criador também passa por desagradável processo? Ou tem criado esse planeta perneta somente aos seus queridos filhos manietados manetas, pra ficar bem pleonástico nesse elástico planeta e sem sentido do verbo aqui verbalizado na escrita? Perdão pela minha total ignorância da qual nada sei, portanto, tomo a liberdade de contestar outra vez contra o que nada sei realmente, qual mentira se impregna em minha mente. Tal desconfiança me afiança de que nada sei nem mesmo da minha própria ignorância, quiçá, lucidez. Sinto-me objeto de um enorme e pequeno laboratório; diante de tantas estrelas desabitadas ante esse universo o qual penso ver. Neste exato momento vejo mais uma estrela cadente. De repente me vejo sorridente sem meus mordentes. Apesar da confusão aparente, tento ser transparente. Apenas ame, mesmo sem saber o porquê, vale a pena! Tenha certeza dessa realeza, pois, se amar será feliz até nessa vida com essa proeza. jbcampos Universo dos livros

amantes do amor sidarta, o iluminado gautama, deixando o seu principado de lado, o poder, a glória simplória, sua luxuosa cama, alcova alada,
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amantes do amor sidarta, o iluminado gautama, deixando o seu principado de lado, o poder, a glória simplória, sua luxuosa cama, alcova alada, quiçá, a luxúria ao longe da manchúria, povoado aliado de antes, porém, hoje muito valorizado e industrializado. conquanto, fora, e o é venerado da índia aos emirados. confúcio, sábio chinês, lá atrás iniciou a trazer sua paz iluminado, guiado, soube bem o que fez, sendo assaz qual maomé em sua meca, após jesus tê-lo influenciado. nesses interregnos, houve a paz; e houve a espada atrás. trocou-se o fêz pelo fez, outra vez, talvez sem saber o que fez. há milênios criou-se a era axial, formação do eixo astral. energias aos humanos, chakras coronarianos. meridiano frontal onde entra a sabedoria. amins andarilham há anos pelas pontas dos pés. iluminados astros extrassensoriais e porque não dizer: à francisco cândido xavier. à mulher pode-se considerar a calcutá na realeza de mãe tereza. à doce dulce a confirmar a nossa amada pátria nacional do carnaval, e da alegria normal, afora a dolorida tristeza. dessa desnatural realeza a governar favela e pobreza. tristeza, beleza, safadeza, franqueza, apesar da alegria no largo sorriso infantil do belo filho do político imbecil. platão, livre e sem patrão; donde gerou toda a tradição, com sócrates, contundentes a questionarem a verdade. jeová, god, javé, brahman, shiva e infinitas deidades. até pantocrator faz parte do trato afinal quem dá as ordens de fato? apenas ame o resto que resplandece, se me parece, tertúlia flácida para adormecer vacum. haja vista as guerras infanticidas a manchar as nossas vidas idas. neste caldeirão sobrou um caldo chamado: AMOR! o CAPS LOCK ainda funciona, apenas não o uso por abuso. somos demasiadamente humanos, “nietzsche”. jbcampos ame se for capaz!

Godofredo Hoje levanto mais cedo, porém, no além ouço o apito do trem, após minha profunda
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Godofredo Hoje levanto mais cedo, porém, no além ouço o apito do trem, após minha profunda meditação, cultivo de minha juventude a qual atribuo minha feliz saúde. Um prazer profundo a me fazer viajar aos confins do mundo, cujo relaxamento me induz ao pacífico refúgio, relicário a produzir equilíbrio estranho, neste particular santuário arrebanho meu mais rico relicário, e redundante passo por mais um otário, que se dane a pane dessa vida se me acharem estranho. Enquanto, por mim passa rebolando Godofredo. Tomo meu café matinal, costumeira obrigação. No alpendre, de cadeira contemplo a vegetação. A velha cordilheira quer me acenar com suas mãos. Coisa corriqueira de todos os dias em dias de clarão. Há muito tenho permissão e sua companhia por missão. Acompanha-me dona Solidão, adoro este meu velho amor sou amorgado viúvo desimpedido. Os filhos saíram, os netos também, e pra tudo digo amém, porém, o verde Godofredo não. Esse cara falta pouco pra torcer pro Palmeiras, a cor ele já a tem; Godo é muito louco, meu irmão, e nessas horas ele se manifesta pra sua particular festa, graças a uma fresta a qual carpintejei com pressa para agradar essa verdadeira visão, adiantei essa feitura sobre uma leve rachadura no rodapé da porta de minha cozinha; onde tomo meu café. O silêncio é sepulcral, nem meu companheiro no canil ladra, silêncio total por ordem presencial de minha amada: Solidão. Macio o gato no cio, tampouco, dá seu mio cabal de coração. Meus pensamentos voam ao relento, à brisa no firmamento, porém, lá do além a mim vem um alento de preciosa espada. Alguém santificado a me mandar seu recado de amor-irmão: Dê dois ovos ao Godofredo, simples assim! Godofredo, meu teiú de estimação.

Encabulado aos dez, e aos onze me perguntei donde ressurgi desta vez, não sei.
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Encabulado aos dez, e aos onze me perguntei donde ressurgi desta vez, não sei. realmente, mais uma vez; não sei. alegre, triste, feliz, infeliz pelas coisas que fiz e por aquelas que não fiz, encabulado quis fazer-me interrogado com o xis deste quiz. incansavelmente pergunto à minha mente: quem criou esta semente, antigamente? já fui jovem sorridente de alvos dentes contentes, porém, o tempo foi além, deixando as lembranças cadentes, de velhas estrelas, simplesmente. aprisionado no meu ego, egocentrado, continuo há muito tempo encabulado. revendo no presente o meu passado, encabulado deste lado, enjaulado. meu ser desconhecido de mim mesmo, ainda andando ao léu em busca de um céu nublado, quiçá, para descansar ao lado dum espírito do além recuperado com gosto de torresmo, atoleimado. Afinal quem sou eu? jbcampos

Gabriel é o cara! Esse é o cara de fala cara. Com cara de barbicha rara,
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Gabriel é o cara! Esse é o cara de fala cara. Com cara de barbicha rara, atacando à bala de Carrara. Imbecis de máscaras-taras. Deixam-me "puto da cara". Esse cara com sua fala corta fundo à navalha a falta de vergonha desses canalhas. Com certeza sua navalha repleta de esperteza corta apenas zumbis dessa nojenta realeza. Os quais a nós nos causam tantos ais, mortes, amarguras, tristezas e tantos mais dessa natureza. É o Pensador suando sangue em suador exangue. É uma pena caro Gabriel, que se volteie ao léu. Pra essa corja se dá um adjetivo: "Consciência Cauterizada"! Pobres, podres, coitados quais se acham eternos. Além de cegos são burros. Fazer o quê, né?

simbiótica da poesia arquipoética a
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simbiótica da poesia arquipoética a arte da vida faz parte, arteiro poeta, a musa arquiteta, maestrina dest’arte. é arte que atura a forma, o espaço, é o astro agora, astrolábio a guiá-la ao norte. a musa abusa da música entoando a temática pela matemática na simbiótica da rota. nota. fá. do pensamento ao lábio onomástico do poeta, destarte, a arte concreta do arcabouço tônico na mão do arquiteto biônico na arte histriônica. faz bem aos olhos e ao coração arquitetônico humano qual regala o bom humor estrangeiro, brasileiro-nipônico, carioca-paulista de brasília ou de qualquer ilha, que maravilha de parnaso a dar aso à asa do voador poeta-trovador, vaso de flor de odorífico amor, às vezes atleta jônico. às vezes desmedido atônito, menestrel, rei irônico. o tudo, o nada, o prédio, o tédio, a alegria, a calçada desregrada e regada, bem aguada, desperdiçada no tédio do majestático prédio estático, extasiado altaneiro, compacto brasileiro. arte que edita o seu valor hermafrodita e cosmopolita. licença poética, social, apoplética, especial. cada arte com seu menestrel no intervalo ao tropel cavalo. bom senso do civil engenheiro fiel companheiro de cálculo preciso, quiçá, sem cálculo no órgão renal, ao som do órgão pascal, eclesial do bem e do mal, o poema entrelaça o todo da vida, janela, lajota, vil janota de dar nota na alegria do tom maravilha, filhos da musa, poética-poesia denota qualquer bel heresia. arte concreta, poesia herética, fantasia frenética, fala eclética, de cana, feijão cozido ao pimentão, de cana libertina, liberdade assassina, de velha jovem cega, menina, rico nobre, de trabalhador honesto e pobre, de jóia, de josé descalço, de joão, se arquiteta o teto de toda criação, movimentando-se pelo chão batido sob asfalto no alto de seu sobressalto. às vezes ao falso cadarço ao cadafalso. o político, ladrão, traficante, nação pobre nação que sobeja sobre velhaco ataúde que ilude a nação mais nobre, porém, atrás sempre vem o “big bang” depois do velho trem. assim se cria o planeta perneta da costela de eva e doutras tretas verdes e amarelas repletas de sequelas. adão já era nesta era. jbcampos

O velho Perguntei ao velho, por que era tão só,
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O velho Perguntei ao velho, por que era tão só, ele simplesmente a mim me respondeu: que o era pelo simples motivo de ter envelhecido ao sonido da nota dó e; de ainda estar vivo ao aproximar-se do pó. Portanto, o esquecimento lhe fora concedido pela própria natureza do amor. humano, por dó maior. Sem inculpar ninguém, seguia o seu caminho sorrindo sozinho, além, coberto de flores e seus espinhos. Seus sonhos eram plenos de amores por sobre os espinhos de seus dias de refinados estertores, bem além do além. Onde estariam seus descendentes? Fato corriqueiro e recorrente... Seus amores ocultavam-se dentre aqueles abrolhos de flores em seu velho caminho como se fora guardado a sete chaves dentro dum antigo escaninho poeirento e grave, trancado sem chave. Às vezes os mais queridos parentes tornam-se friamente indiferentes. O tempo é o melhor remédio a solucionar tais problemas de tédio, colocando todos na posição horizontal, onde findarão as orgulhosas vaidades vislumbradas por velhos diademas os quais também criaram a feiura de seu azinhavre sobre o belo cobre que cobre o que sobre, sobre o velho pobre . O ouro somente tem o simplório valor quando a vida faz alguém admirá-lo e mais nada de inútil poder-se-á acrescentar a essa ilusória plateia de panaceia e placebos fúteis. Naquele momento de exílio a porta se abre, era chegada à hora de fechar o asilo… Grato pela visita pela qual o meu ser todo se agita. Ao encontrar o meu neto transmita-lhe meu afeto. À minha nora lha diga que deixarei a fadiga logo que a mim me chegue a aurora. Ao meu filho dê-lhe um beijo mesclado de forte ensejo. Então, o portal se fecha. jbcampos

Consciência Cauterizada Essa doença vem lá do espírito, além do além. Deus me perdoe, mas até parece falta de prece,
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Consciência Cauterizada Essa doença vem lá do espírito, além do além. Deus me perdoe, mas até parece falta de prece, prece que preste, ao ouvir anjos dizendo: Amém! Então me pergunto: Será que existe inferno além? Não basta Senhor? Que horroroso horror de palor! Licença poética? A coisa é mais séria, é falta de amor! Septuagenário, tomo a liberdade, sem me importar com idade, desde a mais tenra infância, despojado de qualquer saudade, lembro muito bem quando meu velho pai me mostrava os mesmos políticos psicopáticos, quiçá, degredados da velha e pomposa Europa. Assim me dizia: Filho querido, não olhe em seus vestidos, tampouco, seja louco de ser abduzido por pensamentos insanos desses seres hipócritas e profanos. E os calhordas com gravatas de corda às bravatas a lhes enforcarem também, nada sentem em suas consciências cauterizadas, risos, risadas rasgadas ao repetirem à papagaios sobre seus podres galhos: Pagando bem, que perigo tem? Vil prazer de fazer o mal, coisa de mau político, porém, real. Como pode o ser ser tão hipócrita e satânico ao se dizer santo inocente com frieza quente ao ser crente em sua clemente inocência? Ressurge, bostejando em suas audiências, refertas de mentirosas promessas, para depois, roubar o pão do famélico irmão, quiçá, roubá-lo até em suas ofertas, àquelas de suas quermesses, de padecimento padece, crença que o Poderoso avença, tal tamanha inocência. Poder maléfico a carregá-lo à mais vil profundeza. É de dar nojo nojento de gente tão doente, nojo nojento pra ser bem forense. Asco com vômito sobre seus rachados cascos pleonásticos. Cômico, se não fosse trágico sobre o vômito miasmático só pra ser prático, outra vez pleonástico. Consciência cauterizada donde o seu bode fede e pode dar gargalhadas fétidas de suas eminentes palhaçadas aparentes; que coisa mais engraçada e tétrica!. Excelentíssimas Excelências, deidades emporcalhadas, enxovalhadas de dramas ao chafurdarem nas lamas. Objetos de seus próprios dejetos O povo aplaude após enrolado literalmente pelas garras do sugador polvo da dor. Sanguessuga qual suga o exangue e simples eleitor trabalhador. O trabalhador não despende de tempo para pensar no mal, conquanto, esses malfeitores, atores do mal, anunciam seus desamores, esbórnias, bacanais imorais amores até na TV pra gente que sente poder ver. DEMO=DEMÔNIO CRACIA=GOVERNO Quem tem entendimento, entenda. jbcampos

Ego do alter ego Hoje, nesta madrugada fria, treze de julho de dois mil e dezoito, acordei meio afoito, minha visão ardia, sono não havia; encasquetado, girando para os dois lados com uma fórmula matemática na cabeça, daquelas que não servem para muita coisa a não ser para a mat…
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Ego do alter ego Hoje, nesta madrugada fria, treze de julho de dois mil e dezoito, acordei meio afoito, minha visão ardia, sono não havia; encasquetado, girando para os dois lados com uma fórmula matemática na cabeça, daquelas que não servem para muita coisa a não ser para a matemática pura que o ego apura, fazendo resplandecer tal cultura e que a ela enriqueça. Uma imagem em meu ego fazia-se aparecer, era um tal Pitágoras que se dizia filósofo e matemático e a mim me exprimia: - Sabia João, que ao olhar com exatidão, atualmente vejo sem termo de comparação que; apenas dois números tomam conta desta digital situação. São os binários em fantástica correria os quais no meu tempo não urgia, meu irmão, esse atletismo de histeria. Ai lhe perguntei: - Mestre; realmente seriam dois mais dois iguais a quatro? A mim me parecia velho conhecido de tempos idos. Surpreendia-me, quando dizia o sábio em seu sábio relato com certa supremacia, velhaca ironia: - Analisando os fatos, os números não são exatos, pois, nada sendo igual a nada, torna-se essa relação apenas relativa. Dízimas periódicas simples ou compostas com os logarítmos já dão essa simples resposta, ciência exata não existe não, a não ser no sistema sistêmico de escolar organização. Enquanto, proseava com o matemático, cheio de cismas, eis que se aproximam dois cavalheiros, e ao lhes voltear meu olhar, na mão de um deles avistei um voltímetro, e na do outro um violino roto. Meio atônito com aquela visão, e por não ter muito a ver com essa relação, levantei-me para saber se sabia escrever. Oh… Meus Deus! Ah… Já me esquecia do que Pitágoras dizia sobre o número de ouro; e do pi por não ser exato também, porém, mudando o assunto vamos além. Quanta cacofonia redundante e pleonástica em mim adjetivei. Analisei, analisei tudo aquilo que lia, e me orgulhei de ser mais um brasileiro-lusófono, pois, meus companheiros de poesias naquele momento me deram enorme lição de alegria pela sabedoria de seus pensamentos, pois, em suas poesias, textos e poemas, somavam-se só maravilhas maravilhosas, somente para alimentar o meu ego-vício novamente redundei com redundância desastrosa, somente para rimar o que dizia sem o menor sacrifício, pois é, sem demagogia, não sou sequer um pequeno apóstolo em suas epístolas poéticas, sem rimas ou com métricas. Naveguei, naveguei, até porque já ouvi dizer que navegar é preciso, porém, o que realmente é preciso: É se olhar e ver com bom e humilde juízo, foi assim que ajuizei, e entendi de que nada sei de preciso, porém, gostaria de ser preciso ao escrever. Apenas o meu ego alisei. Cada poeta-escritor caracterizando o seu bom odor, perfume dos deuses, do divino amor, traduzido em alegria e humor. Nomes não citarei para injustiça não cometer. Parabéns aos meus poetas-professores com muitas flores, simbolizando o amor pela alegria em poemas e poesias, diademas de suas lindas postagens revertidas em mensagens, linimentos, alimentos de nossas almas, armas preferidas e proferidas como espadas nas mãos de exímios espadachins do amor. Como diria em frase informal: Etcetera e tal à maravilhosa poesia digital. Com muita licença poética: Saudações ao poeta digital, ou a qualquer poeta que digite ou declame seu reclame desigual. Ah… Aqueles dois cavalheiros que seguravam os instrumentos nas mãos; eram nada mais nada menos do que Paganini e Tesla, dois xarás que vieram a tomar chá com os mestres daquela visão, porém, a lhes esperar Patativa estava também, com seu cordel na mão esquerda para que a direita não a visse, vice... Então me apercebi daquilo que via, tal grandiosas eram minhas companhias, quando meu querido neto bate à porta para me beijar como o faz todos os dias. Quando ele me beijou esqueci as demais companhias, e até agora é só alegria. jbcampos

O Redentor chorou Jesus chorou
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O Redentor chorou Jesus chorou por amor. Hoje chora O Redentor por esse terror. Na ressurreição do leproso Lázaro, Jesus chorou de compa- ixão. Hoje chora de vergonha por esta grande nação brasile- ira, como se sentiu seu Pai ao criar o homem do qual também se arrependeu. O ser humano, criado por Deus, por ser mal- criado e quem o criou achou ter feito a besteira. Não, não estou falando asneira não faça disso uma má intriga isso está escri- to lá na Biblia. Pedro descobriu o Brasil, Cabral descobriu o Rio expondo suas par- tes pudendas, pa- ra se apropriar de nossas rendas o qual já passa muito frio nessa mi- séria tre- menda. Dr. Rui ruiu quando sen- tiu vergonha de ser hones- to e o povo vergonha de ser o resto. Agora o Poderoso leva sua mão à testa, e atesta muita tristeza di- ante de tanta natural beleza, porém, por ter vindo do além, ago- ra tem muita vergonha de ser honesto também. Com o pensamento extraviado minh’alma sobe ao Gólgota bem perto do Corcovado é esse aí logo ao lado. E os bandidos sendo perdoados e povo de novo lascado. É um prende e solta mas, o dinheiro inteiro não volta. Que pena! No meu costado, muitos janeiros plantados, porém, sinto vergonha de ser brasileiro também, está ouvindo meu bem? Depois dessa. Passar bem! Se conseguir, né. jbcampos

A bola da vez meu Deus, o Senhor não é brasileiro, cadê o seu jeitinho? com todo o respeito e carinho, apesar de doer no meu pe-
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A bola da vez meu Deus, o Senhor não é brasileiro, cadê o seu jeitinho? com todo o respeito e carinho, apesar de doer no meu pe- ito, na realidade não estou pensando direito. tem sujeito que morre por causa de uma mera ilusão recheada de ignorância nessa velha ânsia anciã de ser campeão. boba- gem eles ficam com a derrota da glória de falsa vitória, en- quanto, você morre do coração, além do dinheiro de mon- tão, se você é patriota, com mil perdões, ou idiota a pagar pseudo derrota? e eles felizes em suas mansões que valem bilhões, afinal o que esses caras produzem? agora servindo de chacota o nosso pavilhão se apresenta diante dessa en- crenca. você já se apercebeu o quanto está pagando para o cabral, cabra safado, e ao josé dirceu, e lá na cidade maravil- hosa, que coisa hodienda e odiosa, crianças sem remédios morrendo de fome, enquanto, em suas residências maravilho- sas cumprem pena, que pena que não seja no inverno do infer- no, agora se o inferno é aqui, nós povo, de longe perdemos a es- ses anjos de luz. é, aqueles despejados dos céus pelo todo Pode- roso. não é o escritor que diz, está lá no livro santo, Jesus à destra do Pai, aí houve uma desavença qualquer lá no céus, e o escritor sem entender que no céus hajam desavenças quais avençam man- dar alguns diabos aqui para nos tentar. será que esses caras não estão sentados lá no Senado, ou na Câmara dos deputa- dos? ganhando um dinheirão safado e o país desgraçado! multidão pedinte de esmola, ainda se fala em eleição. país democrático, onde se obriga a votar, ora bolas, cadê aquela bola que iria rolar para o bem da nação? vou parar por aqui, porque, pode sobrar para mim, tenho de ser um patriota covar- de com medo até de morrer não sou nem saci. Dá para você entender? volto a escrever: Demo = demônio - Cracia = governo? quem tiver entendi- mento entenda ou mais tarde se arrependa, por não ter consultado a ne- urociência para destrinchar essa sua cabeça que os prestidigitadores es- garçam através de suas velhas farsas. você enxerga mais não vê seu coelho enfiado em sua meia de futebol, se deliciando em seu arrebol. rindo da nossa cara, nêgo, cadê o seu velho emprego? tá no bolso de alguém, cuidado que esse bicho vem chegando de lado é mui- to engraçado esse trem, tome todo o cuidado. sim! é o trem vindo de lado com o mal complicado, até logo, obrigado. Satanás está solto por aí! jbcampos

O pintor de paredes Um dia, há várias décadas o amanuense pensava em ser pintor. Não, não é de parede não;
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O pintor de paredes Um dia, há várias décadas o amanuense pensava em ser pintor. Não, não é de parede não; até porque de parede já o era e naquela espera de pintar tela, também meditava naquilo que acreditava. Em sua falta de modéstia meditava em Rafael, Da Vinci, Van Gogh, enfim como deve ser um poeta sonhador. Numa confortável tarde, num profun- do relaxamento, após já haver pintado mil telas, ouviu uma meiga voz: Escreva meu filho, essa é a sua missão, o pintor retrucou, mas; meu Senhor, “ um quadro fala por mil palavras”, ouviu- se a tréplica, levanta-te daí vagaroso ser, pois, acabo de me compadecer de ignóbil ser sem querer me abor- recer, quando um quadro fala por mil palavras não se lavra para qualquer ser, esse ser há de ser quase iluminado, como esse aí ao teu lado. Ao meu lado? Pensou que fosse o seu cunhado o qual passava todo empertigado, o cara era meio enjoado. Ah… Qual era o assunto mesmo? Ah… Sim sobre o cara que queria pintar e bordar o sete. Porém, o pintor era teimoso e manhoso, passando a mão num cinzel foi quebrar pedras para disfarçar a insensatez da sua morbidez como se bu- rilasse os céus, porém, naquela virtual besteira, sobre uma esteira ao esculpir tanta poeira não a resistiu. Mas aquela ben- dita poeira o fez desistir ao invés, êpa, ou em vez de resistir? Ah… Só por essa vez, ou por esta vez, agora sou escritor, faça- me o favor, que se lasque o português, ele que fique lá na sua padaria todos os dias com seu freguês, somente desta vez. com o circunflexo e tudo, seu português barrigudo. A medi- tação foi a sua salvação, foi de lá que veio a amorável imposição. A musa o tomou pela mão e o fez escrever ao lado duma tela para sair daquela megera rejeição e partir para uma nova era qual não era a sua menor intenção, ou era? Lembrou-se do seu quadro chamado: Pantera Negra, enquanto em sua testa formava uma nesga, quando o pintor acordou, acordou que uma no- va era chegou, então pintor-poeta pensou, a- gora vou escrever poesias, tentando sair da pintura, qual tortura o fez escritor estético com teclado cheio de pinceladas enxoval- hando o monitor de uma dessas máquinas modernas com tinta azul claro, como di- ria Pablo Neruda a um Carteiro qualquer em seu poema raro na intenção de que dali saísse um salvador Dali esperando Gala e Pablo Picasso dentro de tempestuosa Guernica violenta. Ah… o pintor já estava esquecendo de Victor Brecheret empurrando uma manada numa praça da São Paulo da Garoa um “Monumento às Ban- deiras”. Daí pra frente passou a escrever até que perdeu o senso tornando-se dependente do vício. Até o velho negro felino do poeta ficou boquiaberto, já, meio digitalizado com qualquer editor apropriado. Aí, meio contrariado o poeta resmungou: Que se dane a orelha de Van Gogh e foi escrever todos os dias suas poesias! Pode? O vício da arte é um problema muito sério! MUNDO MÁGICO DAS ARTES.

versando a morte há muito tempo numa noite fria,
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versando a morte há muito tempo numa noite fria, falava com ela, com a morte, foi logo ali quando nasci. esse se nos parece ser realmente à nossa mente tema muito forte. diante dela nada vai mudar a sorte, pois, parece ser igual a todos os mortais, porém, vem uma reflexão nos nortear o norte. leitor, pelo amor faça-me um favor, aliás, vamos pensar em dois: sofrimento, dor, prazer, afinal qual será o sentimento que vai acontecer em seu exato momento? Ora, ora, ora se você viver apenas duas horas com certeza viverá mais que a morte a qual durará alguns segundos, o que é pior ainda você fica na berlinda ao saber que morre a cada segundo, vida e morte se fundem. pois, devia ter se acostumado posto que a todo segundo você morre, já está selado! desde de que nasceu tanto você como eu pela vida fomos interpelados sobre aquele que morreu o qual também sem pensar no além envelheceu, ou seja a cada instante fica-se mais longe da vida a morrer a cada segundo. isso tudo é arte da vida, da qual a morte faz parte, aliás, morte é um verbe- te inventado pelo mortal, que não enxerga em todo o instante essa morte constante. para ficar bem sacramentando e ratificado: então; você deveria já estar acostumado a conviver com ela ao seu lado, olhe um pouco ao passado, e olhe aos seus pés de galinha, se já os tiver. hei… não fuja da linha ou se for galo não fuja da rinha, e se for galinha, me perdoe amiga minha. então fique feliz porque você dorme e an- da com a morte que no fundo é vida as- sistida por Deus, em seu glorioso eterno apogeu. aprendeu? ou quer mais? Não tema a morte, ela vive intrinsecamente em você. jbcampos

Gosto Gosto não se discute pois, apenas escute
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Gosto Gosto não se discute pois, apenas escute a voz da experiência com eficiência na ciência que sua vida incute, desfrute. experiência é a mais perfeita ciência, os anos passam e a experiência renas- ce, é assim a vida reconstruída de acertos, porém, vamos além, é periodicamente constituída de amor, de encrenca, ódio, mas existe sempre alguém a pensar também no bem. neste resumido episódio quel nesse pequeni- no frasco está você com fino perfume a nos de- fender. porém volto a dizer: há gosto pra doce perfume e gosto pra perfume doce, deu pra chegar junto e entender? não permita que o gosto alheio entre no meio e estrague o seu particular prazer de fazer sua alegria que é o seu bem-querer. boa sorte. jbcampos

mente secreta hei… amigo, pense um pouco comigo você sabe bem o que é consciência?
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mente secreta hei… amigo, pense um pouco comigo você sabe bem o que é consciência? você sabe bem o que é hipnose? ah... a você pensa que sabe... quiçá, seja por osmose. quantas vezes você passou de marcha o seu carro hoje, por quantos faróis você passou hoje? não sabe. pare! parece sentar-se na ponta de um sabre. é assim sua mente, muito ausente, pra você ela mente constantemente, não é? por que você faz tantas compras por compulsão, até casaco de lontra, agora então; com essa tal digitalização, se descuidar é capaz de comprar até casaco de leão, companheiro... olhe para seu dinheiro lojas virtuais rolando pela Internet, de montão. cuidado acompanhe de lado a campanha em suas entranhas à campainha dum coração afetado de afeto descontrolado e ligado ao supermercado da sua maior confusão! então meu amigo-irmão tome atitude-ação. por que você não se controla, meu irmão? é hipnose de montão desde o berço à escola! a hipnose universal faz o ser humano divagar mecanicamente, escravizando-o, sem que tenha a menor ideia disso. o sistema cega a sua visão mental, não me leve a mal, acorda meu irmão! controlar sua mente secreta é como andar de bicicleta não se esquece jamais, porém, há de se relaxar, à meditação se entregar sem pestanejar, então meu irmão você há de começar sem jamais rejeitar essa ideal condição a andarilhar pela sua mente atrás de velha semente a lhe condicionar, de carro, ou de bicicleta sua mente secreta também você há de decifrar. a mente humana é demente e dona de doída-doida consciência proibida. saia dessa vida. ah… agora, sem rima: por que você magoa a pessoa que mais ama na cama, à toa? faz-se uma ilha do mal onde se inclui bela família ideal. lavagem cerebral para celebrar o mal do vil metal. Pense sobre isso! jbcampos

anacoreta zé perneta, mais conhecido por anacoreta, havia perdido uma perna ao cair da biciclêta.
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anacoreta zé perneta, mais conhecido por anacoreta, havia perdido uma perna ao cair da biciclêta. esse acento da bicicleta é somente pra dar rima e não dar cisma. pois, bicicleta não rima nem com corneta. não, não faça confusão não é acento de seleta de bicicleta, até porque, zé mané, acento de bicicleta é assim que é: assento de colocar as nádegas, quase que fa lo bun- da na qual aval de acidente é minha gente, pois, minha mente quase se aprofunda numa ideia moribunda. vamos ao que interessa, anacoreta é o cara que de cara fica insulado de um lado qualquer. bem essa didática está faltando emoção, vamos lá então: anacoreta: cara que perdeu a reta e partiu para solidão, ermitão meu amado e querido irmão qual está longe ao meu lado da multidão. espero, não faça mais confusão. seleta? sei lá deve ser coleção de trechos, ai de mim por não ter “dito” - resumo de benedito. Ah... sim, selim, ainda bem que falo de sela e não: falo de falo na cela. agora vou sair do meu tugúrio. vou andar alhures, obrigado. jbcampos

Nada Olha que lindo diamante você acaba de encontrar logo aí adiante,
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Nada Olha que lindo diamante você acaba de encontrar logo aí adiante, apenas adiante para pegar! Olá meu camarada; você já ouviu falar do Nada? O papo é sério, não é próprio às suas risadas. Hoje acordei de madrugada bastante gelada, porém, pesava- me um pensamento muito além. Forrei o chão com meu velho tatame e acionei o antigo aquecedor, estiquei- me todo à felino, espojando-me, então pensei: Por que não entregar-me ao nada? Um estampido fez-me ouvir enorme gargalhada nada fiz, não fiz nada, porém, pensei em espírito zombeteiro o qual gargalhou lá no terreiro, mas o Fofo não ladrou, o canil não se manifestou, bem, só pode ser coisa do além, bem do além. Na verdade não gostaria de manifestar isso a ninguém, porém, meditei em covardia, mudei de ideia, como realmente deveria. O tempo passava rápido e rasteiro já quase raiava o dia. Era a minha amiga Musa que sempre me abusa a dizer-me: Ei você aí, é do vácuo que eu venho, e sempre vim carregando pesado lenho, ao engenho das letras para que você cresça e seja alguém no nada do além, ou seja: É ao nada a quem você também quer se entregar, vai ter de se preparar, pois, esse é o melhor lugar para se estar, creia verdadeiramente. Quando de si mesmo se despojar a mim me virá desposar, vai se enxergar em todos e em todo o lugar. É o decantado Nirvana o qual lhe vai decantar, simplesmente sem nada ser e sem nada querer pensar, a inspiração vai tomar o seu lugar. Seu descanso será perene e sem igual o que você levou tempo para enxergar. O nada é o paraíso da simplicidade dessa vida querida a se viver. e a ela se entregar sem nada antever, posto nada entender ao se morrer vivendo no espaço sideral, ou no vácuo cósmico do nada. Resumindo: Ao querer cultivar o juízo, meu amigo, terá de se anular, haverá de ser um santo criminoso ao seu ego matar sempre de novo. Quando você se anular plenamente terá encontrado a felicidade. Não confunda humildade com humilhação, apenas controle o assédio de sua velhaca ação. Quem tem entendimento, entenda. Ou no silêncio e na paz procure a Musa e não se arrogue, porque se assim o fizer ainda não é chegada a hora, porém, procure sempre a hora agora. Então apreenda essa feliz prenda, sem temporalidade e sem idade. Para o nada caminha a humanidade onde mora a amorável felicidade só tem um porém, estamos na eternidade e nada sabemos para vaticinar quando lá a humanidade vai chegar. Então seja uma ovelha a desgarrar dessa grei-centelha. jbcampos

alheio ao lado da musa começo a escrever neste exato momento,
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alheio ao lado da musa começo a escrever neste exato momento, às doze horas deste dia seis de junho de dois mil e dezoito, porém, alguém à procura de alguma alegria aproxima-se, trazendo biscoitos, bom café com leite qual anestesia velho frio desta manhã, gélida tersã. quisera ter agora bela e divina mente sã. é intrusa gripe meu companheiro, atchim! está servido, meu amado leitor querido? não é o espirro, é o café com biscoitos. bem que podia ser um chá de alecrim, apesar desta alegria gastronômica. encontro-me em palpos de aranha, a escrever anônimo pelo conselho parecendo-me situação bisonha. debaixo de relho, pois, minha cabeça tropeça no avesso desse acontecimento ao se ver num espelho a lhe espelhar o movimento lento, deve ser pela idade-bedelho. devagar a divagar vai-se ao longe diz a musa a qual do poeta usa. e a gripe, minha deusa? vamos desengripar primeiramente a sua mente, o resto vamos deixar para o ar quente. claro, se ele não estiver ausente. escrevendo apenas uma estrofe por semana, conquanto, seu conteúdo seja autêntico é andar à galope. preste atenção a musa não diz: trote, de pura ilusão. estará lentamente cumprindo a sua missão, assim fala a musa, ao pensar pelo meu pensar, porém, de coração! e a musa acrescenta: quer ser poeta então escreva, escreva, quem sabe se… porém, da gripe não falou mais nada pareceu-me completamente desinteressada, porém, uma coisa eu sei ela nunca fica estressada. jbcampos

Piscar d’olhos Há muito tempo por aqui apareci olhando montanhas, sanhaços, pintassilgos, beija-flores
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Piscar d’olhos Há muito tempo por aqui apareci olhando montanhas, sanhaços, pintassilgos, beija-flores beijando bem-te-vis, despencando de penhascos gorjeando louvores. A pradaria murmurando o vergel-lilás de suas flores. Era o lugar que sonhava para os meus amores. Então nada mais me faltava. E foi ali que escolhi. O meu alvorecer era em cores, a chuva me iluminava, o sol me inspirava ao destilar de deliciosos licores. No conforto informal, no desejo de mais um mortal. No crepuscular das tardes de magia, embriagado ao tom do doirado som a acariciar meus ouvidos, qual a todos os lados naqueles dias a mim consagrados. Tudo e a todos tingia. Nesse mel de melaço, no mais puro regaço que no profundo minh’alma regava, e me fundia em alegria. Foram belos os meus dias os quais minha mente arejava. À rede me embalavam as noites calmas, meus pensamentos voavam em nuvens alvas. O meu espírito se projetava além de coisas humanas. Nas longas tardes de frescor- rupestre dos fins de semana, ”muito além de Trapobana”, aliás, estava pra lá de “Pasárgada, onde eu era amigo do rei” e assim, muitas vezes, pensei: “Jamais escolherei qualquer mulher, pois, muito além dessa eu já tinha, mesmo sendo amigo do rei”, com certeza de tanta beleza, e convicto de que não a merecia, por isso foi que não errei! Foi aí que compreendi: sou um privilegiado e o meu lar construí dependurado no topo de um monte encantado, porém, alicerçado com cascalho dali. Belos e floridos jardins, com melífluo odor de jasmim. Em cima do vale, com minha visão deslumbrada. Minha família; presença marcada. Parece ter sido ontem. O tempo passou ligeiro e neste comboio fui passageiro. Meus filhos se casaram, meus netos se foram... A minha companheira de tantos janeiros a partir foi à derradeira, mas partiu pra va ler, enfim, o meu coração se partiu por inteiro. Restou-me a oração, pássaros e a canção do meu velho travesseiro enfronhado de emoção. Confessor e confessionário esplêndido cenário passo o tempo a escrever com alegria e prazer, como se fora mais um otário teimando em reviver. Não sou hipócrita em meus apócrifos. E não quero me enganar. Aprendi a ver a vida em sua plenitude, encaneci com saúde e não posso reclamar. Partida é partida. A existência é efêmera e, nem posso chorar. Chegamos-voltando à frente de câmeras registrando os relatos, de fato; relatando os fatos. Alcovitamos em nossas câmaras, regurgitamos desagravos ao nosso Criador Pai. Melhor nos fora juntar os favos da gloriosa e eterna Paz, do que os trapos que o mal sempre nos traz. Caro irmão-leitor pense como for, mas, por favor, não tenha pudor dessa falsa dor com pavor. Nem seja acre, do seu coração tire o lacre, e no amor seja craque sem o menor palor. É a realidade da vida, flor em botão qual murcha dando-nos o seu tom chamando-nos à atenção. Qual à bucha, com água e sabão, no banho é algo estranho, verdadeiro estrebucho no antigo corpo de um bruxo. Às vezes velho-tacanho aos olhos de estranho. Pode ser, mas não é se ele sabe o que a vida é! Pois, fez-se amigo de tudo e até da boa solidão, na realidade é sortudo, meu caro-querido irmão, ele enxerga até pelo pé sendo provecto ancião. Solidão pode ser desespero ou tempero de se encontrar com o “Eu” por inteiro. “As aparências enganam”. A solidão pode ser uma ótima companheira. Essa amiga vem para burilar a nossa alma dando-nos a condição de vencermos a nós mesmos, já que o nosso maior inimigo está no interior do nosso coração o qual deve ser cinzelado com o amor da mansidão no universo dessa eterna imensidão. Na realidade o meu coração mora nos universos dos universos juntamente com o seu. Esta historieta faz parte da vida deste modesto amanuense... Muita paz e amor à sua pseudossolidão. jbcampos

Chico Você já ouviu falar do Chico? Sua elevação é tamanha quanto
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Chico Você já ouviu falar do Chico? Sua elevação é tamanha quanto à manhã da esperança-fé à candura de santa criatura divina ao cumprir bela e amorável aliança-sina. “Chico” por amor esculachado, e por respeito de inocente escracho. Cândido pela candura santa de muitas reencarnações passadas, perdão pelo cacófato sagrado. por nações desta terra onde o valor se encerra. Xavier pela disposição humilde, confundida com avexamento fino. de tudo o que ante vier ao bom coração do irmão menino, neste momento o escrevente é esculachado por ser achado fora do razoável, pois, jamais existirá o irmão menor, não deste lado onde reside agora o Chico de outrora, porém, sempre presente agora advindo de além-memória, O Chico não está gostando de tamanha adulação, porém, tem enorme coração pra entender a fraqueza dum irmão beleza, em autocomiseração fraqueza ao pensar estar psicografando no ufanismo de santa realeza. Ou não? Coisa de mero mortal. jbcampos

quando o sino dobra o destino você
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quando o sino dobra o destino você pode ser e se ver aos moldes angelicais divinos ao badalar de vários sinos, quiçá, sentir o revoar de anjos advindos voando sobre os cais de canais divinos de lugares lindos, vendo-se bom menino. quem sabe se: bela donzela. porém, jamais seja, mais um cretino. foi você que fez o seu próprio destino. plantou amora e não vai colher pepino agora. preste atenção para não se ver valdevinos. não gosta de se imaginar na peleja, tampouco, sequer que assim seja. porém, esta vida também se presta ao além de mais uma festa pela fresta da mais gloriosa e universal seresta. uns despistam a vida com igrejas, outros a regam com cervejas, há os que disputam- na com força maluca e bruta. há os fracos desistentes da luta. existem os barbitúricos com sabores de frutas, embora, sejam sulfúricos como cicuta. não vai dar uma de Sócrates, à biruta. também há trutas a pescarem suas trutas. dizem que há gente inteligente também as malucas. não vá agora, por isso também, fundir sua cuca. seja como for: “Viver não é flor que se cheire”. porém, o forte resiste a vida até à morte e com pouco de sorte se esforce no equilíbrio do dom do amor o qual também advém do além. muito além do Sul ou do Norte. porém, a vida ainda é matizada à cor esmaecida, no laboratório do amor o qual lhe dá vida colorida. você é o grande mistério, realmente um caso sério deste nosso hemisfério. mas sua luta e desespero será verdadeiro tempero da evolução, sem exagero. faça da luta seu entretenimento. e se você não gostou dessa frase, sinto muito, ao lhe falar de lamento. pode acreditar, não estou a esperar agradecimento, pois, tenho missão a completar meu irmão, qualquer escrevente escreve o que lhe vem à mente. é a prazerosa missão a qual deve se cumprir graciosamente, sorridente-contente. é uma questão de expressão, na realidade é a Musa que usa a privacidade da mente do missioneiro-escrevente. porém, espero que lhe passe essa fase de lastimável tormento, lamento. jbcampos

ouro negro por que tanto apego a esse tal ouro negro?
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ouro negro por que tanto apego a esse tal ouro negro? é necessidade meu nego! é o velho cara, escaravelho a chafurdar no bolso alheio. mais conhecido por petróleo ou preto óleo, petrificando o coração da humanidade. é a mais pura verdade. está na fazenda produzindo renda. na rua negra, asfáltica, no seu copo, polímeros mil. poluindo céu anil. até parando o Brasil. nas Arábias, morticínio, vaticínio, falso tirocínio. o verde amarelo enegreceu ao céu do meu Brasil varonil. desculpe petróleo, você não tem culpa, a culpa está esculpida na vida política do país a qual avulta seu valor em benefício particular, é o tal corrupto a desfalcar o patrimônio: Petrobrás. à mesa do povo vai faltar à do corrupto vai fartar, é o bem louvando o mal, ignorância humana a tripudiar o lar do mais fraco, enfim é o povo pato que de fato o pato vai pagar. de novo. porém, o problema é mais sério, eis o mistério. chegou a hora de votar, “e agora José”, como diria o poeta Carlos, eis a sinuca de bico, não dá pra se ver adiante, será que vai continuar como era agora no tempo de outrora ou no tempo de Dante? fala sério; esse monastério permanece desde o tempo degredado do império, é o Brasil enriquecendo o mundo imundo, está ouvindo, seu José Raymundo? eis o gigante adormecido a continuar dormindo. agora você vai dizer que o escrevente não é patriota, quiçá, idiota. certamente não é salvador da pátria, somente tem um porém, já que foi tachado de anti patriota, não vota em ninguém, desculpe a chacota. graças a Deus ele tem mais de setenta, não é obrigado a votar, muito obrigado a esse país democrático onde se é obrigado a votar. quem quiser entender, entenda ou aprenda como se nota e vota. anote. note nó a m é m ! jbcampos

pingo de amor
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pingo de amor poeta, músico por excelência ao vibrato vocal de sua poesia na ondulação expressiva mental de sua paixão ideal. a sua poesia completa sua real fantasia dia a dia. Como o pintor ao tocar com seu pincel à arte formidável de antanho menestrel. paz, fé, dignidade, amor o povo diz em coro à Midas, ao vê-lo transformar estanho em ouro. ao tocar à flor, o poeta exala o perfume do amor, fala, vibra, dando vida reta à natureza morta do pintor. Seu pincel tange na plangência sonora e cromática da dor pungente a qual toca o coração de toda a gente, porém, vem consequentemente a alegria triunfar e sobrepujar ao tomar lugar da dor, sempre ao se ouvir a voz do poeta trovador benemerente neste sínodo, bruxo como a pancada do cinzel do escultor presente, amaciante como amorável juiz ao padecer do paciente inocente. neste badalo você está presente, badalando sino aqui vigente. poeta você está presente em toda a gente a rodopiar neste pião ao perder a rima constantemente. na etérea simetria matemática, maestro, maestrina, santa mão de quem segura o cinzel. Com maestria e performance de mestre, semelhante à batuta do cientista da palavra de quem lavra com a fala no justo tribunal, empunhando sua espada sem ignorar a tertúlia do exímio ou do rábula em sua fábula, ou ao punhal do irmão o qual tornou-se irracional. apenas um imortal em ação com seu bisturi à mão a livrar o contraventor da tão velha contravenção, avençando sempre à memória de referência sem igual em deferência à obra imortal do amor maior D e u s . só para perder a rima em sua cisma. poeta, pingo de mel jbcampos

O poder da cura pela poesia arte poética fundamentada na poesia saudável à mente nossa de cada dia.
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O poder da cura pela poesia arte poética fundamentada na poesia saudável à mente nossa de cada dia. ao se descobrir ser o todo saudável. ser o seu próprio pensamento, verá ser deus a se ver do fiel firmamento. totalmente a todo momento crente. ser deus não é pecado assim disse O amado Jesus, antes de ir à cruz. Vós sois deuses filhos do Altíssimo. 10 de João a quem impôs sua mão. é deus, tudo lhe é possível até mesmo o mais incrível. neste imperdoável mundo imundo, perdão insaciável. considere-se deus curável. além de ser cura ao seu irmão também, assim enseja: o amém! se o seu Pai é dono de tudo você é nababo ser ao se ver herdeiro de todo o saber, inclusive da autocura, antes do amanhecer pela fé que em si se apura, além do sobretudo. tudo pode ser! sobre tudo é bom saber que o amor tudo depura ser divinizado é a cura após saber do ato em si intercalado. querido irmão amado não é preciso estar do outro lado. para obter a cura. sinta-se aqui curado. Qualidade de vida afinal o que se descobre na qualidade de vida nobre? bons sentimentos são causadores do bem-estar humano. a paz é o principal sentimento a suplantar os maus desenganos, aos outros sentimentos ao seu bem-estar deve estar sempre atento. a verdadeira paz advém do espírito de amor ou de dentro dum musical instrumento ou na música que se possa tocar ao vento. aí vêm os demais sentimentos: Alegria, o bem-estar da família, o trabalho, o malho do dia a dia, o bar ou a benta pia da sacristia, a padaria, a pradaria, a boa saúde, o sossego, o dinheiro ou qualquer sentimento que venha à miúde. Pense como paz, a tranquilidade, o sossego ou estar zen de verdade sem qualquer apego. Observação: a verdadeira paz somente se faz sob a égide do amor veraz! É bom que se entenda que a verdadeira paz está completamente atrelada aos bons sentimentos sem contendas, principalmente ao amor fraternal, verdadeira prenda. quem tem entendimento, entenda e sob ele arme a sua tenda. paz e amor. no prelo o livro: o poder da cura pela poesia jbcampos