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Frases de jbcampos

170 frases

A vida, você e finalmente o horizonte Jbcampos Há muito tempo você se foi deixando um gosto de tristeza em minha mesa. Todos os santos dias você reunia a família em alegria de real beleza. Depois de tantos anos você permanece em meus planos de realeza. Você é a rainha, eu, o pl…
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A vida, você e finalmente o horizonte Jbcampos Há muito tempo você se foi deixando um gosto de tristeza em minha mesa. Todos os santos dias você reunia a família em alegria de real beleza. Depois de tantos anos você permanece em meus planos de realeza. Você é a rainha, eu, o plebeu a cuidar dos nossos príncipes e princesas. No monte distante olhando ao horizonte desnorteado e estonteante vejo a sua bela imagem por entre as serragens com o amarfanhado vestido conjugado àquele avental puído a aumentar a minha ilusão daquela visão de dante. João, o almoço está posto, chame as crianças para lavarem as mãos. Torço o pescoço, mas nada diviso; estou à só esboçando um sorriso boçal, displicente, e sem sal, quiçá, doentio e louco vadio a procurar por juízo. Nada daquela alegria voltará um dia. Restou apenas a ilusão da minha ofuscada visão. Impregnada n’alma do meu frágil ser selvagem e flechado coração. É culpa qual se inculca pelo antigo cupido desta situação. São partículas de suas visões. O Clarim da Paz

Estrada empoeirada da vida jbcampos Caro amigo-irmão; estamos na estrada poluída e empoeirada. Cruzes e encruzilhadas permeiam este chão. A vida cicatriza a própria ferida com o tratamento do tempo qual um barco que abarca amigos e supostos inimigos da gente. Porém, a consciênc…
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Estrada empoeirada da vida jbcampos Caro amigo-irmão; estamos na estrada poluída e empoeirada. Cruzes e encruzilhadas permeiam este chão. A vida cicatriza a própria ferida com o tratamento do tempo qual um barco que abarca amigos e supostos inimigos da gente. Porém, a consciência é inteligente o bastante para deter o bem, bem à frente de qualquer poluição. Sê forte mirando ao bom norte, haja vista nada mais do que a vida havida na morte qual é a própria vida. Doenças, feridas e a saúde fazendo parte da vida devida em seu ataúde à sorte por nós adquirida. Pobres mortais nos pedestais das vaidades estamos inseridos e em outros que tais. No fundo profundo de sonhos vívidos somos todos iguais. Depois disto tudo e do “sobretudo”, somos sortudos e sobretudo felizes e eternos imortais. Em tudo, que haja a esperança como a própria verdade! Luz & Vida

Aquela antiga prateleira de ferramentas Jbcampos Ei... João; cadê o serrote da sua mão? Papai deve estar atrás da prateleira, já que o seu Pereira o usou de primeira mão... Tá bem então... Dê-me um beijo e um abraço. E depois pegue-o, por favor, pois, tenho de serrar este tampo…
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Aquela antiga prateleira de ferramentas Jbcampos Ei... João; cadê o serrote da sua mão? Papai deve estar atrás da prateleira, já que o seu Pereira o usou de primeira mão... Tá bem então... Dê-me um beijo e um abraço. E depois pegue-o, por favor, pois, tenho de serrar este tampo para pregá-lo sobre as pernas daquela mesa de dona Tereza. Que vida boa papai, estamos sempre juntos nos afazeres da lida já há 120 anos... Como tempo passa ligeiro restando-nos os mesmos janeiros. Luz & Vida

Seus lindos cabelos, que a neve do tempo marcou Jbcampos Seus lindos cabelos, que a neve do tempo marcou;
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Seus lindos cabelos, que a neve do tempo marcou Jbcampos Seus lindos cabelos, que a neve do tempo marcou; Meu sentimento apesar de esperar, jamais esperou. O mais importante foi que adiante o amor continuou. Em cada sulco, um rio de lágrimas que por ele escoou Causador de dor e do nosso amor, você o enxugou. Ninguém sente isto; por ser de foro íntimo, pelo qual você me intimou O que se leva da vida da pessoa querida é o amor! Tudo murcha na vida como a nossa vida murchou... Porém, aos anjos dizemos amém, pois, fomos além De tudo o que o empecilho a nós nos determinou. Não fomos utensílios, qual praga alguém nos rogou. Você a minha vida realmente marcou como ninguém. Obrigado meu eterno amor! Luz & Vida

Fascinação na arte de viver Quando as experiências se constroem. Produzir a semente do bem é a lei da boa qualidade de vida psicossomática.
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Fascinação na arte de viver Quando as experiências se constroem. Produzir a semente do bem é a lei da boa qualidade de vida psicossomática. A mente desequilibrada deixa de contemplar a beleza do singelo, portanto, passa sentir o martírio do estresse, mesmo que inconscientemente. Ou seja, o superego faz fluir do mais profundo âmago a dor na consciência. Aí o ignóbil bosteja largamente lamentando-se por ter mijado na cruz de sua paupérrima imaginação... Infelizmente continua com sua mente cauterizada, achando-se o ser mais justo do universo, tal a sua arrogante e repugnante ignorância... O sol nasce para todos, justos e injustos, assim diz a frase eclesial. A verdadeira fascinação encontra-se no equilíbrio mental. E para tanto se carece de evolução, a maturidade da experiência deve imperar no coração do ser que já passou pelas ilusões da existência. Portanto, o momento é que importa para se ter uma boa qualidade de vida e se sentir razoavelmente bem... A preocupação deve ser lançada aos cuidados de Deus, ou da energia extrassensorial. Há problema que se pode resolver, e há aquele que o tempo se encarrega de resolver. O futuro é um problema do tempo. Somente o momento nos pertence, portanto, se fizermos o bem feito no momento, com certeza o futuro estará preparado para o presente bem resolvido, e o passado deixa a experiência para ser usada no nosso momento. Então vivamos o eterno presente. Jbcampos http://www.saraiva.com.br/detalhes-do-sucesso-integral-4966…

Fracasso Sentimento clássico de momento crasso. No diapasão do dia a dia faz-se o marca passo da agonia. Afinal o que seria do vitorioso dia sem o amargor da fracassada dor da ironia... O mortal por si só compreenderia que o valor da vitória contaria a perfeita história que estó…
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Fracasso Sentimento clássico de momento crasso. No diapasão do dia a dia faz-se o marca passo da agonia. Afinal o que seria do vitorioso dia sem o amargor da fracassada dor da ironia... O mortal por si só compreenderia que o valor da vitória contaria a perfeita história que estória não o faria. Do erro nasce o acerto, e por certo essa história humana retificaria. A inconsciência é a mais triste agonia. A consciência é a mais difícil ciência do ser a se ver em tamanha estripulia tacanha. Pela ânsia de se achar o homem se acha fracassado ao rever o passado entrelaçado em seus velhos achados. Alfarrábios esgarçados são relegados ao ser do presente o qual se apresente apressado aos velhos presságios, tornando-se ausente. O palco está recheado de platéia vazia, e o artista torna-se simplista na lista de todos os mortais. Ao ensacar tormentos de ilusões e lamentos o jumento parece não sofrer por faltar-lhe qualquer pensamento. O valor do amor sem esclarecimento é a mais fina arte de viver o eterno momento. Vitória e fracasso são realmente o nada a ser considerado. A dor vem pela frustração do pseudofracasso. Afinal que valor incomensurável pode existir na vitória do fracasso, já que o ser é nano mortal, ínfimo em sua limitação fatal? Apenas viver é o que importa, e morrer se for o caso... jbcampos

PARA VOCÊ PENSAR A sua vida corre contra o tempo, sinto muito, lamento. Quantos anos tem agora, neste exato momento? Está no alvorecer da aurora, ou no crepuscular do evento? Já desvendou esses mistérios, ou espera por clemência? Pois é, meu irmão convém sair dessa dormência. Mu…
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PARA VOCÊ PENSAR A sua vida corre contra o tempo, sinto muito, lamento. Quantos anos tem agora, neste exato momento? Está no alvorecer da aurora, ou no crepuscular do evento? Já desvendou esses mistérios, ou espera por clemência? Pois é, meu irmão convém sair dessa dormência. Muitos amigos se findam, muitos irmãos se vão. Pois, somente o Tempo tem o verdadeiro tempo de mensurar toda a razão! Ele abaliza seus valores ao lhe mostrar o caminho. Porém, lhe faltam sabores da grande percepção escondida no escaninho do seu nobre coração. Pois, são muitos os amores da sua imaginação ao rufar dos tambores da sua velha oração. Porém, não se apoquente companhia não lhe falta, como você, sou eu, às vezes alegre crente, ora tristonho ateu, em baixa ou em alta, nascendo ou dizendo adeus. Quanto amigo já fez, e quantos já perdeu? Amigo é patrimônio, que há muito se rendeu, porém, aqueles que sobraram mostrar-lhe-ão os céus. Então seja idôneo deixando de andar ao léu. Ao olhar o firmamento pode ver a vastidão vendo a pequenez humana a cultivar a maldade de muita ingratidão. Guerras, mortandade, jorro de sangue nas mãos, e sem respeitar idades, mais que contravenção. Cadê seus amigos inocentes, de infância. E seus inimigos onde estão? Ah... Não sofre desse mal... Isso é muito bom. Pena que eles nasçam sem lhe dar o tom da miasmática ânsia a desgraçar-lhe a graça, infestando o seu quintal. Que o seu amor fale mais alto, erguendo a sua taça, o qual fé e paz entrelaçam desfazendo todo o mal no mais alto pedestal. Jamais lhe faltará abrigo de quem lhe dará perdão. Nos estertores da sorte terá o verdadeiro amor, pois, não lhe existirá a morte, tampouco, maior dor, sendo feliz aonde for. Você é cosmopolita universal! Apenas cremos na vida. jbcampos

A Vidraça O saber é luz que não se traça. É tesouro virtual quanto à própria alma. É um bem, quando bem utilizado para trazer paz e calma a você e a quem mora ao lado, por pouco que se faça. Porém, vem o triste recado: Ele está sempre guardado deixando a mente estouvada e à merc…
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A Vidraça O saber é luz que não se traça. É tesouro virtual quanto à própria alma. É um bem, quando bem utilizado para trazer paz e calma a você e a quem mora ao lado, por pouco que se faça. Porém, vem o triste recado: Ele está sempre guardado deixando a mente estouvada e à mercê. Às vezes plenamente cega como se pode ver um bem embolorado. Jamais esquecido apesar de mofado, não servindo a nada, nem à ignorância que se carrega. É o desperdício de inerte vício. É mais que pecado. Se você é dono de mesa farta com muitas iguarias, e com boa saúde para saboreá-las, muito bem, está fazendo bom uso de um tesouro. Porém, se não reúne essas qualidades, sinto muito em lhe dizer coisas nobres, pois, assim o faço com humildade: “Você, é mais um pobre“ a bem da verdade. A menos que possua aquele tesouro de mais idade chamado: Amor. Aí você é rico sobremaneira encerrando qualquer discussão de qualquer asneira e sem a menor qualidade. Sabedoria guardada em prateleira merece um instante de atenção, quando se tem uma estante ao alcance da mão. Mais um tesouro guardado fora, para não dizer: jogado agora num lamacento chão. É pobreza de doer o coração. Continua pobre, meu irmão! Veja este tesoura da vidraça, que a traça jamais traça, eis a lição: Atrás da vidraça onde somente a visão traspassa qualquer emoção, está a criança cheia de graça olhando aos pássaros na ensolarada praça. São os donos da natureza em sua esplêndida beleza. Agora, e você, pára para contemplar o que vê, ou o vê na tevê? Você precisa entender onde se acha a graça de se viver! Ela não está na parede, na copa, tampouco, na rede, está em você. Então é biliardário e generoso ao gastar o seu tesouro com o otário que não quer aprender. Fazer o que, povo é povo, você é você o rico que não se vê. Parabéns, você é o mais forte candidato à felicidade. jbcampos

É hexagero, não se envergonhe de ser brasileiro Jbcampos Indo na contramão da história, preste bem atenção na sua memória, não é por causa de meia dúzia de pernetas os quais levaram sete canetas de uma boa seleção estrangeira. Tampouco, toque a trombeta da falsa anunciação. Em…
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É hexagero, não se envergonhe de ser brasileiro Jbcampos Indo na contramão da história, preste bem atenção na sua memória, não é por causa de meia dúzia de pernetas os quais levaram sete canetas de uma boa seleção estrangeira. Tampouco, toque a trombeta da falsa anunciação. Em desigual comparação, a Alemanha já perdeu muitas batalhas, por ser mais velhas na vida do planeta, como tantas nações com suas baionetas. O Brasil, ainda engatinha, apesar de pentacampeão; cultiva lá, seus pernetas e jamais foge da rinha. Não se deve vestir tal mortalha duma mera competição. A lavada foi doída, pois, nessa hora de partida, há a doida paixão desnecessária de ignorante metralha. Alguns jovens correndo atrás de uma bola de capotão, embolsando seu milhão, enquanto, a criança morre à míngua de inanição dentro de rica nação já ranqueada por hexacomparação. Que maquiavélica preocupação é essa vaidade de vencer o seu irmão em esdrúxula partida. Resta agora a grande confabulação a dar o devido ibope nos meios de comunicação. E o trouxa a perder a vida, por colapso no coração e pela vaidosa ilusão de perder tão pobre partida a qual estraçalha o seu nobre coração. E os corruptos metendo a mão, pela inconsciência da corrupção. Seja cosmopolita do universo, seja divertido-diverso, seja esperto-desperto, prestando atenção nesses versos, seja versátil ao compreender que ninguém é o tal, posto ser mais um pobre mortal à poeira do chão, quiçá à fumaça da incineração. Sem misturar estação, porém, é isso que acontece com o inconsciente de uma nação ao ficar atrelada à extasiada e bestial comparação, no desejo de ser a melhor no jogo da vida, ocorrida pela frustração desferida a cada frágil coração, rivalizada a mais uma velhaca partida. Assim acontecem as guerras onde o bem e o mal se encerram na ignorância humana de desairosa ação. Parabéns à Alemanha e a todo o estrangeiro que coroaram de alegria a mais bela fantasia do coração brasileiro. Viva o torrão brasileiro. Não se envergonhe, de perder uma simples partida, envergonhe-se da educação, da segurança e dos ladrões dos partidos, aí sim o seu coração deve ficar partido pela roubalheira em tamanha construção de asneiras, ora, deixe de besteira e seja mais brasileiro, meu irmão. Seja inteligente e chore pelos nossos indigentes, e não por tão vil ilusão, ainda assim permaneça contente por ser brasileiro despojado, companheiro de uma grande nação. Não morra por nada que povoe a sua mente, você é apenas mais um entre tantos uns dos universos, preste atenção, apenas: mais um. Não chore por tão pouco! Paz e alegria... http://pactofeito.blogspot.com.br

O pensador e a vida Viver é degustar a simplicidade da vida. É ouvir o farfalhar do ar puro na natureza, ou na fuligem asfáltica da riqueza. Atender ao zunir da ventania com alegria, olhar ao próximo bem próximo do amor como uma apaixonada donzela fita à flor, sem jamais deixar…
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O pensador e a vida Viver é degustar a simplicidade da vida. É ouvir o farfalhar do ar puro na natureza, ou na fuligem asfáltica da riqueza. Atender ao zunir da ventania com alegria, olhar ao próximo bem próximo do amor como uma apaixonada donzela fita à flor, sem jamais deixar faltar em si à cortesia. É respirar o som melancólico da proeza. É requerer da vida a generosidade. Esse é o direito já adquirido. Se por acaso, e até por necessidade, e se for o caso; mudar de sentido. É se embebedar com a água límpida da nascente; encontrar com pessoa simplesmente decente. A bem da verdade; ela pode ser diferente. Pode crer, ou se quiser acreditar, fique à vontade... Mas às vezes ela é mais decente do que a gente. É ser puro quase semelhante à pureza adstringente. É ser amigo do feio enfeitado de beleza transparente. É sorrir desbragadamente a mostrar os descorados dentes, sem ficar preocupado em derrubar a dentadura sobre a ferradura de alguma cavalgadura que esteja presente ao lado. E a vida sendo toda essa enorme festa, usar o olho que se tem no centro da testa. Se faltar algum canino, fazer-se de menino. Amolar os molares e deles abrir suas frestas... E jamais, confundir melancia com pepino... Para viver a arte da vida é necessário entender o que é despojamento ao deixar de ser o centro. Ser centrado no alvo do verdadeiro documento. É fazer do crepúsculo o mais belo alvorecer. É indubitavelmente a simplicidade de se fazer crescer! É ser gente grande com a grande força dum jumento. É amar a natureza, seja ela a de fora ou a de dentro. Desprezar a dor do enfadonho tormento. É enxergar os mínimos detalhes a fazerem a diferença... É avençar ao avanço na fidelidade da própria crença... É ter mente albina que supere a do mais inteligente paquiderme. É deixar a escrotice de ser humano semelhante ao verme... Encarar a vida com desvencilhamento ao desencilhar-se da ignorância que causa a ânsia somente de olhar o futuro inferno. É ser um fino vaso embasado no discernimento, e envazado de bom argumento. Ser um levíssimo violino a violar qualquer destino. Ser apenas um entre vários, sem necessitar ser um Stradivarius. É dar azo ao extravaso do extravasamento contrário quando se sente a alegria no nada divino. Viver eternamente em qualquer eternidade, tornando-se sibilino ao sonoro som do divino sino. E continuando o Pensador a cismar: Encolhido num canto qualquer, consigo a prosear: Sentir a vida com a devida simplicidade, ser automestre da real realidade. É estar no mais fino lar, ou no estábulo a trabalhar, tanto fez como tanto faz. É perceber a alegria amorável no imo do coração, independente de crença e do tipo de oração. É estender a mão ao querido irmão. É se aconselhar a dar conselho sem jamais cobrar. É doar-se a tudo e a todos pela osmose da extensão. É deixar que o mundo rode, pois, Ele foi Deus na manjedoura, como no reino de Herodes. É provar do dulcíssimo nirvana; É sair fora dessa caravana... “É ser Amigo do rei, fazer uso de toda a força humana. Mesmo que nada tenha a escolher. É levar um cutucão na ilharga, passar alguns dias em Pasárgada. “Navegar é preciso além de Trapobana”. Não é nada do nada, é simplesmente viver! Sem a ninguém condenar, porém, com a consciência de não se condenar também... Que aqui não fique o entendido pelo não entender, pois, viver é a melhor maneira de crescer ao alvorecer do amor do benquerer... A felicidade é plenamente intrínseca! O pensador não para de pensar... jbcampos

Ao transpor de mais um ano Olhando ao longe dum horizonte demarcado ontem, vislumbrei minha vaidade de antanho se findar distante, porém, naquele eterno instante instei-me à elegante infante e enfatizei ironizante: O meu ouro se transformara em estanho, acho tudo isso muito estr…
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Ao transpor de mais um ano Olhando ao longe dum horizonte demarcado ontem, vislumbrei minha vaidade de antanho se findar distante, porém, naquele eterno instante instei-me à elegante infante e enfatizei ironizante: O meu ouro se transformara em estanho, acho tudo isso muito estranho. Afinal pra que serve tudo isso, a vida, o bem, o mal, a saúde, a doença enfim a morte fatal? Mais uma farra nesta algazarra sideral, afinal quem bagunçou o universo assim, seria algum super serafim? Esbórnia geral... Estou prisioneiro sob meus janeiros, enquanto, o bandido está seguro em seu paradeiro. Os ardis dos impostos, impostos sobre meus ombros; cobrados até sobre uma singela caixa de fósforos. Ah... Fala sério, estão de brincadeira com todo esse mistério... Pra que serve todo esse dinheiro? Para satisfazer o ego de políticos caloteiros, legalizados dentro do próprio Senado, porém, lavado lá do outro lado no estrangeiro. Estrelas caem, buracos negros consumidores de luzes inocentes, por quê? Debaixo de pontes muitos inocentes indigentes. O guloso tempo devorou mais um ano nessa eternidade toda, mas quem poderia ter autorizado-o a se alimentar de tantos milênios assim? Esse cara só pode ser um dragão chinês mesmo! Quem poderá mensurar o tempo de minha ignorância. Que apenas sobre sobre minha cabeça pobre a tolerância sem fim de ignorância nobre... Que a hipocrisia me abandone e prevaleça sobre minha ignara vaidade um resquício de sinceridade... Bora povão... Pra onde? Deus sabe! jbcampos

Feliz Natal à maneira geral Feliz Natal é o desejo deste modesto coração fraternal, já egresso do mal
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Feliz Natal à maneira geral Feliz Natal é o desejo deste modesto coração fraternal, já egresso do mal à pretensão de fazê-lo com bom zelo no amor manifesto neste ato informal, lavrado no singelo carpintejar de Jesus ao nos informar pelo seu calvário de luz, eternizado em sua cruz de valor colossal. Portanto, criado pelo Ser de amor sem igual. Que aqui se incluam: Ghandi, Maomé, mais a fé ao amor universal, somente ele nos deixa em pé! Somente mais uma festa de inocência neste Natal poderá elevar à indulgência de grã diferença social. Que bom seria se todo o dia fosse Natal de paz, harmonia, amor e alegria total. Feliz Natal de coração aos irmãos desta relação e aos demais que não são. Feliz Natal ao universo nestes versos de amor sideral. jbcampos

Distração providencial Estive distraído em meus pensamentos, imbuído em meus tormentos, entorpecido em meus lamentos, porém, o meu ventilador atrevido ao arrefecer meus ouvidos me fez ver ao fazer um zumbido desconhecido ao ouvir com meus espirituais ouvidos uma rouca voz a soar…
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Distração providencial Estive distraído em meus pensamentos, imbuído em meus tormentos, entorpecido em meus lamentos, porém, o meu ventilador atrevido ao arrefecer meus ouvidos me fez ver ao fazer um zumbido desconhecido ao ouvir com meus espirituais ouvidos uma rouca voz a soar no ar do meu amado lar a me dizer: Mal agradecido! Abra essa janela e veja por ela o magistral vergel paradisíaco que lhe apraz. Aí o meu próprio pensamento me repreendeu legal: Ei você aí, não se toca não? Está pensando ser o tal a conjecturar a sua situação atual... Sendo septuagenário; não se vê otário? Com que mãos está a escrever, com que olhos está a ver, com que pensamento pensa tal atrevimento mortal, com que pernas anda para enfrentar o mal de se contradizer a doença a qual não se cansa de perseguir o carcomido andar do doentio ser? Abri a janela e senti do arvoredo adentrar mais cedo a energia celestial, surgindo do meu feliz quintal num alegre segredo sentimental. Como sou bobo, meu Deus! Estou aprendendo a viver o eterno momento, o resto é somente frescura humana! jbcampos

Merencória Numa dessas noites enluaradas, sentado me encontrava recostado numa pilastra do alpendre lá de casa, sobre o primeiro degrau daquela escada, enquanto, contemplava o campo mesclado de arvoredo encantado o qual se perdia no tempo daquela noite a qual irradiava certa ale…
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Merencória Numa dessas noites enluaradas, sentado me encontrava recostado numa pilastra do alpendre lá de casa, sobre o primeiro degrau daquela escada, enquanto, contemplava o campo mesclado de arvoredo encantado o qual se perdia no tempo daquela noite a qual irradiava certa alegria para apaziguar a minha afoita agonia. Relembrava dum passado distante dum desperto anteontem. Aquele pensamento estonteante me fazia rubrar à tez ao confundir o alazão, potro de estimação com um rinoceronte de ilusão noturna. O potro ao trote na mata se desfez como vulto soturno em sua sordidez. Envergonhado com a minha insensatez voltei-me a pensar: “No escuro todos os gatos ficam pardos”. Descartando minha timidez, retornei a pensar outra vez no meu velho fardo: Por que a paz arredia se desfaz em melancolia na merencória dessa lua fria, sem sentido profícuo? Inexplicável sentimento místico de dor e alegria, não dando o devido sentido ou algo parecido com o qual me identifico, porém, infelizmente não explico. Então briguei comigo mesmo, repreendendo-me, pois, deveria aproveitar aquele momento bem medido, quiçá, bem merecido duma sublime contemplação de estado de espírito imbuído dum lapso que ficou perdido, todavia, deveria ser mais querido. O resto não passava de mera ilusão. jbcampos

Simplesmente Ao adentrar à singela favela notei que nela havia alegria, as crianças sorriam, os jovens tagarelavam em demasia numa tarde fria... Pensei, afinal do que sorriam. Então vislumbrei que caia a fixa pela qual há muito não me apercebia ser um ser tão frágil e pobre dian…
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Simplesmente Ao adentrar à singela favela notei que nela havia alegria, as crianças sorriam, os jovens tagarelavam em demasia numa tarde fria... Pensei, afinal do que sorriam. Então vislumbrei que caia a fixa pela qual há muito não me apercebia ser um ser tão frágil e pobre diante de gente de índole nobre. Voltei o meu pensamento ao real e pude entender um pouco, apenas um pouco de que a vida ali não influía, tampouco, fluía sobre àquela matéria fria tomada de alegria quente de singela gente. Aí conclui que a felicidade encontra-se na simplicidade de um brinquedo qualquer, dependendo do olhar de sabedoria do pobre mortal a qual ria da própria ironia do belo malmequer o qual ao final do dia arrefecia e noutro fenecia ao capricho da natureza real. Ali entendi que tudo o que possuía; somente me pertencia por um laivo de momento e que tudo deixaria ao meu orgulhoso tormento. Como sou pobre, meu Deus! jbcampos

Nosso mundo subjetivo Jb.campos O homem subjetivo dos dias hodiernos, nada diferente do primordial homem troglodita.
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Nosso mundo subjetivo Jb.campos O homem subjetivo dos dias hodiernos, nada diferente do primordial homem troglodita. Nada se explica por inteiro nesta nossa vida de terráqueos! O fato de tudo ser inexplicável nos arremete a Deus em sua infinita sabedoria. - Como explicar os universos que formam o corpo psicofisiológico do homem? É um paradoxo pleno afirmar-se que a matemática, a física são ciências exatas, onde existem dízimas periódicas simples e compostas, logarítmos, pi = 3,1415... etc... A única verdade absoluta de todas as ciências é que, elas não são absolutamente absolutas... Nada do que existe é igual a outro nada, se é que podemos assim escrever ou dizer. Somos congruentes apenas, porém, jamais iguais! Impressões digitais não são iguais, gêmeos idênticos são completamente diferentes nos seus detalhes etc... E, como nos atrevemos escrever sobre a evolução integral do homem, temos a esperança de nos aproximarmos da consciência dos atos e fatos de nossas vidas. Ao olharmo-nos do ponto de vista reticular, podemos ver que nada no nosso ser é igual, apenas assemelham-se, aqui encontra-se o grande mistério cósmico, ou divino, não importa o nome de se dê, importante que isto é um fato. NAVEGAR “Navegar é preciso” Não se vive à toa, Como diria “Fernando.” “O Boa Pessoa”. “Navegar é preciso”. Matar o ego, é incisivo. - Esperar até quando? Não fique indeciso! O espelho é pobre, Não seja Narciso. A vida é um jogo – jogue. Mas, seja Pessoa, Pois, “navegar é preciso”. Obra de auto-ajuda

A vida é apenas “estado de espírito” O que realmente é a vida humana a não ser quase nada na existência dos universos. Habitamos sobre um ínfimo cisco universal, além dessa pobre pequenez; somos ignorantes e maus, somos orgulhosos, vingativos, adúlteros, assassinos, tripudiadore…
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A vida é apenas “estado de espírito” O que realmente é a vida humana a não ser quase nada na existência dos universos. Habitamos sobre um ínfimo cisco universal, além dessa pobre pequenez; somos ignorantes e maus, somos orgulhosos, vingativos, adúlteros, assassinos, tripudiadores dos mais fracos... Você pode não estar gostando do que está lendo, porém, não pode desmentir este simples fato de ser tão humano quanto aos demais. O que acontece com você é que foi educado para ser civilizado, como se o indígena fosse inferior a você. Refiro-me a você pelo simples fato de: eu ser Você, mesmo que você não goste! Bem por isso, também fui moldado à filosofia cristã, e faço de tudo para me amar e depois amar a você, até porque seria hipócrita se o colocasse em primeiro plano, já que o maior mandamento do Cristo é: Amar ao próximo “como a si mesmo”. Caso você não saiba se amar, jamais saberá amar qualquer outra coisa. Porém, já que eu e você somos unos, somos farinha da mesma saca ou, galho da mesma cepa. Diante à infinitude universal, local onde habitamos e frente à eternidade, esta vida é realmente nada. Mas se pinçarmos alguns fatos, e fatos são fatos, e contra fatos não há argumentos, podemos notar que a maior força que conhecemos é invisível, já que estamos mensurando os fatos. Como é óbvio, se é invisível é de tamanho pequenino. O nosso pensamento é impalpável e invisível e ao descobrir as forças nucleares dos átomos destruidores e também construtores, pode-se entender que Deus mora nele, apesar dos pesares... Quando essa força extrassensorial trabalhar somente para o bem, o homem sairá deste tugúrio chamado terra. E também entenderá que céus e infernos estão dentro de si... Quer evoluir, medite e aprenda com o seu eu maior. Se você for religioso, vá lá ao Novo Testamento; capítulo 10 de João e poderá certificar-se de que você é deus, e para quem é deus, tudo é possível, e verá também que os céus estão dentro de você. Complementando a conversa do amor, o segundo mandamento de Jesus é: amar ao próximo, que se iguala ao primeiro que é: amar a Deus sobre todas as coisas. E se não for religioso, apenas ame, e terá simplificado sobremaneira a sua existência! Quantos pensamentos destrutivos deixam de povoar a mente daquele que se propõe a deixar a mente vazia, pois, ao fazê-lo com esmero e verdade limpará todos os resquícios de mazelas desta vida. Boa sorte! jbcampos

Nirvana, o prazer de sentir o óbvio Para se conquistar o bem-estar é preciso enxergar com os olhos do espírito o momento pelo qual se sente a simplicidade da vida, apenas isto, nada mais pode ser importante do que entender o nada, o vazio, o vácuo donde todas as almas são proced…
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Nirvana, o prazer de sentir o óbvio Para se conquistar o bem-estar é preciso enxergar com os olhos do espírito o momento pelo qual se sente a simplicidade da vida, apenas isto, nada mais pode ser importante do que entender o nada, o vazio, o vácuo donde todas as almas são procedentes. A emoção do ego nas grandiosidades desta vida efêmera só pode trazer constrangimentos ao empafioso que se encontra cego ao não ter a óbvia consciência de sua própria mortalidade... No momento em que se pode realmente olhar e contemplar o sorriso de uma criança, o andar encarquilhado dum ancião, o desabrochar duma flor, a verdade duma simples gota de orvalho a refletir todo o firmamento divino. Então pode dizer que está começando a enxergar o óbvio, apenas o óbvio. Quando a alegria for apenas pela própria alegria, sem esperar ou por ter conquistado um prêmio boçal qualquer, então, a evolução d’alma começa a florescer. Quando você sentir o prazer da felicidade por nada, apenas nada, cresceu sobremaneira, pois, não discute mais, não tendo de provar nada, absolutamente nada a ninguém. Agora se você não está entendendo, sinto muito, pois, terá de descer do seu altar e aprender a mais simples lição desta vida, a humildade... Feche seus olhos esvaziando a sua mente, deixe que o amor, apenas o amor invada todo o seu ser... Se conseguir essa simplicidade, acaba de atingir o nirvana e pode esquecer os céus e os infernos, pois, atingiu o fim colimado d’alma humana, e não queira mais do que isso... Modestamente este seu conservo pede-lhe a receita de chegar ao auge da singeleza. Bons sonhos, onde mora a sua essência.

Juventude fagueira Nem sempre é amiúde a atitude. Vê se não se ilude com o ataúde.
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Juventude fagueira Nem sempre é amiúde a atitude. Vê se não se ilude com o ataúde. Às vezes é uma hilária droga, onde a droga sobra, e propaga. O amor dobra, sangra e paga. O dia amanheceu em flores, o jovem abriu seus olhos e notou pela fresta o sol invadindo o seu lençol. Multicolores de amores passaram-lhe pela mente incandescentes de olhares trigueiros, e companheiros fagueiros às vezes de horrores vagueiam sob égide dos temores. Que droga é essa droga a qual draga a toga magistral-especial, espécie de chaga chacal duma ferina praga - profissional do mal. jbcampos

Por ti o sino dobra O sino
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Por ti o sino dobra O sino chama com chama. Amor em flama. A esperar - te aqui! Bela flor deste jardim, venha minha doce flor. Dar-te-ei meu coração com profusa emoção. Venha já apaziguar doída contração que me prostra. Esta ingratidão abafa este grito além do infinito. Tinindo soa hino. Amor quase divino. Este panteão ataviado construído à princesa bela a confundir com a singeleza mais singela vestida de aquarela. O tempo traiçoeiro e meu travesseiro alvissareiro urgindo ao tempero inteiro de azinhavre, vem antes que este meu amor se agrave e a loucura-doída minh’alma trave! Vem meu amor, Vem meu Amor. jbcampos

Vida extinta A gente já vem; voltando Ao âmago do primeiro plano.
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Vida extinta A gente já vem; voltando Ao âmago do primeiro plano. Se assim for o nosso final de ano. Outros janeiros por certo estarão por Perto nos assediando, com forte cor Criada pelo criador do infinito amor! Assim esta vida se esvai como vapor Vaporizando o nosso divino amor Doando e doendo a quem doer Será o findar de mais sofrer Afinal; vamos voando Ou suando ao soar Do sínodo ao ar Suor pingando Arpoando ! Já é mais Um final De ano À vida Pião ! coração Rodando, Rodo - piano Ao som mavioso. Piando, majestoso, Jocoso, gostoso, jeito Airoso de viver sorrindo Contrafeito, contra o peito Ao morrer de amor perfeito. Som melífluo de amor divino. O sol já está quase a pino E o poeta com sorriso De velho - menino, A espera de soar O divino sino. Assim chegamos indo! Amém!

Achados & Perdidos Entre perdidos e achados acha-se o pobre coitado de mente estouvada, muitos homens não conseguem ver além do véu, em reconhecer o óbvio estágio de ser humano-finado. Poxa, não dá pra entender definitivamente a mortalidade de tudo e de todos... Ora, já é hora d…
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Achados & Perdidos Entre perdidos e achados acha-se o pobre coitado de mente estouvada, muitos homens não conseguem ver além do véu, em reconhecer o óbvio estágio de ser humano-finado. Poxa, não dá pra entender definitivamente a mortalidade de tudo e de todos... Ora, já é hora de se aperceber o fato de que estamos passageiros efêmeros nesta vida. Somente para se fazer uso da humildade para não tripudiar o próximo. Hipocrisia não vale, a realidade é fazer uso do amor. Fazer-se de humilde é a pior das mentiras. É a falsidade ignominiosa que atrasa mais ainda e evolução humana. É tão banal a ideia da morte, embora, seja um assunto desagradável a muitos leitores, nem por isso deixa de ser a mais óbvia realidade da vida humana. A morte deve existir para igualar tudo e todos. Realmente iguala a todos, escravos e senhores, desde o mais singelo ao mais egocêntrico. Então o viver do presente deve ser aquilatado com inteligência profunda, até porque o ser humano não quer ver o óbvio, assim como não gosta de ouvir as verdades desta existência. Haja vista os mesmos corruptos continuarem governando sob a égide da mais desastrosa ilusão a eles e aos seus governados, os quais se quedarão brevemente... - Por que o povo não toma posição se; “o poder emana do povo”? - Quanto se há de viver, quiçá, reencarnar para aprender o óbvio? Afinal morrer é nascer para outra vida, assim parece óbvio. Deduzindo, esta vida só pode ser um curto estágio do aprendizado eterno, onde devemo-nos desvencilhar de tudo, inclusive de nós mesmos, de nossas pseudoglórias, um ser mortal de vida tão curta, na realidade não pode se vangloriar de absolutamente nada, especialmente de sua arrogância. A não ser simplesmente ao se reconhecer marionete da natureza, como um aluno bem infantil. Pelo que vemos neste aprendizado podemos deduzir que estamos nos primórdios da evolução extrassensorial. O tempo é simplesmente implacável, vem e vai rapidamente, enquanto, perdemo-nos nas ilusões desta vida. Reconhecimento enfático: A vida é bela e grandiosa quando se vive à sua pequenez! jbcampos