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Frases de Jailton J. Silva

10 frases

Sempre temos na história, alguém para falar de Deus, de justiça e também de meio ambiente, e o desafio é: “o que fazer e como fazer”, além da forma de como se concebe e como era concebido o termo meio ambiente.
VIVA O CAOS!!!! ⁠No caos você começa sonhos que não concluirá, e reclama do mundo injusto! No seu caos, bate e não ouve choros, pois seu sofrimento é sempre o maior.
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VIVA O CAOS!!!! ⁠No caos você começa sonhos que não concluirá, e reclama do mundo injusto! No seu caos, bate e não ouve choros, pois seu sofrimento é sempre o maior. As oportunidades chegam e não são notadas, pois todo o seu ser passa o tempo contemplando a decepção. Chora vivendo os sorrisos alheios, perde-se em estradas sem curvas, mas culpa uma pedra no caminho! Opta por caminhos rápidos e sem processos, em sua mente apenas a frase: Chega de sofrimentos! Dá aulas, quando apenas deu os primeiros passos no seu próprio reconhecimento. Quando não se enquadra em alguma regra e é excluído(a), arrota originalidade. Reclama da falta de vida social, mas vive excluindo pessoas, dizendo que amizade você escolhe, não é escolhido(a). Nos finais de semana seu maior feito é sua relação com a cama, depois reclama que a segunda-feira chegou, e o mau humor toma todo seu dia. Entretanto, quando se diverte, se cansa e mais uma vez as alegrias não superam o dissabor da obrigação e lá vem reclamação! Seu trabalho é sua única fonte de renda, mas nunca o abençoa, apenas reclama Hei!! acorde, a vida está passando, e tudo isso não existiria se você não estivesse vivo! A presença do caos é o prenúncio do descobrimento do seu caminho, sem influência e acima de tudo original! Fuja das alegrias sem processos e agradeça pelo caos libertador, mas não se acostume com ele, apenas aceite-o, entenda sua mensagem, ou jamais sairá dele!! Jailton

⁠ Um pouco de história As lutas, crises econômicas e políticas sociais parecem uma disputa para ver quem pode mais. O Capitalismo atinge a todos os irmãos, tendo bom ou mau coração, pois nesse antagonismo imposto, o que importa mesmo é a produção.
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⁠ Um pouco de história As lutas, crises econômicas e políticas sociais parecem uma disputa para ver quem pode mais. O Capitalismo atinge a todos os irmãos, tendo bom ou mau coração, pois nesse antagonismo imposto, o que importa mesmo é a produção. É um sistema que muitos querem explicar, como é, foi e ou se dá! Marx, Durkheim e Foucault, todos querem dilucidar, eles por estudos, outros a conjecturar. Gerado pelo ser humano, sempre cresce na produção, mas é pobre quando todos têm, fomenta o obsoleto, alimenta o vai e não vem. Foi na década de trinta, alcançou a superprodução, o povo passando fome e o poder dizendo não. O povo sem dinheiro, barato não podia comprar, e ninguém imaginava o que fazer pra isso mudar. O governo Vargas, eleito em nome de Deus, agiu como filho do cão, comprou o excesso produzido e pagou tudo ao patrão. Toneladas de café mandou queimar, e a conta disso tudo, mandou pro povo pagar. Quando a crise chega, sobram homens e máquinas. A fome ganha espaço, vira tudo uma tristeza. É esse o justo momento que aumenta a tal pobreza. Calma e sai de baixo Lá vem a recessão, a inflação, o monopólio, o oligopólio, aumentou a especulação. É o rico se protegendo, o governo tudo vendo, mas é o povo que está morrendo com a tal desnutrição. Suicídios, homicídios, doenças físicas e mentais, enquanto a informalidade aumenta mais e mais. Os governos pra o patrão agradar, começam obras públicas: ruas, escolas, redes de esgotos e outros, mas era contrato de emergência, aquilo não podia durar, pois em setores lucrativos os governos não podem atuar. Na terra do tio Sam, também na mesma época, dizia que o desemprego era vício, era preguiça, dos que gostavam de vagabundear, mas o moço Roosevelt procurou o discurso mudar. Inventou o seguro desemprego, um plano de aposentadoria, para os mais velhos sustentar. O que na verdade não podia era o povo nas praças a reclamar. Enquanto isso nas terras Brasilis... A igreja católica sempre pelo trabalhador, proposta aqui e ali, levantes também, sim senhor, apenas registrava o tamanho daquela dor. Tudo no capitalismo beira o obsoletismo, o petróleo que era salvação contribuiu com o abismo. Os preços subiram, a dívida externa aumentou, se alguém estava rindo, nesse momento chorou. O sonho agora é exportar tudo que produzir, achatar o salário já baixo, só pro rico voltar a sorrir. O governo da época dizia querer o trabalhador organizado, mas antes daquele aumento, já estava desempregado, e o governo como sempre, na mão do empresariado. O trabalhador já tinha CAPs, Iaps, INPS, mas cada vez menos dinheiro entrava, foi aí que se descobriu de onde o governo o dinheiro tirava. Na recessão, o empregador se protege, volta o olhar pra exportação e aumenta a repressão, diminui gastos com saúde, emprego, previdência e também com educação. Isso em 77 e 82 e também agora, décadas depois. Como ontem, hoje, existem os neoliberais, estão sempre debatendo contra as medidas sociais. Pensam em devolver aposentados aos seus setores, mas substituem o trabalho humano pelos sábios computadores. Mais uma coisa que nunca muda, meu interesse nunca é o seu. A briga não é do rico contra rico, mas do plebeu contra plebeu. Pois, podemos notar pobre capacho de rico e inimigo dos seus. Quem pode mudar tudo isso, só Deus, só!! TUDO COMO ANTES!