Na imensidão dela, nos sentimos perdidos Perdidos em um mundo Lugar este que entendemos impossível entrar
Continuar lendo
Na imensidão dela, nos sentimos perdidos Perdidos em um mundo Lugar este que entendemos impossível entrar Nos vemos incompreendidos E muitas vezes só Olhamos para os lados buscando algo Procurando sem mesmo sabermos o que ser Quando se vê, já são seis: há tempo… Talvez estejamos apenas nos preparando A espera de um longo cochilo Acordamos e olhamos para o lado: somos nós mesmos… É claro que a vida é boa Queremos mudanças Quando se vê, já é sexta-feira… Estamos acordados? Deveria mesmo agora ser assim? Dos sorrisos a cada chegada... O cheiro de chuva na terra Já estamos em dia? Quando se vê, já é sexta-feira… Abrimos os olhos buscando amar Amando ela, pecamos O bruto a usou como um projétil, Empreendendo, a usou para construir, Sendo ela simples, apenas a aceitou O passado foi duro Olhamos para o pulso e já vemos dezessete… E ela lá já está Mas era apenas isso, era isso, mais nada? Um novo sol, novo lar Construindo os labirintos impermanentes Sendo estes que diariamente habitaremos Ao vermos o relógio, já são três Antes de nos sentarmos à mesa, tu e eu, Vida