Coragem é uma coisa definitiva, depois de inventada, nunca mais se perde.
Frases de J.J.Barbosa
73 frases
Hoje meu nariz de palhaço viajou sem mim... Oh! Quão triste é o pais das lagrimas.
Gravem, querendo, sobre a sepultura: -Teve por gloria a própria desventura. A dor suprema de ter sido só.
Uma lágrima desapareceu trêmula em seu rosto. Tudo porque ninguém a tirou para dançar.
Cada poema é um parto de ternura, paradoxal, pois na ternura não deveria haver dor.
Nossas vidas se resumem em duas pontuações, sendo elas uma vírgula e o três pontos, pois entre elas está justa colocada a nossa eternidade.
No ultimo dia de minha vida, corri até a colina e abracei o sol. Fiz tal como o meu sonho de menino.
Sonhos são feitos de areia, pois se desfazem e escorregam das mãos.
Apaixono-me diariamente por tudo e por todos, assim não corro o risco de morrer de amores por uma só criatura.
Dizem que a poesia, para ser pura, deve ser inconseqüente... Mas, por ventura, os anjos não conhecem a eternidade?
Coincidência não! ...E sim sincronissidade.
A primeira decepção que temos com nossos pais, é descobrir que eles nao sabem de tudo.
E agora, sem amor nem sonho e mocidade. Soletra missal azul do firmamento. O evangelho pagão do rito da saudade.
A riqueza é tudo que o dinheiro não pode comprar.
Disse o poeta: "Morreis de amor, pois não há morte mais nobre para um homem."
Og hér ert þú Glósóli..... "Ai esta você sol radiante."
O poeta sofre duas vezes. A primeira é a dor dos mortais, o segundo dos mágicos que desatina a doer: a dor das palavras.
Uma vez ela quis bailar além dos céus, como uma bailarina. No entanto nada fez, pois se é muito difícil bailar em uma cadeira de rodas.
Cortei-lhe as asas para não voar. E a linda fada fez de suas penas lindos poemas para me embalar.
A pobreza é um vício!
O poeta sofre duas vezes. A primeira é a dor dos mortais, o segundo dos mágicos que desatina a doer: a dor das palavras. Cada poema é um parto de ternura, paradoxal, pois na ternura não deveria haver dor. O poeta canta um canto angelical empregando em suas palavras maduras, o a…
Continuar lendo
O poeta sofre duas vezes. A primeira é a dor dos mortais, o segundo dos mágicos que desatina a doer: a dor das palavras. Cada poema é um parto de ternura, paradoxal, pois na ternura não deveria haver dor. O poeta canta um canto angelical empregando em suas palavras maduras, o amor universal.
...E eu nao sei falar de amor.
Quem julga, não joga.
Que imporá a imortalizarão do nome. Gravem, querendo, sobre a sepultura: -Teve por gloria a própria desventura. A dor suprema de ter sido só.