Frase de J.J.Barbosa
O poeta sofre duas vezes. A primeira é a dor dos mortais, o segundo dos mágicos que desatina a doer: a dor das palavras. Cada poema é um parto de ternura, paradoxal, pois na ternura não deveria haver dor. O poeta canta um canto angelical empregando em suas palavras maduras, o amor universal.
No pensador.ai desde