Quis faróis, tens que visam Salvador, Vai-se soneto branco chamuscado; Falais aos caranguejos e saguis,
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Quis faróis, tens que visam Salvador, Vai-se soneto branco chamuscado; Falais aos caranguejos e saguis, Imitantes atores às marés, areias, Num traquear desolado Atlântico: Vens lufada abrangente e Carioca; Branda a lufar — se nós lufássemos — que sejais samba, roda de pagode. Baianos cativados contemplam As areias, caranguejos na ciranda, Até saguis em marés. A elite levanta E sai do Monte Pascoal a ver samba: — Que fazeis esses? Longe; aqui na Bahia? —Esses, acampar-se-ão no Farol da Barra.