Descausalidade Tempo, meu amigo, fiel companheiro de jornada. Nada tenho a dizer do que passou.
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Descausalidade Tempo, meu amigo, fiel companheiro de jornada. Nada tenho a dizer do que passou. Por que se foi e já não existe mais?! Dizer a você se estou feliz é difícil precisar, a saudade me prende a um tempo que não retornara! Não esqueça de mim, me, comigo, amigo. Nestes versos ruins, sem fins. Digo apenas. Porque? Se, já não adianta. Sem sentido do que passou e se foi, o poema prosa do desvio de quem não sabe aonde ir. Espero seu aviso! Vou partir, nada sou apenas devir, daquilo que todos acreditam não entendo. Adeus, é chegada a hora. Vejo que já chegaste, Vamos que já é tempo e você não espera por ninguém! Saudades aos que ficaram, tentarei construir o que ainda não sou!