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Frases de IsabelMoraisRibeiro

336 frases

Vivo na cavidade! Na cavidade molhada da tua boca. Donde cultivas os beijos ardentes.
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Vivo na cavidade! Na cavidade molhada da tua boca. Donde cultivas os beijos ardentes. Com o sabor a alecrim do vinho tinto. Aroma de morangos, cerejas e chocolate. Vivo com esta humidade que transporto. No vento, agarrado a tempestade. Tentando partir os vitrais do esquecimento. Vivo todas as horas da noite. Desejando. Alimentando os suspiros da paixão. Vivo tudo isto em ti. Em ti meu amor nos teus "beijos" !

Grito Grito por ti esta noite. Soletrando na dor o teu nome.
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Grito Grito por ti esta noite. Soletrando na dor o teu nome. Vazio de uma infinita saudade. Perfeição louca das estrelas. Transporto no olhar um grito. Abraço no silêncio da noite. As memórias esquecidas na solidão. Bebo o néctar dos deuses. Com a fúria dos sentimentos Fiéis e cúmplices. Brumas livres, soltas de detalhes inquietos. Instante de um paraíso, desafiando o tempo!

Amo-te em cada beijo que te dou Amo-te em cada olhar sobre a lua Amo-te em cada verso feito no silêncio
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Amo-te em cada beijo que te dou Amo-te em cada olhar sobre a lua Amo-te em cada verso feito no silêncio Amo-te em cada poema que me escapa por os dedos Amo-te nos gritos das minhas noites Amo-te por cada lágrima que cai de alegria Amo-te nas minhas memórias longínquas Amo-te e busco-te ferozmente em cada palavra Amo-te em cada objeto da nossa casa Amo-te e desejo-te cada dia mais!

Acalma meu amor... Esta minha dor e agonia. Desta solidão...
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Acalma meu amor... Esta minha dor e agonia. Desta solidão... Que em mim fez a sua morada. Acalma-me meu amor. Da vontade louca de beijar a tua boca. Que invade de desejos. Esta pobre alma que acorda assustada. Acalma-me meu amor. Deste frio que gela o meu coração. Das imagens guardadas. E memórias escondidas. Acalma-me meu amor... Das noites em agonia. Que me faz sonhar contigo!

Quando um poeta escreve. Pinta a alma de amor. Dor
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Quando um poeta escreve. Pinta a alma de amor. Dor Saudade Magia Ilusão Cria algo de novo. Onde nasce dentro de cada um… Descrevendo Imaginando Esquecido Escuto respiro cada segundo. Por alguém encontrado... Imaginado Perdido Nos pensamentos assombrosos. Escritos Rasgados no vento das memórias!

Encontro na tua sombra. Quente do deserto. A luz dos meus dias.
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Encontro na tua sombra. Quente do deserto. A luz dos meus dias. Na tua pele, a água do mar. Na minha, a água do rio. Onde desaguam. Desaguam as águas da vida. As lágrimas, guardam todas as águas Das chuvas de alegria. Os ventos escrevem na pele. Como na ponta dos dedos. O mais antigo sussurro. Feitos de carícias e carinhos!.

Nos dias chuvosos, nas noites escuras. Sinto algo obscuro dentro de mim. Deve ser medo, que não tem medo.
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Nos dias chuvosos, nas noites escuras. Sinto algo obscuro dentro de mim. Deve ser medo, que não tem medo. Mais uma noite sombria. Uma tempestade que me espera. Descem os lobos da serra, dos montes. Oiço uivarem de fome. Sei que sentem o mesmo que eu sinto "medo" O vento faz tremer as minhas janelas. Os seus uivos de fome, causam-me compaixão. Tenho uma admiração por lobos e muito respeito. Por saberem conviver em matilha e na solidão. Os lobos são livres, amam a sua liberdade. Matam porque têm fome. E nós somos escravos sem esperança. Que devoramos a terra. Matamos sem fome, por pura vaidade Somos selvagens, sem dó... Nem piedade. Inimigos de nós próprios. Egoístas, sem escrúpulos. Neve lá fora, uivam os lobos Descem a aldeia cheios de fome. Pelas fragas, ribeiros e rios deste nosso Portugal. Nós somos covardes. Como uma matilha de ferozes solitários!

Tu és o lobo que devora-me o corpo O coração A alma
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Tu és o lobo que devora-me o corpo O coração A alma Como o fogo que arde Numa fogueira de pinhas E de giestas Os meus carinhos são teus Tu és o lobo que me beija Que acaricia o meu corpo Tudo em mim hoje é selvagem Aveludado e sem medo.. Deste chama e alento ao meu coração És o Lobo que me cobre com amor E caricias O teu corpo é e será para sempre. A minha fonte de água pura Onde sacio a minha sede desta Minha desvairada vontade Rasga-me a carne Devora-me por completo Entrego-me a ti predador Devorador de carne Vasculho e abraço os nossos lençóis Com esperança de te encontrar Ainda sinto o teu cheiro O aroma do suor na nossa cama Amo o tua maneira despojada e sedutora Tu és o lobo que acorda dentro De mim o que está adormecido Espero-te e não respiro até à próxima Lua.!

Talvez eu nunca edite um livro. Um livro. Onde, cada um escreve o que bem lhe apraz.
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Talvez eu nunca edite um livro. Um livro. Onde, cada um escreve o que bem lhe apraz. Desde as memórias felizes, às mais tristes. Onde as lágrimas, sorrisos, dores e mágoas... São e serão sempre convidados muito especiais. O mundo é feito de livros, muitos livros Milhões deles, uns bons, outros maus. Uns mais pequenos, outros maiores. Livros mágicos de um leitura simples onde nos agarramos as suas historias, delirados e encantados Afinal a mais bela a ser escrita será sempre a nossa A história mais importante, é a que se escreve num livro É chamado de vida, é a nossa história. É o que faz sermos tudo aquilo que somos. Porque não há nada como voltar atrás e lermos aquilo que nos recorda mais. Aqueles momentos mais marcantes. Que vale a pena ler e reler as vezes que se quiser. Nem toda a gente tem a facilidade e a oportunidade de escrever um livro. Talvez eu nunca edite, ou talvez edite, só Deus sabe. Hoje com sorriso escrevo poemas, textos, de memórias e recordações!

Sinto a chuva a cair. Sinto... Sinto o meu corpo.
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Sinto a chuva a cair. Sinto... Sinto o meu corpo. A minha alma. A flutuar no vazio. No vazio da noite. Esquecida. Com ela as letras perdidas. Palavras feitas em poemas. Escritas num livro. Num livro branco. De diversas cores. Disfarçado de amores ou desamores. Lá fora cai a chuva, onde molha as flores. Molha os nossos pensamentos. Fazendo-nos sonhar. Amar Sentir Os pingos da chuva batem... Nos vidros da janela Cá dentro sentados à lareira. Tu e eu. Abraçados aquecemos os nossos corações!

Cruzámos. Os nossos olhares cúmplices. Falámos muito, mas...
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Cruzámos. Os nossos olhares cúmplices. Falámos muito, mas... Talvez não me recorde do quê. Senti o teu olhar. Como o calor dos nossos corpos. Onde crescia o desejo. Desejo natural. Tornámo-nos murmurantes... Nos silêncios Nos gestos Nos sentimentos Sentados no escuro do quarto. Olhámo-nos sem maldade. Recordámo-nos onde que nos conhecemos. São ermos os nossos caminhos. Com luar Com rosas Noites silenciosas Com calor Apesar de tudo... Estávamos vivos e apaixonados.

Dizem que os poetas são solitários.... Talvez sejam.... Talvez não...quem sabe.....
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Dizem que os poetas são solitários.... Talvez sejam.... Talvez não...quem sabe..... Caminham nas palavras... Nos desencontros do mundo.... Calabouços de dores iluminadas..... Albergadas na eternidade do tempo.... Pedras.......fragas.... Onde as palavras germinam flores.... Flores belas..... Perdidas no deserto da alma..... Silêncios escondidos... Máscaras sem existência.... Palavras deitadas ao vento... Pelos dedos ....... Da mão....onde morro....... E renasço nas cinzas... Cansada escondida....... De luzes iluminando recantos... Escuros.......profundos..... De medo. Penumbra de pranto Nas margens de um poema... Escrito com dor ...e alento..... Na perfeição.. Da mente...às vezes... E tantas vezes perversas... Espelho de retalhos........ De um corpo confuso.... Construido e ancorado...escrito..... Na magia de uma dor...de um lamento... De murmúrio..... Onde me pedem a perfeição das palavras.. Dizem que os poetas são solitários.... Na perfeição das palavras..... Talvez sejam....talvez não...quem sabe.....!!

Dia de sol, quase dia de verão. Vento suave, cor perfeita. Manhã quente, brisa leve.
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Dia de sol, quase dia de verão. Vento suave, cor perfeita. Manhã quente, brisa leve. Cheiro de maresia que entra pela janela do carro. As horas correm e eu ignoro os ponteiros. As crianças estão felizes, alegres. Gostam tanto de praia. Querem aproveitar cada pedacinho desta manhã. Daqui a pouco os nossos pés pisarão na areia da praia. A manhã passa depressa, as crianças estão felizes. A tarde chega de mansinho trazendo a beleza de uma quase segunda-feira!

Rosas.... Rosas de todas as cores... Amo todos elas.....
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Rosas.... Rosas de todas as cores... Amo todos elas..... Perfumadas...... Pétalas de sonhos...... Espalhadas no quarto..... Aroma...cheiro feito de desejo por ti.... Só por ti..... Dos teus gestos..... Do teu olhar... Das tuas carícias.. Perdi-me no turbilhão de químeras..... Sou como uma alma feita de palavras... Silêncios..... sons... sonhos… Pensamentos…momentos... Sentidos... desejos… delírios… Perfumes…sensações… Se alguem dizer que morri... Talvez tenha partido.... Para locais que guardo na alma...... Pesa-me os versos como pedras...fragas.... Feitas em emoções que eu vivo ou vivi..... Águas revoltadas...... De ternura.... Palavras ditas ou por dizer... Noites de silêncios marcados apenas pelo olhar... Rasgados pela dor... Ou pela gratidão.... Paisagens..... Rosas de um jardim..... Deixadas aqui no meu recanto da alma... Onde tu és o meu porto de abrigo.... E deixas as minhas sensações em silêncio.!!

Meu amor Devolve-me a minha alma. Que a perdi.
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Meu amor Devolve-me a minha alma. Que a perdi. Com ela a alegria. Os sorrisos. Os sonhos. Doem-me os olhos. Deste pó. Devolve-me. Talvez uma lágrima. Apenas uma. Por favor meu amor. Já não tenho mais sal. Nem água cristalina nos meus olhos. Para chorar e... Aliviar a minha dor. Devolve-me o meu coração. Que está seco. Como o sal da minha boca. Das saudades. Do teu carinho. Dos teus beijos. Que correm como um rio selvagem. Devolve-me o perfume das rosas. Aroma suave. Dos nossos corpos suados!

O medo Está nas nossas mentes..... Que nos controla o tempo todo...
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O medo Está nas nossas mentes..... Que nos controla o tempo todo... Acorrentadas no corpo... Onde somos insanos... Maldosos... Pobres.... Doces....inocentes.... Destruidores... De um doce sacrifício.... Afogo a minha dor perdida.... Num sonho.... Numa escuridão... Durmo para morrer... Apagando o silêncio... Cinzas ardentes..... Que escurecem o dia.. Onde sobrevivem todos os meus erros...... Sou coisa pouca .... Talvez pobre.... Testemunho quem vive para me destruir.... Noites ofuscantes........ Vento rodopiando... As folhas soltas da tempestade... Mortas... Caídas... O medo está nas nossas mentes..... Que controla o tempo todo...!!!

Escrevi o tempo. Escrevi para ti Desenhei o silêncio.
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Escrevi o tempo. Escrevi para ti Desenhei o silêncio. Desenhei para ti. Escutei o silêncio. Que acalmou o mar. Rasguei o silêncio. Em tempo para ti Para que o silêncio. Se faça escutar. Desenhei o tempo. Feito em silêncio. Escutei a melodia. Desejando o silêncio. Desenhei o tempo. Numa folha em silêncio. Joguei ao vento. No silencio do tempo!

Dormimos com a noite. Falámos Amámos
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Dormimos com a noite. Falámos Amámos Sonhámos Mesmo que eu não diga nada. Mesmo que nunca perguntes nada. Estarás sempre arrependido. Por não teres confiado... Confiado o teu corpo... Ao meu. E haverá sempre café quente. Flores na mesa e na tua xícara. Que seja infinito o que nos faz bem. As saudades não fiquem nas memórias. Como um navio atracado no cais. Sem rumo, sem comando. Negando em tempestades, por mares de saudades!

Transformaste O meu respirar lento. Lento e silencioso.
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Transformaste O meu respirar lento. Lento e silencioso. Nas brumas da saudade. Nos prantos da dor. Onde olhamos para tudo. Tudo o que parece ser possível. Possível ou impossível em estranhos lugares. Permanentes sombras claras ou escuras. Escuras de traços, de sorrisos. Felizes todos aqueles que se amam. Seja de noite ou dia. Abrindo o coração à vida. Aos sonhos. Fora dos labirintos do crepúsculo. Segurando nas mãos a lua. As estrelas. Transformando o dia ou a noite. Em paixão e amor!

Agoniza uma alma Numa fria cela confinada De grades de ferro
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Agoniza uma alma Numa fria cela confinada De grades de ferro De uma rainha sem trono Sem coração Sem dono Isolada num quarto frio Onde habita Com lágrimas Soltas amordaçadas Grito Grito de quem desespera Sangue do corpo Onde a alma quer partir Encontrar um abrigo Ser livre Sem estar comigo Nas águas de um rio Que reza Caminha descalça Vagueia sem fim Com seu corpo desnudado Tem frio mas não tem abrigo Tudo nela está ausente Treme na pele de quem já não sente Cada lágrima cai na alma Vive em efêmeros sentimentos No fim veremos escrito Na lápide da sua sepultura jaz aqui uma rainha sem coroa amada e desejada por todos!