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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

DÁ COR Dá cor aos teus sonhos Falando de amor
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DÁ COR Dá cor aos teus sonhos Falando de amor Derrama no teu coração Muita alegria Vive positivamente Em perfeita sintonia Formando lindas vibrações Pensa sempre positivo Deixa de lado tudo o que faz mal Que daqui para a frente Só traga coisas boas A cada novo dia Que sejam sempre positivas Como uma balança de equilíbrio Para a vida como para o amor.

TRAGO Trago nos lençóis as cinzas Que deixei fugir de mim
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TRAGO Trago nos lençóis as cinzas Que deixei fugir de mim Água de lágrimas em sangue De secos espinhos feridos na pele Entre o limbo de um beijo molhado Foge-me a insurreição das ondas Neste pecado de morte a minha Nos fincados silêncios estes Que envelhecem a alma Com saudades dos teus lábios, de ti No calor dos nossos corpos Quando numa luta de morte Nos entregamos ferozmente.

A MORTE A morte flagela-me Fecho-me num quarto escuro
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A MORTE A morte flagela-me Fecho-me num quarto escuro Dentro de um verso Que eu tentava escrever Palavras transpiradas de mim Dentro de um poema inacabado Rasgo-me o peito de dor Para não o escrever Letras que tentam fugir da morte Entre os dissabores do meu corpo Tento não enlouquecer Nas vogais que me enlouquecem Na insana sina esta a minha Saboreio sem força esta insanidade Perfeita ou imperfeita dum poeta A morte fecho-me num maldito quarto Sem portas, janelas ou luz alguma Sem conseguir escrever coisa alguma.

QUERO Quero sentir O sabor da tua boca
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QUERO Quero sentir O sabor da tua boca Num beijo Que me deixe louca Quero sentir O teu corpo estremecer Num gemido meu Dado com prazer Quero em ti Um pouco de mim Com medo De me perder de ti Quero sentir Um longo abraço teu Num longo sentimento Quero afogar-me Nas águas deste amor Num doce desejo Em vivê-lo intensamente.

AMO-TE NA DOR Amo-te na dor do prazer Que não ocultas
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AMO-TE NA DOR Amo-te na dor do prazer Que não ocultas No calor dos nossos corpos Quando numa luta de morte Nos entregamos ferozmente Entre o desassossego da renúncia Dos nossos próprios desejos Somos prisioneiros sem grades Destes grandes momentos Onde te posso possuir-te Amando-te sem pudor Num cativeiro tão nosso Por tempo indeterminado Amo-te nas palavras em silêncio Nos olhares que não trocamos.

O VERSO O verso fechado entre as pernas De mil chaves, de mil portas
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O VERSO O verso fechado entre as pernas De mil chaves, de mil portas No inferno em labaredas quem sabe Ou nas mulheres da rua que sofrem Com os clientes mal amados Entre os nervos dos poetas em verso Mulheres mal faladas da torre de babel Pela poesia desgovernada de esferas A poesia é uma casa de formada gente Talvez seja quem sou eu para desmentir Nos sonhos fatídicos de todos os poetas.

CASTIGO O CORPO Castigo o corpo deste meu desalento Não há quem saiba do que me consome
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CASTIGO O CORPO Castigo o corpo deste meu desalento Não há quem saiba do que me consome Dores que me castigam a alma já ferida Sofro deste mal que ao desespero me leva Neste vazio em que me encontro tantas vezes Sem saber porquê, que me reduz a nada Que me emerge nesta solidão, que me seduz Como um louco para me ofuscar nesta luz Que me tolha a visao, faz-me andar na escuridão Onde bebo deste maldito veneno que a vida dá Num desespero que me conduz a tentar morrer Para voltar a nascer, florindo como uma flor Nas saudades de ti, sim de ti amor.

NÃO Não desistas de mim Para que eu possa enterrar
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NÃO Não desistas de mim Para que eu possa enterrar As sombras, os medos Que tanto me atormentam Não desistas de mim Para que tente agarrar todos os sonhos Que há tanto deixei de sonhar Não desistas de mim, por favor Preciso de retomar o vôo Que deixei a meio Porque sozinho Tenho medo de não conseguir Não desistas de mim Tu sabes porque eu te amo.

SINTO FALTA Sinto falta de me perder No calor do teu beijo
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SINTO FALTA Sinto falta de me perder No calor do teu beijo Que seja capaz de incendiar Todo o meu desejo Sinto falta de sentir O toque da tua mão No meu corpo Sinto falta dos teus olhos Que me olhes com paixão Que me faças sentir Como ainda sou desejada Sinto falta de um abraço Que me console Que me faça sentir Que sou a única Sinto falta de ti De tudo que é teu em mim.

BEIJA-ME Beija-me com a doçura Como se fosse a primeira vez
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BEIJA-ME Beija-me com a doçura Como se fosse a primeira vez Beija-me com a paixão Como se fosse a última vez Beija-me como quiseres Sem medo de me perderes Mas beija-me com desejo Nem que seja em pensamento Beija-me a cada segundo A cada hora da tua vida Beija-me com os teus lábios Desejosos de tanto prazer Beija-me no silêncio desta noite Mas beija-me com corpo e alma

BEBO DESTE MAR Bebo deste mar salgada água Para não me afogar deste veneno
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BEBO DESTE MAR Bebo deste mar salgada água Para não me afogar deste veneno Que a vida me dá, trazendo-me a poesia Na alma dilacerada no peito pelos desígnios Inventados pelas almas que gritam Na indistinta e confusa mente de cada um Onde engole o sal na penumbra, consciência Do que somos ou seremos neste mundo De veneno, de desassossego, de inquietação Dói-me qualquer sentimento que desconheço Escrevo estas linhas, dou-me por insatisfeito Pelo cansaço de todas as minhas ilusões vividas Pois perco a razão, o pensamento desta minha Doente mente sem vergonha de não ser intelectual No corpo como uma forte náusea no estômago