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Frases de Isabel Morais Ribeiro Fonseca

3.189 frases

⁠SÃO BERNARDINO Meu querido São Bernardino Iluminai o nosso caminho
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⁠SÃO BERNARDINO Meu querido São Bernardino Iluminai o nosso caminho Com as virtudes desta vida Livrai-nos de toda a mentira Afastai de nós toda a malícia Tirai de nós todo egoísmo Salva-nos de toda a inveja Liberta-nos de todo o ódio Guarda-nos de todas as tentações Sejam elas no corpo ou na alma Amém.

⁠DEIXA LÁ SE FELIZ Deixa que falem mal de ti Não te importes com essas coisas
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⁠DEIXA LÁ SE FELIZ Deixa que falem mal de ti Não te importes com essas coisas Tu és superior a tudo isso Deixa que eles pensem mal a teu respeito Deixa que se riam nas tuas costas Que te afastem ou te excluam Olha que tudo acaba quando a morte chega Por isso vive sem medo, com amor Sem receio do que os outros pensam de ti Tu és um ser poderoso, um ser livre Para viver, amar, sorrir, correr, saltar, dançar Sem medo de tudo aquilo que os outros acham E, no fim de tudo isto dá uma gargalhada contigo mesma.

⁠ NOSSA SENHORA DE BALSAMÃO Nossa Senhora de Balsamão
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⁠ NOSSA SENHORA DE BALSAMÃO Nossa Senhora de Balsamão À vossa proteção recorremos mãe do céu Neste dia de tanta tristeza No nosso coração feito de tanta dor De tanta saudade no peito Não desprezeis as nossas súplicas Somos todos feitos de imperfeições E todos os dias sem querer pecamos Livrai-nos de todos os perigos Ò Virgem mãe bendita entre todas as mulheres Guardai-nos debaixo do teu manto E do teu doce e materno olhar mãe Protegendo-nos e livrando-nos de todo o mal Deste nosso corpo doente, desta nossa alucinada mente Socorremos nos momentos de insegurança e sofrimento Ò Nossa Senhora de Balsamão rogai por todos nós os pecadores.

⁠NESTE MUNDO HÁ MULHERES Neste mundo existem Mulheres amadas, desamadas
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⁠NESTE MUNDO HÁ MULHERES Neste mundo existem Mulheres amadas, desamadas Violadas na mente, no corpo Violentadas na alma, no coração Castradas no corpo de maus tratos físicos E psíquicos, sem voz, sem liberdade Acorrentadas na dor de tanta injustiça Cansadas, tristes num mundo de preconceito Desesperadas, mal amadas nas suas próprias casas Laços atados, em nós de ferro de agressões Mãos geladas, rosto frio, sangue na alma Feitas num mundo cruel do silêncio que mata!

⁠ NOSSA SENHORA RENOVA A NOSSA FÉ Nossa Senhora renova a nossa fé Dá-nos a humildade de perdoar
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⁠ NOSSA SENHORA RENOVA A NOSSA FÉ Nossa Senhora renova a nossa fé Dá-nos a humildade de perdoar Abençoa o nosso dia que está a nascer Prepara os nossos caminhos Renova a nossa humildade e a nossa esperança Abençoa abundantemente as nossas vidas Os nossos lares, os nossos filhos O nosso trabalho, as nossas famílias E transborda os nossos corações com paz e amor Ajuda-nos a aceitar a vontade de nosso senhor e não a nossa.

⁠ MEU AMADO SANTO Meu querido São Josemaría Escrivá Guarda-nos da soberba, da avareza
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⁠ MEU AMADO SANTO Meu querido São Josemaría Escrivá Guarda-nos da soberba, da avareza Da preguiça, da vaidade, da luxúria Do orgulho, da ganância, da maldade Tu sabes que somos seres Imperfeitos com muitos defeitos Meu querido São Josemaria Que o nosso caminho nos leve à santidade Em família repleta de amor e respeito Meu amado Santo obrigado por toda a tua proteção Amém

⁠ORAÇÃO A SANTO ANTÓNIO O meu querido Santo António Dá-me a fé que tanto preciso
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⁠ORAÇÃO A SANTO ANTÓNIO O meu querido Santo António Dá-me a fé que tanto preciso Dá um amor florido Ao meu querido coração Dá cor à minha solidão Dá-me proteção de toda a inveja Dá-me a luz das estrelas Para iluminar a minha escuridão Dá paz ao meu lar com toda a serenidade Dá alegria a minha pobre alma Ò meu querido Santo António dá-me um majarico Perfumado que me cubra de fé todas as noites E todos os dias abençoando toda a minha família.

⁠SENHOR SÓ ME APETECE CHORAR Senhor só me apetece chorar São as dores na minha alma
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⁠SENHOR SÓ ME APETECE CHORAR Senhor só me apetece chorar São as dores na minha alma Que me impedem de sentir Tenho medo muito medo De endurecer o meu coração Senhor não consigo segurar As minhas lágrimas Tenho medo de me fechar Para a vida, para o mundo Senhor ajuda-me a sair Deste meu sofrimento, desta angústia Senhor o vazio domina-me Os meus dias são tristes, melancólicos Tenho medo de me perder Senhor cura este meu corpo frágil de dor Arranca as chagas da minha alma Que sangra de tanta agonia Senhor só sinto tristeza Ajuda-me aceitar a tua vontade e não a minha

⁠QUERO QUEIMAR RASGAR TECER Quero tecer as vestes que me cobrem Para perder-me nos teus longos abraços
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⁠QUERO QUEIMAR RASGAR TECER Quero tecer as vestes que me cobrem Para perder-me nos teus longos abraços E fiquem eternos sempre no meu coração Regaço de ternura de tanta sofrida luz Quero rasgar as vestes que me tapam Para me despir arrancando todas as linhas Onde despida eu consiga ver as vestes Que dilaceram-me a carne até ao tutano Quero queimar as vestes que me tapam Para que as cinzas sejam lançadas ao vento Nos gritos rasgados que a minha alma sente Descosendo com as linhas do meu ser contigo.

⁠RASGO A PELE DO MEU CORPO Rasgo a pele do meu corpo Para que as letras voem
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⁠RASGO A PELE DO MEU CORPO Rasgo a pele do meu corpo Para que as letras voem Como penas ao meu redor Nas palavras que vou escrevendo Mesmo escondida de mim Num nublado dia Entre o céu e as estrelas Tristeza sentida nos raios de luz Para sentir e acordar nos teus braços Nas caladas palavras Que dizíamos e já não dizemos De lágrimas sóbrias entre o musgo da terra Gomas doces que comíamos num passado perdido De um futuro adiado nas ardósias escritas Resta os passos que damos O sonho que esquecemos Fica a vontade que não perdemos Convertida em saudade, da infinidade Nas gomas doces que vamos comendo Neste escondido sentimento meu, em ti.

⁠ BENDITA E MALDITA CEBOLA Há cebola assada na brasa Na panela no estrugido ou refugado
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⁠ BENDITA E MALDITA CEBOLA Há cebola assada na brasa Na panela no estrugido ou refugado Pimenta malagueta e alho para disfarçar As lágrimas de saudade, de amor Do barulho que se faz numa mesa farta Viva a vida, viva o azeite na panela Que faz chorar a cebola já para esquecer o alho Falta o louro invejoso que não gosta de ficar só E ainda falta o pão que muito regadinho Faz lamber os dedos da mão, ai cebola Que me fazes chorar de saudades em desabafo Como é ter a mesa cheia de todos aqueles Que tanto amamos, que estão no nosso coração Cozinhar é a arte entre os dedos, é amar cada sabor Saborear cada desejo que nos deixa saudades Bendita e maldita cebola que me fazes chorar De tantos momentos vividos em família.