Frase de Isabel Morais Ribeiro Fonseca
RASGO A PELE DO MEU CORPO Rasgo a pele do meu corpo Para que as letras voem Como penas ao meu redor Nas palavras que vou escrevendo Mesmo escondida de mim Num nublado dia Entre o céu e as estrelas Tristeza sentida nos raios de luz Para sentir e acordar nos teus braços Nas caladas palavras Que dizíamos e já não dizemos De lágrimas sóbrias entre o musgo da terra Gomas doces que comíamos num passado perdido De um futuro adiado nas ardósias escritas Resta os passos que damos O sonho que esquecemos Fica a vontade que não perdemos Convertida em saudade, da infinidade Nas gomas doces que vamos comendo Neste escondido sentimento meu, em ti.
No pensador.ai desde