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Frases de IsaacRamoan

23 frases

O sentimento da visualização é o mesmo — se não semelhante, ao de ouvir uma música que te transporta para outra dimensão. Uma sonata, uma música instrumental, um canto lírico ou algo transcendental. Se utilizar dessa mesma força para visualizar seus objetivos, não há quem te inte…
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O sentimento da visualização é o mesmo — se não semelhante, ao de ouvir uma música que te transporta para outra dimensão. Uma sonata, uma música instrumental, um canto lírico ou algo transcendental. Se utilizar dessa mesma força para visualizar seus objetivos, não há quem te intente algum mal.

Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam. A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a vi…
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Vejo-me novamente a contemplar um passado de um estado anímico irrepetível para mim; em que se torna improvável voltar a ignorar aquilo que as palas dos meus olhos cobriam. A ontologia do ser, o humano em demasia, ecoam numa mente que só sabia viver. Mente essa que aprendeu a viver antes de entender o que é estar vivo.

Qual foi a última vez que você lembrou que está vivo? Talvez quando sentiu dor, talvez quando sentiu a cura. Talvez vendo a chuva, talvez em uma noite escura.
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Qual foi a última vez que você lembrou que está vivo? Talvez quando sentiu dor, talvez quando sentiu a cura. Talvez vendo a chuva, talvez em uma noite escura. Talvez na solitude, talvez em uma aventura. Talvez a vida seja sobre a completude do processo, semelhante a um filme; persistir mesmo sabendo que há um fim quase certo.

Que nunca possamos perder o otimismo que nos move. O otimismo anunciado por lábios de vento e feito ponte de névoa sob o rio da vida. Ponte essa que liga o ínfimo desejo de ter e o tédio de pertencer. O otimismo anuncia a eternidade de uma vida finita, nos move a alimentar um cor…
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Que nunca possamos perder o otimismo que nos move. O otimismo anunciado por lábios de vento e feito ponte de névoa sob o rio da vida. Ponte essa que liga o ínfimo desejo de ter e o tédio de pertencer. O otimismo anuncia a eternidade de uma vida finita, nos move a alimentar um corpo que sucumbe por si só e nos guia a acreditar que mesmo que, se aqui não bastar, há outro lugar melhor, no porvir, que um dia virá. Virá? Que nunca possamos perder o otimismo.

O que os olhos da razão veem que nem mesmo os lábios da verdade podem descrever? O que se mostra por trás do véu do achismo? Se uma bandeira tivesse olhos e boca, o que ela nos diria?
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O que os olhos da razão veem que nem mesmo os lábios da verdade podem descrever? O que se mostra por trás do véu do achismo? Se uma bandeira tivesse olhos e boca, o que ela nos diria? São perguntas desconfortáveis que não aceitam respostas prontas. Aquele que se dispõe a respondê-las, dá largos passos no estreito caminho da verdade.

Há um padrão litúrgico: um movimento conhecido, previsível, esperado. Há um desenvolvimento rítmico; um fim provocativo, argumentativo, catártico. A repetição ritualística, advinda de uma herança antiga, é por si o fim aceite nela mesma.
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Há um padrão litúrgico: um movimento conhecido, previsível, esperado. Há um desenvolvimento rítmico; um fim provocativo, argumentativo, catártico. A repetição ritualística, advinda de uma herança antiga, é por si o fim aceite nela mesma. Como alcançar o objetivo da busca, pelo Caminho que é por ela condenado?