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Frases de Isaac Ramoan

72 frases

⁠Já acreditei em “verdades” sustentadas por um olhar mentiroso.
⁠Prometemos eternidade com lábios feitos de vento. Corpos que se desfazem no tempo sonham com o sempre, como se a areia pudesse segurar o mar.
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⁠Prometemos eternidade com lábios feitos de vento. Corpos que se desfazem no tempo sonham com o sempre, como se a areia pudesse segurar o mar. Mas é na brevidade que mora a liberdade. Quando aceitamos a morte como vizinha, a vida deixa de ser prisão e vira dança. Ser é ser por instantes — e isso não é pouco, é tudo. Pois quem abraça o efêmero conhece a eternidade que cabe num agora.

⁠A brevidade dos dias são como os orvalhos em folhas ao resplandecer da aurora, se formam e logo evaporam. Os ponteiros são alados e mesmo que calados voam alto de forma tal que não podemos alcançar. Ele não para, não volta e não pula fases, só existe agora. Não se preocupe com…
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⁠A brevidade dos dias são como os orvalhos em folhas ao resplandecer da aurora, se formam e logo evaporam. Os ponteiros são alados e mesmo que calados voam alto de forma tal que não podemos alcançar. Ele não para, não volta e não pula fases, só existe agora. Não se preocupe com o que não pode controlar.

⁠Se o amor fosse uma pessoa, qual seria sua cor favorita? Escolheria calabresa ou marguerita?
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⁠Se o amor fosse uma pessoa, qual seria sua cor favorita? Escolheria calabresa ou marguerita? Se o amor fosse uma pessoa, quais seriam suas manias? Verão ou inverno… qual estação preferirias? Se o amor fosse uma pessoa, o romantismo ainda valeria? Daria flores, bombons… Com quem se casaria? Se o amor fosse uma pessoa, será que um dia preso seria? Qual a culpa? Amar… Quem diria.

⁠O sentimento da raiva é como uma “fera verbal”, cujo controle de quem a sofre é mínimo, uma vez completamente entregue aos domínios do ser irracional. Só se pode fazer uma coisa: olhar nos olhos e se mostrar maior do que aquela diminuta mente que tampouco se vê, nem sabe o nome…
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⁠O sentimento da raiva é como uma “fera verbal”, cujo controle de quem a sofre é mínimo, uma vez completamente entregue aos domínios do ser irracional. Só se pode fazer uma coisa: olhar nos olhos e se mostrar maior do que aquela diminuta mente que tampouco se vê, nem sabe o nome do que sente — apenas está lá, fria e veemente, intentando sobre si seu veneno insolente.