Já acreditei em “verdades” sustentadas por um olhar mentiroso.
Frases de Isaac Ramoan
72 frases
O que sou? Será que sou o que penso ou será que penso que sou? Hoje a única certeza que tenho é do presente, e disso grato sou.
Prometemos eternidade com lábios feitos de vento. Corpos que se desfazem no tempo sonham com o sempre, como se a areia pudesse segurar o mar.
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Prometemos eternidade com lábios feitos de vento. Corpos que se desfazem no tempo sonham com o sempre, como se a areia pudesse segurar o mar. Mas é na brevidade que mora a liberdade. Quando aceitamos a morte como vizinha, a vida deixa de ser prisão e vira dança. Ser é ser por instantes — e isso não é pouco, é tudo. Pois quem abraça o efêmero conhece a eternidade que cabe num agora.
Reconhecer o que é a vida e sua brevidade é um passo fundamental para liberdade.
Realmente tudo passa no dia seguinte. São apenas mágoas – más águas, uma vez sendo “águas” logo passam.
A brevidade dos dias são como os orvalhos em folhas ao resplandecer da aurora, se formam e logo evaporam. Os ponteiros são alados e mesmo que calados voam alto de forma tal que não podemos alcançar. Ele não para, não volta e não pula fases, só existe agora. Não se preocupe com…
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A brevidade dos dias são como os orvalhos em folhas ao resplandecer da aurora, se formam e logo evaporam. Os ponteiros são alados e mesmo que calados voam alto de forma tal que não podemos alcançar. Ele não para, não volta e não pula fases, só existe agora. Não se preocupe com o que não pode controlar.
Sabe aquele desejo de estar em outro lugar? É o mesmo de outrem, cansado de lá estar. Nossa natureza nos traz essa dor:
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Sabe aquele desejo de estar em outro lugar? É o mesmo de outrem, cansado de lá estar. Nossa natureza nos traz essa dor: presos no ciclo de querer e no tédio de pertencer.
Se há cobrança os dois lados estão em falta e se um lado faltar SEMPRE, nunca haverá equilíbrio.
O segredo da quietude da alma é fazer do presente residência, do futuro, vitória, e do passado, uma escola. Olha só, você aprendeu com ele agora!
É tolice ofuscar os bramidos do coração, é como tentar apagar um incêndio com as próprias mãos. O coração é enganoso já diz o provérbio, mas uma coisa te garanto, viver na dúvida é mais doloroso, quanto a essas coisas, não é preciso deixar complexo.
Não é que tenha que ser no “meu tempo,” é o tempo que não espera.
Não ovacione alguém por seu sucesso momentâneo, enquanto esse não gerar resultados duradouros.
Quando algo se torna uma obsessão, não há quem tire seu chão.
Para que se esforçar para agradar a todos, se no fim apenas dirão que foi sorte?
Descartes enfatizou: “Penso, logo existo.” Se ignorar o que penso, ignoro que existo e se viver na ignorância, serei vazio de existência.
No bailar do tempo, ser alado e grácil, Seus instantes breves se desvanecem no ar, E ao olhar para trás, percebo tão sutil, Que tudo são memórias, doces a recordar.
A evolução é algo natural e doloroso, há sempre atitudes que devem ser tomadas e decisões que devem ser feitas. O meu eu do passado sabia disso e meu eu do futuro terá certeza.
O conhecer me angustia, pois o saber em demasia é tormento, mas a ignorância ecoa como algozes em meus pensamentos.
Se o amor fosse uma pessoa, qual seria sua cor favorita? Escolheria calabresa ou marguerita?
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Se o amor fosse uma pessoa, qual seria sua cor favorita? Escolheria calabresa ou marguerita? Se o amor fosse uma pessoa, quais seriam suas manias? Verão ou inverno… qual estação preferirias? Se o amor fosse uma pessoa, o romantismo ainda valeria? Daria flores, bombons… Com quem se casaria? Se o amor fosse uma pessoa, será que um dia preso seria? Qual a culpa? Amar… Quem diria.
O amor é uma sombra de duas almas que dançam sem se tocar, um abraço intangível de sentimentos que não se vê. Então, como poderei dizer que sei te amar?
A verdade é que ninguém tá bem genuinamente, só se ocupa de mais afim de não perceber a dimensão da própria ignorância. Mas sim, eu sigo buscando a quietude da mente frente ao saber, até porquê, o simples fato de viver não vem com manual de instruções.
Pare um pouco, sinta o mundo ao seu redor… Cada barulho, e cada um exposto a seu próprio barulho.
O sentimento da raiva é como uma “fera verbal”, cujo controle de quem a sofre é mínimo, uma vez completamente entregue aos domínios do ser irracional. Só se pode fazer uma coisa: olhar nos olhos e se mostrar maior do que aquela diminuta mente que tampouco se vê, nem sabe o nome…
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O sentimento da raiva é como uma “fera verbal”, cujo controle de quem a sofre é mínimo, uma vez completamente entregue aos domínios do ser irracional. Só se pode fazer uma coisa: olhar nos olhos e se mostrar maior do que aquela diminuta mente que tampouco se vê, nem sabe o nome do que sente — apenas está lá, fria e veemente, intentando sobre si seu veneno insolente.
Breve há de chegar o momento em que este sentimento há de se desvairir e ser levado pelo vento como tantos outros que se perderam no relento de pensamentos preenchidos com o porvir.