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Frases de Ioneida Braga

8 frases

⁠Sim...Quem sabe... Quem sabe. Onde nasce a estrada
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⁠Sim...Quem sabe... Quem sabe. Onde nasce a estrada que traz a madrugada, tão longa, onde começa a escuridão. Quem responde, se os monstros são reais, todavia, se sim, não são iguais aos monstros de minha imaginação. Versos lindos, imaginados, elfos, duendes, lendas, jardins, noite estrelada, corações apaixonados, ainda puros, guardados estão. Esses que me rasgaram a alma avessos são ... E quando tiverem os braços abertos, versos apenas serão, os excessos do coração. O meio da tempestade, o último grito do navegante, o barco que vira na cerração...

⁠ SIM, POETA... ...Em dias bons sou poeta...
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⁠ SIM, POETA... ...Em dias bons sou poeta... Em dias maus sou poeta... Em dias, apenas dias, sou poeta... E sou poeta... os dias não contam... O poeta sou eu... ...Os dias são meus. Só poeta por trás dos vidros das janelas... no rolar grotesco, empurrado penhasco abaixo. E para a calmaria em que a alma escorrega silenciosa... E quando mais nada houver embaixo dos tapetes...

⁠MEU FLORESCER Da sacada do tempo regava meu eu florescer,
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⁠MEU FLORESCER Da sacada do tempo regava meu eu florescer, enquanto não vinham flores Eu colhia as cores. Como os girassóis segui o sol. Pisei chão abstrato, aceitei recomeços... Vi na tempestade, apenas a oportunidade de sobreviver. Escolhas são assim. A noite as serenatas nem eram para mim. Mas, o coração regava esperança, sonhava em noites de lua. Uma estrela solitária sempre vinha sorrir para mim. Sonhos decoravam minha alma. Plantei meu próprio jardim.

Corri atrás de um amor que um dia imaginei. ⁠E deixei -me escravizar pelo que eu inventei de mim, coração... E na quietude dos ventos ou nas tempestades
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Corri atrás de um amor que um dia imaginei. ⁠E deixei -me escravizar pelo que eu inventei de mim, coração... E na quietude dos ventos ou nas tempestades fiz um mergulho secreto em ti, esperando por um amor que nunca veio. Então secou-me de vez a iluzão...Sabe coração.. tive muitas razões para duvidar de tua razão. Ioneida Braga

⁠...não há ninguém, só o inverno de jardim negro, e a noite, e a chuva, e o vento, um velho sueter aconchegado ao corpo, uma xícara de chá quente... Apenas caem as gotas lá fora uma a uma,
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⁠...não há ninguém, só o inverno de jardim negro, e a noite, e a chuva, e o vento, um velho sueter aconchegado ao corpo, uma xícara de chá quente... Apenas caem as gotas lá fora uma a uma, dividem o frio de um poema terno, Poeta e poesia são aconchegos do inverno.