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Frases de insensatodevir

23 frases

Eu perdi a fé nos humanos. Eu não amarei, tampouco me doarei mais por qualquer um deles. Até que me apareça um humano que me prove que vale por ele lutar, por ele amar, eu nunca mais amarei ninguém. Nunca mais.
A realidade em mim é que eu não consigo expressar o que comumente chamam de 'amor'. E não é por nenhum tipo específico de desconsideração para com aqueles que amo. Não, não é. É mais para com uma inabilidade específica em ser incapaz de sentir isso. Então, não é que eu não consi…
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A realidade em mim é que eu não consigo expressar o que comumente chamam de 'amor'. E não é por nenhum tipo específico de desconsideração para com aqueles que amo. Não, não é. É mais para com uma inabilidade específica em ser incapaz de sentir isso. Então, não é que eu não consiga expressar o amor, é mais que eu não consigo amar.

A vida não é vivência, é sobrevivência! Nela, os corpos viventes estão em constante luta por um mísero resquício de agrado temporário. O que prevalece é a lei do mais forte, do mais imponente. Se não está disposto a luta, esqueça o desejo pela vida. Aos fracos e miseráveis, só re…
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A vida não é vivência, é sobrevivência! Nela, os corpos viventes estão em constante luta por um mísero resquício de agrado temporário. O que prevalece é a lei do mais forte, do mais imponente. Se não está disposto a luta, esqueça o desejo pela vida. Aos fracos e miseráveis, só resta as migalhas dadas pelos fortes. Migalhas, e sorrisos sórdidos dados por espíritos superiores.

A depressão é o último estágio da noção evolucional que tutela a humanidade. É o ser segregado em liberdade, de tudo e todos. O que compõe o depressivo em seu pleno estágio de afirmação de liberdade é, ainda, se deve ir para além, ou volver ao seu estágio de animosidade dentre se…
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A depressão é o último estágio da noção evolucional que tutela a humanidade. É o ser segregado em liberdade, de tudo e todos. O que compõe o depressivo em seu pleno estágio de afirmação de liberdade é, ainda, se deve ir para além, ou volver ao seu estágio de animosidade dentre seus semelhantes humanos. Quando não, resta apenas ao depressivo ir para além, para longe, tão longe, que mais nenhuma alma humana possa alcançar. Seu espírito livre vai para ''além daqui''.

O conformismo com minha desgraça é o meu algoz. Aprendi isso hoje. Talvez aquela errônea frase atribuída ao Einstein esteja correta. Está na hora de constituir métodos, e levar-me mais a sério. Ser responsável por mim mesmo, e culpado de mim mesmo. O dia de amanhã está ansioso pa…
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O conformismo com minha desgraça é o meu algoz. Aprendi isso hoje. Talvez aquela errônea frase atribuída ao Einstein esteja correta. Está na hora de constituir métodos, e levar-me mais a sério. Ser responsável por mim mesmo, e culpado de mim mesmo. O dia de amanhã está ansioso para ver-me, como um belo amigo distante, à muito tempo não visto. Meu corpo ainda deseja viver. Não irei também decepcioná-lo. Viver. Prosseguir. São somente tais coisas que me restam. É isso o que irei fazer. É isto o mais valioso, e o mais importante por agora.

O que é o amor? É algo pelo que se vale, ainda, mediante tanta inconsistência, doar-se até o último resquício corporal. Como se todas as outras coisas fossem pequenas e desinteressantes. Como se somente aquilo importe. É a representação da diferença num meio igualitário. É tudo p…
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O que é o amor? É algo pelo que se vale, ainda, mediante tanta inconsistência, doar-se até o último resquício corporal. Como se todas as outras coisas fossem pequenas e desinteressantes. Como se somente aquilo importe. É a representação da diferença num meio igualitário. É tudo pelo que se vale ser mais e melhor.

Sem muito arrodeio, o que eu temia concretizou-se: Ela se foi, e foi depressa. Eu estou triste, muito triste. Numa nuance entre tristeza e ódio, sendo eu incapaz de dizer qual delas é mais imponente por sobre o meu espírito. Eu estou odiando e enojando o meu objeto de apreciação,…
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Sem muito arrodeio, o que eu temia concretizou-se: Ela se foi, e foi depressa. Eu estou triste, muito triste. Numa nuance entre tristeza e ódio, sendo eu incapaz de dizer qual delas é mais imponente por sobre o meu espírito. Eu estou odiando e enojando o meu objeto de apreciação, e isso, de todos os pontos de vista, é improdutivo. Eu estou com medo, e não quero vê-la. Não mais. Nunca mais... Sobre mim, voltei ao marco zero. Estou desolado e desmotivado. Realmente, não sei mais se quero viver. Mas, ao decorrer do sucedido, se aquilo que almejo não for ele alcançado, eu desisto. Em mim, não mais residirá amor. Não por pessoas, ou mulheres, eu voltei a odiar tudo ao meu redor. Isso é mal; muito mal. Eu estou querendo morrer novamente... Sei lá, eu só gostaria de sumir... O amor é odiável.

Por amor, o ódio é o sentimento que mais busco repudiar em mim mesmo. Pois por preservação, e até sabedoria, sei que se odiar, não apenas o objeto de meu ódio atingirá seu respectivo fim, mas eu mesmo também sofrerei de tal mal. O ser que odeia, odeia com data de validade. O ódio…
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Por amor, o ódio é o sentimento que mais busco repudiar em mim mesmo. Pois por preservação, e até sabedoria, sei que se odiar, não apenas o objeto de meu ódio atingirá seu respectivo fim, mas eu mesmo também sofrerei de tal mal. O ser que odeia, odeia com data de validade. O ódio é a degradação do humano.

A realidade em mim são os meus sentimentalismos e apreciações para com as coisas. Não busque em mim fábulas desvairadas e picaretas, apoteóticas, e fingidas. De mim, tudo que terá será o ardor da veracidade de um sentimento, que como um grande e voraz predador, despedaça sua pres…
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A realidade em mim são os meus sentimentalismos e apreciações para com as coisas. Não busque em mim fábulas desvairadas e picaretas, apoteóticas, e fingidas. De mim, tudo que terá será o ardor da veracidade de um sentimento, que como um grande e voraz predador, despedaça sua presa ao pleno limite do saciar de suas vontades. Obterá ao experimentar-me consequências de minha literalidade. Eu não sou sua invenção. Sou um homem de carne e osso.

Toda minha angústia está dentro de mim, percorrendo minhas vértebras, sacudindo-me as entranhas, emaranhadas em meus nervos, refletidas nas minhas noites mal dormidas, comidas mal digeridas, dores de cabeça, vômitos, desinteresse, mas que não tornam-se num líquido de aspecto pali…
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Toda minha angústia está dentro de mim, percorrendo minhas vértebras, sacudindo-me as entranhas, emaranhadas em meus nervos, refletidas nas minhas noites mal dormidas, comidas mal digeridas, dores de cabeça, vômitos, desinteresse, mas que não tornam-se num líquido de aspecto paliativo e gosto salgado, capaz de escorrer-me pelos olhos. Meu choro é indiferente ao comum; é um choro impar. Ele está em mim em todos os momentos, mas ninguém pode vê-lo ou sentir seu gosto. Proponho que me tornei um dos mais dignos atores, frente aos palcos vivenciais, ludibrio todo, qualquer ente, que prostram-se diante de mim, incapazes de entenderem-me, sequer compreenderem-me. Estou só. Querendo apenas uma pessoa no mundo, aquilo que julgo capaz de enaltecer-me as alegrias e, quem sabe, fazer-me voltar a minha ‘’humanidade’’, pois, como estou, não sei mais discernir-me de fronte os meus espectadores, seja para superioridade, ou inferioridade. Afinal, eu sou: Melhor ou pior que eles? Quem ousará me responder isso?

Eu encontrei ela ontem, vagando vagarosamente pelas ruas. E ela estava linda. Mas não para mim, para outro homem. Enquanto eu falsamente esbanjava um sorriso de felicidade ao vê-la, meu coração fervia todos os meus nervos em ódio ao saber que nunca teria-a para mim. Ela continuou…
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Eu encontrei ela ontem, vagando vagarosamente pelas ruas. E ela estava linda. Mas não para mim, para outro homem. Enquanto eu falsamente esbanjava um sorriso de felicidade ao vê-la, meu coração fervia todos os meus nervos em ódio ao saber que nunca teria-a para mim. Ela continuou andando, sem saber de nada, indo de encontro ao homem que eu mais invejo neste mundo. E eu, continuei andando, com o maior desgosto pela vida, sabendo que a mulher que amo, ama outro, que não eu.