Pular para o conteúdo

Frases de Inêz Curado

4 frases

𝙰 𝙰𝚁𝚃𝙴 𝙳𝙴 𝚅𝙴𝚁𝚂𝙴𝙹𝙰𝚁 ⁠A poesia nasce assim... No instante em que a alma aflora livre.
Continuar lendo

𝙰 𝙰𝚁𝚃𝙴 𝙳𝙴 𝚅𝙴𝚁𝚂𝙴𝙹𝙰𝚁 ⁠A poesia nasce assim... No instante em que a alma aflora livre. Versos vão tecendo sonhos alados Que como pássaros partem em revoada. Uma estranha paz, um êxtase supremo... E nos transportamos ao limiar do real! Bendita a mão quer verseja... Como bendito é o pranto que inspira... Pois o poeta se alimenta deles! Em sua arte de vasculhar o íntimo, Compor desejos... Decifrar pecados... Se um poeta chora solidões, saudades... Seu pranto iluminado se transforma em versos. E de sua alma ferida, brotam flores, luares, campos... Descrições incautas... Narrações fantásticas. Seu coração é todo inspiração e luz! Na sua poesia ele desnuda a alma... Reinventa o belo, consolida o mágico... E vai destilando no papel seus sentimentos Ousando sonhos nunca revelados! E na suprema criação das mãos que escrevem Os versos, estrofes, rimas...vão brotando assim... Livres... Ditados pelo íntimo que se exprime Se mostra na forma mais sublime e bela. Se o poeta sofre, sofre em versos... Se é feliz.... Transparece em estrofes... Se sonha... Cria rimas... Se morre... Ah! Se um poeta morre... Apaga-se uma estrela, morre uma flor... E seus poemas se perpetuam nas madrugadas chuvosas Carregados de vida e forjados no fogo da paixão! E vão cantando os amores que viveu.... Os amores que sonhou... Os amantes que conheceu... A natureza em seu fulgor. E por toda a eternidade sua poesia permanece Infinitamente bela.... Infinitamente nova Enternecendo os corações sedentos de sonhos... Com fome de sentimentos e exausto de solidão!!!!!

𝙰 𝙰𝚁𝚃𝙴 𝙳𝙴 𝚅𝙴𝚁𝚂𝙴𝙹𝙰𝚁 ⁠A poesia nasce assim... No instante em que a alma aflora livre.
Continuar lendo

𝙰 𝙰𝚁𝚃𝙴 𝙳𝙴 𝚅𝙴𝚁𝚂𝙴𝙹𝙰𝚁 ⁠A poesia nasce assim... No instante em que a alma aflora livre. Versos vão tecendo sonhos alados Que como pássaros partem em revoada. Uma estranha paz, um êxtase supremo... E nos transportamos ao limiar do real! Bendita a mão quer verseja... Como bendito é o pranto que inspira... Pois o poeta se alimenta deles! Em sua arte de vasculhar o íntimo, Compor desejos... Decifrar pecados... Se um poeta chora solidões, saudades... Seu pranto iluminado se transforma em versos. E de sua alma ferida, brotam flores, luares, campos... Descrições incautas... Narrações fantásticas. Seu coração é todo inspiração e luz! Na sua poesia ele desnuda a alma... Reinventa o belo, consolida o mágico... E vai destilando no papel seus sentimentos Ousando sonhos nunca revelados! E na suprema criação das mãos que escrevem Os versos, estrofes, rimas...vão brotando assim... Livres... Ditados pelo íntimo que se exprime Se mostra na forma mais sublime e bela. Se o poeta sofre, sofre em versos... Se é feliz.... Transparece em estrofes... Se sonha... Cria rimas... Se morre... Ah! Se um poeta morre... Apaga-se uma estrela, morre uma flor... E seus poemas se perpetuam nas madrugadas chuvosas Carregados de vida e forjados no fogo da paixão! E vão cantando os amores que viveu.... Os amores que sonhou... Os amantes que conheceu... A natureza em seu fulgor. E por toda a eternidade sua poesia permanece Infinitamente bela.... Infinitamente nova Enternecendo os corações sedentos de sonhos... Com fome de sentimentos e exausto de solidão!!!!!

⁠𝚂𝙸𝙼𝙿𝙻𝙸𝙲𝙸𝙳𝙰𝙳𝙴 𝙴 𝙷𝙰𝚁𝙼𝙾𝙽𝙸𝙰 ⁠Na simplicidade do campo A vida palpita, descontraída...
Continuar lendo

⁠𝚂𝙸𝙼𝙿𝙻𝙸𝙲𝙸𝙳𝙰𝙳𝙴 𝙴 𝙷𝙰𝚁𝙼𝙾𝙽𝙸𝙰 ⁠Na simplicidade do campo A vida palpita, descontraída... Humilde, verdadeira e feliz De portas abertas, prontas a acolher o passante. Vidas reunidas no aconchego da cozinha... A harmonia da convivência... Sem pressa, sem divisores... puramente natural. Pela pequena janela, o sol espia... Invade a fumaça densa que domina... Com esse odor de ternura, bondade e milho. Sobre a panela recheada de saborosas pamonhas A velha senhora tranquila... Cabelos presos... vestimentas simples, Aguarda o momento de em que a palha amarelecida, Vai anunciar que a refeição está pronta! E o cheiro do milho vai enfeitiçando a tarde... Num canto, descansa o velho pilão Onde a paçoca farta e perfumada se fez. Cães, gatos preguiçosos e galinhas buliçosas Dividem o espaço, harmoniosamente. É a cumplicidade plena e farta De uma simplicidade tocante! Lá fora, o dia se esvai Por entre casas e campos... Aqui dentro a vida palpita Aguardando o anoitecer... Carregado de magia. Uma lua branca no céu estrelado... O fogo crepitando ainda no fogão Aquecendo os corações e amenizando o frio. Quem sabe haverá uma viola chorosa... Histórias de assombração... E a noite prosseguirá seu curso Adormecendo os sabores e a vida Na simplicidade do sertão!

⁠𝙸𝙽𝙲𝙾́𝙶𝙽𝙸𝚃𝙰 Muitas vezes me esmiúço E nunca me encontro...
Continuar lendo

⁠𝙸𝙽𝙲𝙾́𝙶𝙽𝙸𝚃𝙰 Muitas vezes me esmiúço E nunca me encontro... Não me sinto confortável nesse cosmos Esse não parece ser minha morada. Sou passageira da noite Parte da mãe-natureza Uma alma sem parada Ou será que não sou nada? Sonho sonhos inatingíveis Que nunca consigo decifrar O mundo que tantos amam Mal consigo suportar! Sim. Definitivamente Não pertenço a essas paragens Não contemplo as coisas Como pessoas normais o fazem Necessito de rios e matas Para minha energia renovar. Sou fascinada pela natureza Em todas suas manifestações Me sinto parte do vento Da chuva que cai, do trovão... Tenho pela lua uma atração extravagante e voraz Que me faz sentir um deleite pujante, onusto e tenaz... Sou planta que nasce labiríntica Sou nuvem que passa ligeira Sou fantasma, bruxa, anjo mulher Quiçá um ser de outras luzes Que na morte se verá inteira! Esse não é meu planeta Não condigo com esse contexto Estou deslocada e perdida Não sei qual meu lugar... Vejo com olhos divergentes O que outros simplesmente Conseguem apenas enxergar!