compartilhar experiências de vida, é descer ao mais profundo do eu, para descobrir-se; compartilhar as descobertas vividas, é crescer
Frases de ima
39 frases
Como todo ponto de vista é a vista de um ponto, há muita águia aprisionada como galinha, querendo ser despertada da sua condição, o que faz de cada leitura sempre nova releitura.
Quando olho seus olhos, vejo a alma do poeta; poeta que ri, que chora, que encanta, que canta. Que fala de amores, que fala de dores; que busca, que procura. Mas... quando olho demoradamente para seus olhos, lá no fundo eu me vejo.
Antes mesmo de tornar a leitura um prazer, temos de entendê-la como obrigação, assim como tantas outras obrigações que permeiam nosso cotidiano, porém, uma obrigação que nos trará recompensas, porque somente ela – a leitura – poderá nos tirar da escravidão da ignorância verbal e…
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Antes mesmo de tornar a leitura um prazer, temos de entendê-la como obrigação, assim como tantas outras obrigações que permeiam nosso cotidiano, porém, uma obrigação que nos trará recompensas, porque somente ela – a leitura – poderá nos tirar da escravidão da ignorância verbal e oral.
Desde cedo acostumei-me aos livros, as linhas e as lãs. Nos livros aprendi a ler, nas linhas escrever e, com lã, tecer. Agora, já não sei viver sem os livros, sem as linhas, tão pouco sem as lãs.
A Internet favorece atingir um público incomensurável, num curto espaço de tempo, quando se deseja disseminar informações.
Torno-me permissiva ao autor, quando me vejo a invadir sua composição, apossando-me de citações, as quais veem se enquadrar a cada momento de transpiração, quando a ler e a escrever estou.
No mundo encantado da escrita, as palavras vão me encontrando e me escrevendo. E leio... e releio... e escrevo... e apago... e volto a escrever, porque escrevendo, vou me conhecendo.
Muito além daquilo que nos angustia, está o perdão, do Nosso Redentor.
No aprender a estar contente, e satisfeito com tudo que se tem, repousa a grande felicidade.
É preciso sofrer a dor da ausência para poder valorizar a companhia de alguém.
Somente aquele que perdeu alguém de muito valor, consegue entender o que significa o verdadeiro amor.
Se o tempo pede estrita conta do tempo; se a liberdade abre as asas sobre nós, se a saudade mata a gente, o infinito dá-nos a salvação eterna.
E vem a tarde ... e chega a noite!!! Mas... eu continuo indo e vindo, se... triste ou sorrindo!!! Indo...
Quando pensamos nos livros como fonte de informação, logo nos vêm à mente os recursos que devemos utilizar para a satisfatória transmissão do conhecimento. Assim, registros, organização, armazenagem, preservação, devem ser pontos perceptíveis para a transmissão de conhecimento pa…
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Quando pensamos nos livros como fonte de informação, logo nos vêm à mente os recursos que devemos utilizar para a satisfatória transmissão do conhecimento. Assim, registros, organização, armazenagem, preservação, devem ser pontos perceptíveis para a transmissão de conhecimento para as gerações vindouras, e o Bibliotecário se torna a ponte entre a informação e o usuário.
“Se com a língua não falardes palavras bem distintas, como se entenderá o que se diz? Estareis como que falando para o ar, uma vez que há infinidade de sons e contudo nenhum sem sentido, e que se não soubermos interpretar esses sons, seremos como bárbaros para o que fala assim co…
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“Se com a língua não falardes palavras bem distintas, como se entenderá o que se diz? Estareis como que falando para o ar, uma vez que há infinidade de sons e contudo nenhum sem sentido, e que se não soubermos interpretar esses sons, seremos como bárbaros para o que fala assim como bárbaro para o que ouve”, é o que nos exorta o apóstolo Paulo em sua 1ª carta aos Coríntios, capítulo 14 versículos 9 à 11.
Quando pensamos na possibilidade de que cada leitor tenha seu livro, vislumbramos o livre acesso ao conhecimento. Neste ponto o papel do Bibliotecário se torna fundamental, posto que ele passa a ser o mediador entre o leitor e a informação – entra aqui o Bibliotecário, não mais c…
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Quando pensamos na possibilidade de que cada leitor tenha seu livro, vislumbramos o livre acesso ao conhecimento. Neste ponto o papel do Bibliotecário se torna fundamental, posto que ele passa a ser o mediador entre o leitor e a informação – entra aqui o Bibliotecário, não mais como simples técnico, mas também como educador.
A biblioteca sendo um organismo em constante movimento e desenvolvimento, o Bibliotecário deverá ter bem definido seu papel como educador, mais do que disseminador da informação.
Leitura não significa simplesmente o que os textos nos apresentam, mas qualquer percepção que tivermos no nosso cotidiano, porque, leitura também é decifrar imagens.
Ao Bibliotecário não compete aceitar simplesmente ser um disseminador de informação, com profundos conhecimentos técnicos, mas, sobretudo, valer-se de novos métodos e instrumentos, para levar essa mesma informação ao usuário.
A medida que adentramos o universo da leitura, descortinando autores e temas, os mais variados, percebemos que vamos nos familiarizando cada vez mais com a palavra e ganhamos o mundo.
Ao Bibliotecário compete ser elemento partícipe de processos de transformação, uma vez que com ele detém o conhecimento e este é moeda corrente.
Pesquisas mostram que a pessoa que não lê, e quando lê não consegue fazer uma análise do que leu, tem dificuldade de se relacionar, de se expressar no convívio social e profissional; torna-se pobre de vocabulário.
Somente leitor contumaz, audaz, perspicaz, que acostumado fora às linhas do texto e às entrelinhas do contexto, poderá ler e compreender, as artimanhas que se escondem por trás das linhas, através das entrelinhas.