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Frases de Icaro Fonseca

93 frases

Tenha consciência de sua morte em breve, mas viva como se você fosse viver para sempre. Parece contraditório, certo? Não, não é. – Icaro Fonseca
Quando eu escuto um ''porque fazer isso ou aquilo se um dia eu vou morrer?'' eu sinceramente não sei se a vontade que sinto é a de rir ou de chorar. Afinal seguindo a mesma lógica da ideia, por que então deveríamos nos levantar da cama ao acordar se um dia vamos morrer? Por que…
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Quando eu escuto um ''porque fazer isso ou aquilo se um dia eu vou morrer?'' eu sinceramente não sei se a vontade que sinto é a de rir ou de chorar. Afinal seguindo a mesma lógica da ideia, por que então deveríamos nos levantar da cama ao acordar se um dia vamos morrer? Por que comer, se mesmo assim iremos morrer um dia? Por que ir ao banheiro ou tomar banho se um dia vamos morrer? Por que falar que um dia vai morrer se isso não faz o menor sentido já que não muda o fato de que mesmo assim vamos morrer? Respirar porque se um dia vamos morrer? A contradição é linda. Ela é como cócegas, não sabemos se temos que rir ou chorar com tamanha aflição ao sermos tocados. Incrível a capacidade de arrumarmos desculpas esfarrapadas para não assumirmos os desafios que dariam mais sentido à nossa existência. Não é atoa que vagamos pelo produto da frustração.

Nossa maturidade tem uma luz que ilumina nosso discernimento. Seja qual nível de maturidade for. Cada nível com sua própria luminosidade. Quanto mais iluminado o discernimento fica, mais ele consegue enxergar novos jeitos e oportunidades com clareza. O discernimento aumenta à med…
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Nossa maturidade tem uma luz que ilumina nosso discernimento. Seja qual nível de maturidade for. Cada nível com sua própria luminosidade. Quanto mais iluminado o discernimento fica, mais ele consegue enxergar novos jeitos e oportunidades com clareza. O discernimento aumenta à medida que a luz da maturidade sabiamente ilumina o ser. — Icaro Fonseca

A decepção sempre nos acompanhará enquanto aqui estivermos. A sede de viver traz nas bordas dos sonhos certas expectativas que não controlamos devido a falta de experiência com os fatos a serem experimentados. Então como lidar com isso? Veja bem, se nos atentarmos ao real descon…
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A decepção sempre nos acompanhará enquanto aqui estivermos. A sede de viver traz nas bordas dos sonhos certas expectativas que não controlamos devido a falta de experiência com os fatos a serem experimentados. Então como lidar com isso? Veja bem, se nos atentarmos ao real desconhecido que acompanha nossos objetivos, fica mais fácil de vermos o que seria a frustração como surpresas que ensinam e mostram mundos que até então eram desconhecidos e, portanto, isso inspira não só a crescermos se soubermos lidar com a frustração, mas engrandece o nosso imaginário com uma visão mais holística do que costumávamos ter. Há quem chame isso de amadurecimento, e eu concordo. Há quem confunda amadurecimento com a ideia de deixar o eu sonhador e o encanto próprio morrer dentro de si mesmo e, disso lamento, eu discordo. Ensinamentos ensinam o sábio a sonhar ainda mais, com um esmero aguçado e com detalhes diferentes enquanto ensinam o infeliz a se fechar dentro de um mundo onde ele acha que tudo já deu o que tinha que dar. E isso pode ser perigoso, pode levar desde um egoísmo doentio até mesmo à morte. Não existe estar velho demais para sonhar e fazer; existe estar com medo demais para sonhar ou estar morrendo demais para sonhar; como preferir. Deixo em exceção os casos patológicos, pois, seus tratamentos seguem uma linha diferente e junto, os ditos ''cabeças dura''. Não quero mudar ninguém pois a mágica fica em outro plano. Há quem nasceu para ser cabeça dura até o fim da vida e nada vai mudar isso. Todavia acredito que o sonhador só precisa acordar para vida para ser quem nasceu para ser. Só precisa reformular a ordem da visão de mundo para continuar. Só precisa aprender a aprender. – Icaro Fonseca

A vida é uma sequência de flashes, marcadas por imagens eternas enquanto a vida durar e outras que no instante que são capturaras, são descartadas, esquecidas e ignoradas. Se percebermos as poucas memórias vibrantes, boas e serenas de nossa existência em relação ao que foi esquec…
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A vida é uma sequência de flashes, marcadas por imagens eternas enquanto a vida durar e outras que no instante que são capturaras, são descartadas, esquecidas e ignoradas. Se percebermos as poucas memórias vibrantes, boas e serenas de nossa existência em relação ao que foi esquecido, perceberemos o reflexo de nossa própria humanidade. O reflexo do quão breves e pouco corajosos fomos. Contudo por poucas que tenham sido as boas compensações e momentos de alegria e absoluta harmonia com nós próprios, evidência-se o que ainda há dentro de nós: a capacidade de sentir, a capacidade de descobrir que a alegria existe, mesmo apesar de todas as dores e dos momentos neutros que foram esquecidos para todo o sempre, a capacidade de nos mantermos esperançosos por uma vida que vale a pena, mesmo tendo consciência da própria pequenez, capaz de encontrar sentido em cada momento, mesmo diante de uma possível hipótese de que o todo, por si só, não tenha um real sentido. A capacidade de enxergar dentro de si tudo que lá fora, sozinho, não tem encanto ou sentido. — Icaro Fonseca

Tudo que é nosso há de vir e se foi, volta. E resto é o que não vem e nem volta. O apego faz da distância algo cruel. Há todo tipo de apego na jornada. Pelo andar, surgem os fascínios. E um monte deles são molestadores de alma que no disfarce da beleza, lançam feitiços sobre o c…
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Tudo que é nosso há de vir e se foi, volta. E resto é o que não vem e nem volta. O apego faz da distância algo cruel. Há todo tipo de apego na jornada. Pelo andar, surgem os fascínios. E um monte deles são molestadores de alma que no disfarce da beleza, lançam feitiços sobre o corpo sensível aos encantos, mesmo sendo sedento de cegueira. Entorpecido pelo encanto que me cega do corpo à alma, posso tropeçar e cair várias vezes. E, não obstante, também tem a queda do bem, ainda que incrivelmente dolorosa e confundida como uma das maiores desgraças, tem a mania de me distanciar daquilo que me desviava de quem eu sou. Do que sou. E de fato, certas ''perdas'' me livrou daquilo que me desviava de quem eu sou. — Icaro Fonseca

Corajoso é o dono de qualquer ato. Contudo, honre as consequências de seu ato da mesma forma audaz que corajosamente o cometeu. A honra habita no enfrentamento do que vem depois do feito, pois, fazer é fácil e difícil é lidar com o que vem depois. Se assim não fosse, todos seriam…
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Corajoso é o dono de qualquer ato. Contudo, honre as consequências de seu ato da mesma forma audaz que corajosamente o cometeu. A honra habita no enfrentamento do que vem depois do feito, pois, fazer é fácil e difícil é lidar com o que vem depois. Se assim não fosse, todos seriam corajosos o suficiente para tudo. Tudo e mais um pouco. — Icaro Fonseca

É engraçado ver gente querendo arrumar o mundo, enquanto, por alguma razão, mal consegue organizar a própria vida. Engraçado almejar mudar o mundo a própria maneira, dentro daquilo que acha certo; não obstante, foram vários, vários os que, em uso da misericórdia e das ditas verda…
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É engraçado ver gente querendo arrumar o mundo, enquanto, por alguma razão, mal consegue organizar a própria vida. Engraçado almejar mudar o mundo a própria maneira, dentro daquilo que acha certo; não obstante, foram vários, vários os que, em uso da misericórdia e das ditas verdades subjetivas, criaram tumultos e mortes, na ânsia de jurar saber o que é bom para a pele de cada um --, mesmo que ninguém, obviamente ninguém sinta o que se passa por baixo de uma pele que não é a própria. Tenho medo, medo de quem quer mudar o mundo. E, como já dizia um cujo dito: ''de boas intenções o inferno é cheio''. Eu não deixaria minha carteira perto de um sonhador dessa categoria, da mesma forma que eu não gostaria que alguém decida -- por mim --, aquilo que só eu posso decidir como bom para mim. É engraçado como querem cuidar da vida dos outros, antes de cuidar um pouquinho, só um pouquinho, da própria. Bom, eu sei que é difícil aprender a olhar para si mesmo antes, também estou aprendendo e, nessa minha onda, já pude descobrir por algum motivo que eu sou eu! E que eu não sou o outro e, que o outro é diferente de mim e portanto, sabe mais do que eu acerca do que talvez seja melhor para ele do que eu mesmo acho que sei por ele e para ele. Mesmo que eu me esforce para ser o outro, sondando os vales mais íntimos daquela alma, eu ainda não seria o outro de fato, para sentir-me como o outro. Bom, pode até ser eu até sinta um gostinho, mas não o sabor de ser um outro. Eu, ainda não seria outro, para sentir na pele, a natureza dele. Eu não seria ele para sentir o mínimo do que possa ser bom para ele. Então resta-me sentir-me eu o máximo possível, antes de querer dar conta de mais, de ser mais, de querer ser outro. — Icaro Fonseca

Reclamamos, reclamamos e reclamamos de quem não faz o que queremos, da forma como queremos e, o que é mais engraçado: reclamamos de quem não é aquilo que simplesmente dizemos que é para ser. Por vezes nos perguntamos sobre os porquês daquela ou daquelas pessoas portadoras de cer…
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Reclamamos, reclamamos e reclamamos de quem não faz o que queremos, da forma como queremos e, o que é mais engraçado: reclamamos de quem não é aquilo que simplesmente dizemos que é para ser. Por vezes nos perguntamos sobre os porquês daquela ou daquelas pessoas portadoras de certas atitudes; ou falta delas. Nos questionamos sobre seus corações e mentes, afinal, como seriam capazes de ser tão frias, sádicas, más ou até boas demais para o nosso próprio discernimento compreender? A questão principal desse jogo é a falta de paciência da nossa parte para parar um pouco, só um pouco e refletir que os outros são o que são. Sim, simples; os outros são o que são. Não há muito o que mirabolar. Eles são eles. Há coisas que são fúteis para tentarmos entender por meio de fantasias, afinal só o outro sabe o que de passa por baixo da própria pele. Não sentimos um eu que não mora dentro do nosso próprio. Eles, os outros, são dignos de suas próprias peculiaridades únicas, embora sejam da nossa raça. Da mesma forma a gente em relação aos demais. E bom, pode até ser que sejamos os deuses de nossos mundinhos, com nossas normas e com nosso mudo de ser e ponto final. Mas não custaria muito se tentássemos compreender a incompreensão alheia para com a nossa em prol do combate ao sofrimento imaturo. Eles não são capazes de ser a gente e nada podemos fazer em relação à isso. Pode ser que se pareçam muito, mas só parecem. E olha, quando a gente começa a aceitar o fato de os outros não conseguem não ser da forma que somos, também não conseguimos ser eles –, o que não somos e assim, começamos nos preocupar com questões mais solúveis, como por exemplo: olhar para outros mundos como outros mundos que são, em vez de acharmos que são todos espelhos e, como tais, deveriam agir de acordo com o que nossos mimos bobos se sentem no direito de querer que sejam. – Icaro Fonseca