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Frases de Iasminny Loiola

16 frases

⁠Não sei o que é mais ou menos. Ou é fato, ciência, espiritualidade Ou não é nada. Falta que falta,
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⁠Não sei o que é mais ou menos. Ou é fato, ciência, espiritualidade Ou não é nada. Falta que falta, Sede em excesso. Meias verdades São fantasias que fazem a sua perversão gozar em uma verdadeira agonia. Calmaria em calamidade.

⁠Aos desejos sombrios, Às representações facetárias, Ao gozo pelo sofrimento alheio,
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⁠Aos desejos sombrios, Às representações facetárias, Ao gozo pelo sofrimento alheio, Às ideologias que segregam, Ao desamor que nos fragmenta, À perversão que romantizamos, Ao caos que se diz superior, Ao déficit que se manipula, Ao espaço-fala obscuro, Ao desgoverno em vida, Morte, apelo, exoneração.

⁠Quais são os cárceres da pós-modernidade? São eles que nos aprisionam? A maior perdição do sujeito é observar e contaminar-se, atentamente, com o externo, esquecendo-se do interno. Quando se olha para dentro, aprende-se e inicia-se uma amizade, íntima, com o velho e humano sen…
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⁠Quais são os cárceres da pós-modernidade? São eles que nos aprisionam? A maior perdição do sujeito é observar e contaminar-se, atentamente, com o externo, esquecendo-se do interno. Quando se olha para dentro, aprende-se e inicia-se uma amizade, íntima, com o velho e humano senhor Tempo, sem perder-se com o que o nosso desejo não suporta. Seria esse fato fruto da obvialidade? Continuamos falando sobre o óbvio, porque ainda não conseguimos ir para além dele.

⁠Na dor, a leveza voa Verborragia que sustenta o vazio Política do Cancelamento: Cultura, documento
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⁠Na dor, a leveza voa Verborragia que sustenta o vazio Política do Cancelamento: Cultura, documento O “não importar-se”, já se importando, o representante A voz, a cor, a raça, a cega religião, o sexo, a carne É corpo em movimento, alma em aflição, morte em silêncio. O batom vermelho, magra, alta, loira, olhos em chamas O perceber do cantar dos pássaros nem é mais música Morte em vida, um ser finito, o amor em falência Ufa! Uma janela, mas o vizinho não é social, ele é chefe Uma porta, a música, a dor, a dança, tudo cansa. O outro que completa, o inimigo sempre à espera O silêncio que faz gemer, o doloroso ser sem ter Gritar, correr, seguir... Ao passo que sou mulher Existe vida, em demasia, no excesso do calar O tu, nós, vós, a força de um todo em ação.