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Frases de Henry Keys

77 frases

⁠Interlúdio — Com O Amor No penhasco da solidão Eu te vejo partir sem olhar pra trás
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⁠Interlúdio — Com O Amor No penhasco da solidão Eu te vejo partir sem olhar pra trás Levando contigo o meu coração E deixando em mim um vazio sem paz Eu grito teu nome na imensidão Mas só o vento me responde com frieza Eu choro as lágrimas da desilusão Mas só a chuva me acompanha com tristeza Eu tento seguir em frente sem você Mas só o tempo me mostra a dureza Eu busco um sentido pra viver Mas só a vida me oferece a incerteza No penhasco da solidão Eu te espero voltar pra me abraçar Trazendo contigo o meu perdão E me dando uma chance de recomeçar

⁠Surreal Eu não sei se é sonho ou realidade Mas eu sei que você me faz sentir
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⁠Surreal Eu não sei se é sonho ou realidade Mas eu sei que você me faz sentir Coisas que eu nunca senti antes Você me leva pra outra dimensão Você é o meu vício, a minha droga A minha cura, a minha loucura Você é o meu fogo, a minha água A minha luz, a minha escuridão Eu não quero acordar desse sonho Eu só quero ficar com você Você é o meu tudo, o meu nada O meu sim, o meu não Você me faz perder o chão e o ar Você me faz transcender o comum Você me faz sentir surreal Você é o meu surreal

⁠Crônica dos Desiludidos Os desiludidos do amor Estão desfechando ilusões no peito
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⁠Crônica dos Desiludidos Os desiludidos do amor Estão desfechando ilusões no peito Do meu quarto, escondido, ouço a paixões Os amados torcem-se de gozo Oh, quanta matéria para os jornais Desiludidos mas apaixonados Escrevam cartas de amor Tomaram todas as emoções Para o remorso dos amados Pum pum pum adeus, emocionado Eu vou, tu ficas, mas nós veremos Seja no claro céu ou turvo inferno Os jornalistas estão fazendo a matéria Dos desiludidos que se mataram Que grande emoções eles tinham Poemas, sob o seu diário e cartas de amor cheia de dor E uma história cheia de intensidade Agora, vamos para o jornal local Levar as matérias dos desiludidos Lidas com emoções e sentimentos (Histórias de primeira e de segunda classe)

⁠Segurança Em Primeiro Lugar Não se pode deitar de novo Com quem te assustou da primeira vez.
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⁠Segurança Em Primeiro Lugar Não se pode deitar de novo Com quem te assustou da primeira vez. Imagina se eu durmo, e aí você me ama? Não, menino, que perigo. Coisa feia. Imagina eu durmo e aí eu te amo de volta. Não, jamais me colocaria em tamanho risco, jamais. Meus pais me criaram direito, Eu tenho medo até do vento. Imagina um poema ruim, de amor ainda, se rima então... Credo. Eu, hein, Deus me livre. Fazer poema rimado, Coisa de idiota, sabia? De depravado. Então vou esperar um pouco, Só o suficiente pra eu voltar na minha cadeira de otário. Até lá eu durmo de olho aberto, Eu ligo a câmera. Só me deito contigo numa cama com segurança na porta, Com alarme, com sino, com sensor. Imagina eu invento de te mostrar pros meus amigos E aí eu te tiro desse lugar bonito Que a minha imaginação te colocou. Eu, hein, ainda não tô doido, não tô. Se depender de mim, minha mãe jamais vai saber teu nome. Segurança em primeiro lugar, Principalmente de pseudo-amante Que a gente só sabe fingir que ama. Não nasci ontem, Não nasci. Eu já fui muito atacado por amor, calado, de noite. É um perigo, É um caminho sem volta. Eu me recuso a agir com tamanho estupidez. Não, não, não. Não é que eu sou neurótico também, nem nada, Só que... Nunca se pode deitar de novo Com quem te assustou da primeira vez.