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Frases de Henry Keys

77 frases

⁠A Chave do Paradoxo Eu tenho uma chave na mão Mas não sei qual porta abrir Tantas possibilidades me esperam Mas nenhuma me parece atrair Eu tenho uma ideia na cabeça Mas não sei como expressar Tantos sentimentos me invadem Mas nenhum me faz vibrar
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⁠A Chave do Paradoxo Eu tenho uma chave na mão Mas não sei qual porta abrir Tantas possibilidades me esperam Mas nenhuma me parece atrair Eu tenho uma ideia na cabeça Mas não sei como expressar Tantos sentimentos me invadem Mas nenhum me faz vibrar Eu tenho uma caneta no bolso Mas não sei o que escrever Tantas histórias me inspiram Mas nenhuma me faz viver Eu tenho um paradoxo no peito Mas não sei como resolver Tanta beleza me encanta Mas nenhuma me faz ver Eu sou um escritor sem rumo Um artista sem obra Um sonhador sem sonho Um poeta sem poesia Eu sou a chave do paradoxo A solução do enigma A resposta da pergunta A essência da vida

⁠Desilusão Refletida Tentei te alertar, mas não quiseste ouvir, Teu descaso deixou feridas a florir.
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⁠Desilusão Refletida Tentei te alertar, mas não quiseste ouvir, Teu descaso deixou feridas a florir. Agora, na tristeza, solitário estás, Enquanto ela, serena, a paz desfruta, paz. Flores baratas e palavras tardias, Agora sozinho, na guerra dos dias. Não era amor, o que existia não sei, Mas agora é tarde, o que restou foi desdém, a lei. Dói? Aguenta firme, reflete tua ação, Na consciência, a marca da desilusão. Pensa antes de quebrar corações, sem piedade, Pois o jogo é cruel, e a dor, realidade. Tantas voltas na vida sem responsabilidade, Como Pinóquio, ilusão e fragilidade. Do topo ao poço, lição a aprender, Água mole e pedra dura, até que fura, é o que há de se entender. Não era amor, só uma sombra no coração, Seja o que for, não restou compaixão. Agora, enfrenta a dor que criaste, Pensa duas vezes antes de quebrar, antes que seja tarde.

⁠No fundo da alma, quando tudo aperta, A dor não é física, é uma dor esperta. Não é um machucado que se vê por fora,
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⁠No fundo da alma, quando tudo aperta, A dor não é física, é uma dor esperta. Não é um machucado que se vê por fora, É algo dentro, uma ferida que devora. É tipo um nó na garganta, um peso no peito, Quando tudo dói, não tem jeito. Não é só um arranhão na pele, É um aperto fundo, algo que se revela. Não é uma pancada que deixa marca, É um aperto, uma dor que embarca. Não dá pra mostrar com um curativo, É uma dor que fica, um pouco mais corrosivo. Então, quando tudo dói, não é só físico, É algo que vai além, é um lance mais crítico. É um grito silencioso, um peso na mente, Quando tudo dói, a dor é diferente.

⁠Na Fila do Tempo Na fila do mercado, o passado sorriu sem jeito, Frente a frente, eu em segundo plano, sempre sujeito.
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⁠Na Fila do Tempo Na fila do mercado, o passado sorriu sem jeito, Frente a frente, eu em segundo plano, sempre sujeito. Primeiro a dizer adeus, incerto em seus sentimentos, Superado, eu seguia atrás, em lamentos. Como uma fila de mercado, o destino se revela, Cumprimentei, buscando evitar a sequela. Ele falou do dia, do tempo, de nós dois, Encontros com o passado têm seus próprios nós. Nossa história, memórias, passeios e um filme por ver, Olhos castanhos tingidos de melancolia a esmaecer. Examinei, sereno, como legista a analisar, Uma história afinada, agora sem chorar. Ao mencionar um novo amor que não vingou, Saudades e arrependimentos, sentimentos que mostrou. Naquele instante, cortando o papo, eu disse decidido, "É a sua vez de pagar", o olhar contido. Ele baixou a cabeça, murmurou baixinho, "Eu sei, mas um dia espero te reconquistar", num ato sozinho. Não era sobre nós, mas sobre a fila que segue, Vida não é videogame, é mercado, onde a fila não nega. A fila anda, sem olhar pra trás, A vida é assim, sem chance de paz. O mercado da vida, implacável e frio, Cada um paga sua conta, seguindo o rio.

⁠Anseios do Coração Eu queria que o amor fosse uma cama elástica, Pois na queda, não me machucaria.
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⁠Anseios do Coração Eu queria que o amor fosse uma cama elástica, Pois na queda, não me machucaria. Queria que a saudade fosse um brinquedo, Assim, esqueceria mais facilmente. Eu queria que a paixão fosse uma lei de prisão, Para ter certeza de não me apaixonar em vão. Queria que a dor se transformasse em aprendizado, Não em alguém, evitando despedidas frias. Eu queria que a incerteza fosse uma brisa suave, Para não abalar os alicerces dos sonhos que construiríamos. Queria que a esperança fosse constante, Mesmo quando os ventos da adversidade soprassem.

⁠Numa dança de afetos, o coração dança, Emaranhado em laços, tece a esperança. Amor, doce encanto, ora benção, ora maldição,
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⁠Numa dança de afetos, o coração dança, Emaranhado em laços, tece a esperança. Amor, doce encanto, ora benção, ora maldição, A dependência emocional, tece a ilusão. Na teia do afeto, a alma se enreda, Talvez trouxa, buscando o que se perde. Entre suspiros e lágrimas, o coração se doa, Às vezes, no amor, a razão se escoa. Em dependência, a liberdade se esvai, Cadeias emocionais, onde a alma cai. Ser trouxa no amor, um papel desenhado, Na peça da vida, onde o coração é ludibriado. Mas no teatro do sentimento, há luz e sombra, A dependência se desfaz, e a alma se sobressai. Que o amor, soberano, cure a ilusão, Libertando corações da trouxa paixão.

⁠Nas vozes que se entrelaçam, ecoa a dor, Do cálice que transborda, grito de clamor. Entre versos e acordes, segredos a revelar,
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⁠Nas vozes que se entrelaçam, ecoa a dor, Do cálice que transborda, grito de clamor. Entre versos e acordes, segredos a revelar, A canção da resistência, no ar a flutuar. Na ditadura que oprimia com mão de ferro e frieza, A música se tornou a voz da natureza. E nas entrelinhas, a luta a florescer, A poesia em harmonia, a liberdade a renascer. Cálice de palavras fortes, protesto em canção, Contra o regime implacável, brotou a revolução. Com letras que enfrentaram o silêncio e a censura, O Brasil encontrou na música a sua candidatura. Hoje, lembramos com respeito e emoção, A poesia que desafiou a opressão. Nas notas e nos versos, persiste a inspiração, Do cálice que transborda, em nossa memória, a canção.

⁠Não serei interrompido Não me calarão, não me intimidarão com discursos de ódio,
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⁠Não serei interrompido Não me calarão, não me intimidarão com discursos de ódio, não aceitarei mais essa conduta intolerante. Falarei o que penso, sem medo de ser interrompido pela professora que não respeita a diversidade. Minha voz será ouvida, meu grito será ecoado por todos que sofrem com o discurso de ódio. Não seremos silenciados, não aceitaremos mais essa discriminação que fere nossa dignidade.

Para um amor Amor, meu amor, Tu és a luz da minha vida,
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Para um amor Amor, meu amor, Tu és a luz da minha vida, O motivo do meu sorriso, A razão do meu viver. Te amo com todo o meu coração, Com toda a minha alma, Com toda a minha força. Tu és o meu tudo, O meu porto seguro, O meu abrigo do mundo. Com você, eu sou feliz, Eu sou completo, Eu sou amado. Te amo para sempre, Com todas as minhas forças.

Natal O Natal chegou, Com sua magia e luz,
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Natal O Natal chegou, Com sua magia e luz, Enchendo os corações De amor e de paz. As ruas se enfeitam, As casas se iluminam, As famílias se reúnem, Para celebrar o nascimento do menino Jesus. É tempo de dar e receber, De perdoar e esquecer, De espalhar a alegria, E fazer o bem ao próximo. Que o Natal seja um momento de renovação, De esperança e de amor, Que possamos viver em paz, E construir um mundo melhor.

Penhasco No alto do penhasco, A solidão me abraça.
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Penhasco No alto do penhasco, A solidão me abraça. O vento frio corta A minha pele machucada. Olho para o mar, E vejo a vida passar. As ondas quebram na pedra, E o som é como um lamento. Lembro das pessoas que amei, E que agora se foram. Lembro dos sonhos que tive, E que se desfizeram. Sinto-me sozinho e perdido, Como um barco à deriva. Não sei para onde ir, Ou o que fazer da minha vida. O penhasco é o meu refúgio, O meu lugar de tristeza. É aqui que eu choro, E que choro a minha vida.

Rua ⁠Rua escura, sem saída Sombras se movem na sarjeta
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Rua ⁠Rua escura, sem saída Sombras se movem na sarjeta Um grito ecoa na noite Um corpo é arrastado Rua fria, sem alma O vento sussurra segredos Um choro é ouvido ao longe Um espírito vaga Rua perigosa, sem vida O crime impera na esquina Um assassinato é cometido Um cadáver é jogado Rua macabra, sem esperança A morte é o único destino Um funeral é realizado Um caixão é fechado Rua tenebrosa, sem futuro O medo é o único sentimento Um pesadelo se torna realidade Um terror sem fim

Dipirona Um estudo recente me fez pensar Será que dipirona pode me salvar?
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Dipirona Um estudo recente me fez pensar Será que dipirona pode me salvar? Talvez eu tome um comprimido ou mais Mas sei que isso não me traz a paz Não, não estou falando que você é minha dor Você mora na parte do meu coração Mas você não sabe o quanto eu sofro Por não ter o seu amor Agora vem a pergunta que me atormenta Quanto tempo demora pra ser curado? Será que um dia eu vou te esquecer? Ou vou viver sempre apaixonado? Talvez eu tome, uma, duas ou três vezes... Mas nada disso vai mudar a minha sorte Pois dipirona não cura dor do coração Só cura dor de cabeça e de corte

⁠Quando a saudade apertar, E o coração pesar, Lembre-se do amor que era mar,
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⁠Quando a saudade apertar, E o coração pesar, Lembre-se do amor que era mar, Exagerado, mas a nos embalar. Era amor assolador, Que nos tomava sem pudor, Com B de brilho no olhar, Era amor a nos guiar. Na memória, o amor ecoa, Como canção que boa, Nos faz dançar, nos faz sonhar, Amor que sempre irá ficar. Então, quando a saudade vier, Com B de beleza a relembrar, Saiba que esse amor a dois, No tempo, sempre será atemporal.

⁠Versos Esquecidos Novamente, furtas sonhos que não são teus, Já não bastou roubares o que um dia me pertenceu?
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⁠Versos Esquecidos Novamente, furtas sonhos que não são teus, Já não bastou roubares o que um dia me pertenceu? Cansado de sonhar contigo, estou, Nesta ilusão, amor e cuidado não sou. Cruel é a tua essência, B, Não mais quero a tua presença, vê. As estrelas testemunham nossa dança triste, O vento sussurra segredos que resistem. Teu olhar, um abismo de despedida, Me afasto, buscando a luz da vida. Em cada verso, a dor se entrelaça, Lembranças desbotadas, sombras na vidraça. Promessas quebradas, como fios de seda, E o coração, um campo de batalha perdida. Agora, sob a lua pálida e fria, Deixo-te para trás, sem melancolia. Não mais sonharei contigo, nem serei refém. Que o vento leve as palavras não ditas, E que o tempo cure as feridas aflitas. Adeus, B, és apenas um verso esquecido, Nesta jornada, eu renasço, decidido. Que a aurora traga novos sonhos, sem ti, E que a minha alma floresça, enfim livre.

⁠DÃO ERRADO Eu te amei com toda a força Que havia em meu coração
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⁠DÃO ERRADO Eu te amei com toda a força Que havia em meu coração Mas você não soube valorizar E me deixou na solidão Agora eu vivo sem sentido Sem rumo e sem direção Só penso em tudo que perdemos E em nossa triste separação Não sei como seguir em frente Sem você ao meu lado Sinto que tudo deu errado E que o amor foi um pecado Você foi a minha vida E também a minha morte Você foi a minha alegria E também a minha sorte Mas agora tudo acabou E eu não tenho mais esperança Só me resta a lembrança De um amor que se apagou

⁠TODOS OS CONTOS Todos os contos que eu li Falavam de um amor sem fim
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⁠TODOS OS CONTOS Todos os contos que eu li Falavam de um amor sem fim De um príncipe que vinha salvar De uma princesa que ia se casar Mas a vida não é um conto de fadas E o amor não é uma coisa encantada Às vezes o príncipe vira um dragão Às vezes a princesa foge da prisão O amor é uma ilusão que nos faz sonhar Mas também pode nos fazer chorar O amor é uma escolha que nos faz crescer Mas também pode nos fazer sofrer Todos os contos que eu escrevi Falavam de um amor que eu senti De um sonho que eu quis realizar De uma história que eu quis contar Mas a realidade não é um conto meu E o amor não é um presente seu Às vezes o sonho vira um pesadelo Às vezes a história vira um desespero O amor é uma inspiração que nos faz criar Mas também pode nos fazer calar O amor é uma arte que nos faz viver Mas também pode nos fazer morrer

⁠A fragilidade do amor contemporâneo O amor de hoje é tão frágil Que se quebra com um sopro
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⁠A fragilidade do amor contemporâneo O amor de hoje é tão frágil Que se quebra com um sopro E se esconde atrás do orgulho E da dor de um coração roto O amor de hoje é tão vazio Que se enche de ilusões E se perde em fantasias E em falsas emoções O amor de hoje é tão covarde Que tem medo de se entregar E prefere a solidão Do que o risco de se machucar O amor de hoje é tão triste Que se conforma com o fim E se consola com a saudade E com a lembrança de um sim O amor de ontem era tão forte Que resistia a qualquer prova E se nutria de confiança E de uma paixão que renova O amor de ontem era tão pleno Que se bastava em si mesmo E se expressava em gestos E em um olhar sincero O amor de ontem era tão valente Que enfrentava qualquer desafio E se entregava sem medo E sem nenhum receio O amor de ontem era tão feliz Que se alegrava com o presente E se projetava no futuro E em um sonho permanente

⁠Interlúdio — O Que Acontece Paixão que se vai Como um fogo que se apaga
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⁠Interlúdio — O Que Acontece Paixão que se vai Como um fogo que se apaga Deixando apenas cinzas E um vazio no peito Amor que se perde Como um sonho que se esquece Deixando apenas lembranças E um silêncio no leito Pessoas que se mudam Como as estações que se alternam Deixando apenas marcas E um adeus no espelho Relações que se acabam Como as flores que se murcham Deixando apenas espinhos E um lamento no peito

⁠Ribeiro Eu sou um ribeiro que corre sem parar Buscando o oceano onde você está
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⁠Ribeiro Eu sou um ribeiro que corre sem parar Buscando o oceano onde você está Mas entre nós há montanhas e vales Que me impedem de te alcançar Eu sinto a sua falta a cada instante O seu sorriso, o seu olhar A sua voz que me acalma O seu abraço que me faz sonhar Eu não desisto da esperança De um dia te reencontrar Mesmo que leve anos, décadas ou a vida toda Eu vou sempre te esperar Você é o meu destino, a minha razão A minha fonte de inspiração Você é o meu amor, a minha saudade A minha eterna paixão

⁠DE AMOR Sinto falta do teu sorriso Que iluminava o meu dia
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⁠DE AMOR Sinto falta do teu sorriso Que iluminava o meu dia Sinto falta do teu abraço Que me aquecia a alma Sinto falta do teu beijo Que me fazia sentir vivo Quero reviver os momentos Que marcaram a nossa história Quero relembrar as canções Que embalaram o nosso amor Quero recuperar as esperanças Que perdemos na despedida Mas sei que o tempo não volta E que o destino nos separou Mas sei que a vida continua E que o mundo não parou Mas sei que o amor não morre E que o coração não esquece

⁠Romance em Cena Eu não sei se é amor Mas eu sinto algo por você
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⁠Romance em Cena Eu não sei se é amor Mas eu sinto algo por você Algo que me faz querer Estar sempre ao seu lado Eu não sei se é paixão Mas eu sinto uma atração Algo que me faz sonhar Com você em cada cena Eu não sei se é ilusão Mas eu sinto uma emoção Algo que me faz cantar Com você em cada verso Eu só sei que é você Que me faz sentir assim Você é o meu romance em cena O meu final feliz

⁠Eu quis jogar fora o que vivemos Mas não consegui me desfazer A ferida que você deixou em mim
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⁠Eu quis jogar fora o que vivemos Mas não consegui me desfazer A ferida que você deixou em mim Me fez viciado no seu ser Eu dependi de um amor doente Que me machucou sem perceber Você foi o meu presente envenenado Que me fez sofrer, hm. Eu me sinto fraco e sem vida Preso no passado que não volta Inventando uma história que não existe De que um dia fomos felizes O que aconteceu com a gente? Onde foi que nos perdemos? Será que foi por falta de cuidado? Será que foi por falta de desejo? Ou será que foi o acaso, hm.