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Frases de HENRIQUE MUSASHI (AracatiCE)

15 frases

‘Boa Índole’ é muito mais que uma palavra bonitinha para descrever comportamento discreto, porém hipócrita.
Desconfie de todo presente dado juntamente com rompantes de auto-alegação moralista, de suposta bondade e generosidade, mais voltada pra quem está ao redor do que para você. É o tipo de presente que não é um presente, mas uma troca por algo que você talvez não saiba e talvez não…
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Desconfie de todo presente dado juntamente com rompantes de auto-alegação moralista, de suposta bondade e generosidade, mais voltada pra quem está ao redor do que para você. É o tipo de presente que não é um presente, mas uma troca por algo que você talvez não saiba e talvez não queira receber quando souber do que se trata a coisa real que está por trás do ato que apenas parece generoso.

Olhando os noticiários recordo de alguns rompantes: - "Nós não queremos uma bandeira vermelha... Não somos vermelhos... Somos verde e amarelo...”
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Olhando os noticiários recordo de alguns rompantes: - "Nós não queremos uma bandeira vermelha... Não somos vermelhos... Somos verde e amarelo...” Azul... Branco... Mas eu prefiro ver as crianças de bochechas rosadas Vermelhas, coradas As ver pálidas, azul de fome, verdes enjoadas Por não ter posto, médico ou remédio... Ou então, amarelas, coitadas! Nós veremos as cores da bandeira nas caras das pessoas (Não pela força da tinta) Veremos pessoas verdes, amarelas, azuis, Olhando, debaixo, uma minoria branca... Não precisam mais de suas panelas... Vermelho, só na face dos professores e outros cidadãos. No sangue do protesto inútil, misturado ao choro sem consolação.

Estou ciente de quando houver colheita farta, ou apenas a possibilidade visível da fartura, alguns se aproximarão do “pomar de minha vida”, mas, quando chegar o outono, terei que juntar as folhas e preparar a terra – sozinho. E não me admirarei se algumas destas pessoas não mais…
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Estou ciente de quando houver colheita farta, ou apenas a possibilidade visível da fartura, alguns se aproximarão do “pomar de minha vida”, mas, quando chegar o outono, terei que juntar as folhas e preparar a terra – sozinho. E não me admirarei se algumas destas pessoas não mais me enxergarem por este ano, mas haverá sempre uma nova estação e aí, pela experiência do outono, saberei para quem abrir o “portão de minha vida” e aqueles a quem atenderei apenas na calçada, mas não deixarei de compartilhar meus bons frutos [...] [Fragmento do livro “Fiorefalsus II”, de HENRIQUE MUSASHI]