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Frases de Guilherme Ramos

18 frases

Independente do esforço e do resultado, sempre haverá um ou outro para te criticar e tentar te diminuir. Mas lembre-se, esses de nada influenciaram para suas vitórias, e não merecem a sua atenção. Dê valor àqueles que sempre estiveram ao seu lado independente das circunstâncias,…
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Independente do esforço e do resultado, sempre haverá um ou outro para te criticar e tentar te diminuir. Mas lembre-se, esses de nada influenciaram para suas vitórias, e não merecem a sua atenção. Dê valor àqueles que sempre estiveram ao seu lado independente das circunstâncias, esses sim merecem toda a sua atenção e cumplicidade.

⁠Dualidade Queria o poeta ser um só, mas não podendo ser um só, é dois.
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⁠Dualidade Queria o poeta ser um só, mas não podendo ser um só, é dois. Queria o poeta clamar e pedir como um só, mas dois, é o fardo que o poeta leva. Queria o poeta agir uma só vez no impulso, queria o poeta pensar duas vezes antes de executar. Queria o poeta ter um coração. Queria o poeta ter uma mente. Mas os dois, é oque o poeta carrega por ter aprendido a amar.

⁠⁠Placidez ⁠O fim de tarde teceu, cresceu a imensidão. O céu laranja lembra um véu.
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⁠⁠Placidez ⁠O fim de tarde teceu, cresceu a imensidão. O céu laranja lembra um véu. Véu que cobre os segredos da escuridão. Véu que anuncia o mistério e solitude, de um céu que proclama compaixão. Olhando o monte pergunto-me, foi ele pintado com um pincel? Acho que o vi em algum painel. Como pode o monte ser tão misterioso, estaria em exposição? Sou eu privilegiado! Posso apreciar o céu e sua segunda-feira acurada. De forma que me junto a ela e ardo em paixão, no silencioso céu que teceu a fim de tarde dourada.⁠

Viena Talvez... Talvez sim. Talvez isso passe, olhe, veja,
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Viena Talvez... Talvez sim. Talvez isso passe, olhe, veja, que belos campos verdes, Paciente é o tempo. Paciência de um fim de tarde. Paciência de um ponteiro que bate. Paciência de um casal em um parque. Paciência de brisa que assopra a árvore. Talvez... Talvez sim, talvez com paciência, isso passe.

Anfitrião Queria o trovador ser um sabiá. ir e voltar, voltar e ir,
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Anfitrião Queria o trovador ser um sabiá. ir e voltar, voltar e ir, sem esperar a sofreguidão da dor de uma partida. A tinta lamenta sobre o papel. O que diz? O que chora? Pensamentos de outrora, que bisonhamente entristeceram o sorriso acanhado do poeta. Não pode a caneta escrever as mais belas palavras que o coração pudesse sentir, mas sim as mais tristes que o coração pode passar.

⁠Falar ameno Suave peso da caneta. Suave como a brisa de uma tarde calma,
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⁠Falar ameno Suave peso da caneta. Suave como a brisa de uma tarde calma, suave como os lábios da amada do trovador. Seria por ventura uma mensagem divina? Daquelas que invadem a alma como sabe bem o sofredor, adentrando aos ouvidos abertos ao falar do vento contando-lhe uma verdade de um antigo amor. Seria o falar de Deus ao coração calejado do pensador?

⁠Lei da natureza humana Nasce, é alimentado, cresce, é alimentado, se desenvolve, é alimentado, se reproduz e é alimentado, passa o tempo, adoece e morre.
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⁠Lei da natureza humana Nasce, é alimentado, cresce, é alimentado, se desenvolve, é alimentado, se reproduz e é alimentado, passa o tempo, adoece e morre. Por ventura seria isso que o leitor lê, o processo da vida humana? Ou o ciclo de uma paixão?

⁠⁠Alma poética Quem seria o poeta se não falasse da vida? De que serviria seus lamentos e suas alegrias?
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⁠⁠Alma poética Quem seria o poeta se não falasse da vida? De que serviria seus lamentos e suas alegrias? O poeta é a caneta de sentimentos, Sua tinta são seus pensamentos. Por ventura poderia O poeta parar de amar, pensar e agir? Por ventura poderia o poeta não ter implementos? Quem sabe a poesia exista na alma cheia de avarias. Quem dera o poeta soubesse o valor. O valor de cada palavra escrita sobre sua alma. O valor de seus sentimentos sobre a folha, sobre suas escolhas que vão além da dor.

⁠Meu Pilar: Mãe, uma palavra que expressa amor, Amor sem o qual não posso viver.
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⁠Meu Pilar: Mãe, uma palavra que expressa amor, Amor sem o qual não posso viver. Uma sílaba que é sinônimo de flor, Flor que alegra meu dia além de seu dever. Mãe, és mulher de muito valor. Cada sacrifício da senhora me faz ver Que eu não seria nada sem teu calor. Seu cuidado com os seus me faz comover. Mãe, nos dias frios, tu és meu cobertor. És meu guarda-chuva que me protege antes de chover. Apesar de meus erros, tento a cada dia ser seu beija-flor. Mãe, o pior cego é o que não quer ver Que sem o teu amor Eu não conseguiria viver.

Quimera da saudade. Tempos idos que não voltam Um sentimento que invade.
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Quimera da saudade. Tempos idos que não voltam Um sentimento que invade. Desejos que me faltam Me lembram a doce saudade. Sob o devaneio tento olhar Encaro o ser com peculiaridade. Vejo a maldita quimera sangrar Clamando por piedade. As passadas coisas que inexistam Eram as propagadoras da serenidade. E por mais que não sintam, Ainda percebe-se uma vivacidade. Afinal são elas que orbitam À doce saudade.