1) A gente olha de onde está e vê o horizonte de nosso nascimento. Vê a estrada que percorremos cheia de curvas imprevisíveis, E a gente fica com a terrível indagação: Será eu mesmo?
Continuar lendo
1) A gente olha de onde está e vê o horizonte de nosso nascimento. Vê a estrada que percorremos cheia de curvas imprevisíveis, E a gente fica com a terrível indagação: Será eu mesmo? Ou, mesmo que seja eu, um vermezinho que nada vale, e se valesse para nada serveria, senão para Louvar a Deus criador de nós...