Donas da verdade, céticas ou semideus.
Genocracia aristocrática, regras que
Ninguém obedeceu.
Fascistas impetuosas; impetuosidade
Do prazer.
Tirania que ninguém engole, impondo-lhe
O poder.
Donas da verdade, onipotentes naturais.
Da estética escondem a máscara, num
Jogo de seduções guturais.
Do amor a servidão. Amante se torna
Escravo, de joelhos ao perdão; onde
O certo se torna errado, direitos é
Algo em vão.
Corruptas da vaidade, esnobando
A caridade alheia... Injustiça, que
Torna “justa”, na mesquinharia
Verdadeira. Que se danem os
Problemas do mundo, apenas a
Mudança de lua é que é perfeita!
Apenas as donas da verdade, são
Que choram, as imperatrizes do
Planeta.
(Donas da verdade, 05 de fevereiro de 2008)
Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da
imagem visual; Minha terra tem fumaças
que envenenam nosso ar. O oxigênio que
se respira é uma poluição Pulmonar.
Nesse céu não há estrelas, nossas
Várzeas não tem flores, nossos bosques são
Sem vidas, nessas vidas sem amores...
Minha terra tem fumaças, que envenenam
Nosso ar; irritam os meus olhos, enfisema
Pulmonar. Vendo tudo se acabando, e o
Mundo se calar. Paisagem poluída, holocausto
Nuclear.
Aqui as aves não gorjeiam, arrepia no estampido
Da pólvora. Sim, é triste, mas não há outro
Desfecho pra essa estória. Lamento falar
Sobre essa modernidade sórdida, que se
Vende ao consumismo, e consome a vida
Própria.
Poluição industrializada, monopólio que
Polui. Imagem visual comprometida, das
Águas deste rio insalubre.
Poluição governamental, desvalorização
Do ser humano. Poluição do capital...
Paisagem poluída, corrompida, destrutiva da imagem
Visual!
(Paisagem poluída, 23 de março de 2008)
Me dê um cactos, eu quero agora. Foges de mim,
mas de mim não há orgulho... Eu sou aquilo que
vocês fizeram, o que fizeram de mim? Eu ainda
vou ser feliz, me diz quando, me diz? Minha
vida estará pintada de verniz. Mesmo assim
sendo, meu espírito ainda será livre; livre e
sempre.
Glória aos homens, muita paz e felicidades
para as mulheres. Não me igualo a tais
seres. Foram vocês que me mac...hucaram
e agora não vai mais sarar. Mas não
desejo o mesmo destino, peço apenas
paz de espírito, pois queria tirar da
alma esse espinho, mas não quero e
não consigo, pois jamais perdoarei.
“O erro crucial do homem é
Julgar a perfeição como atitude; é
Ser egoísta com a dor e com as
Desgraças alheias. Choram com
As suas conquistas e gargalham
Da sua decadência”.