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Frases de Graone de Matoz

28 frases

"Come over here, I want to give you what you want. Come to me, I want you to woman. Give you my warmest kisses and caresses. Did you fondle your breasts.'ll Whisper in your ear.'ll Take it to absolute pleasure. come to me with that smirk. I may not be pretty, but I know how to sa…
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"Come over here, I want to give you what you want. Come to me, I want you to woman. Give you my warmest kisses and caresses. Did you fondle your breasts.'ll Whisper in your ear.'ll Take it to absolute pleasure. come to me with that smirk. I may not be pretty, but I know how to satisfy a woman. Did you get drunk from sacanagens. want to caress her in the most intimate parts. Taking her to orgasm, desire and madness.'s bullshit I'll whisper in your ear. single I can be free and alone, but I'm flesh and blood, I'm still alive. come to me, I do you woman. come indulge in my kisses. lie Come on my lap and feel my caress. come up to me to make me man. come to me, I make you a woman. "

Lá pra Minas Gerais avistei A fumaça insana, de cor Esverdeada
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Lá pra Minas Gerais avistei A fumaça insana, de cor Esverdeada Olhos em chamas... No vermelho de uma fogueira, Avistei uma cidade em chamas, Chamas de um graveto, chamas Em meus olhos, em meus Olhos em chamas... Explorando o infinito, conhecendo O desconhecido chamas em negrito, Chamas em meus discos, Olhos em chamas... Crianças loucas, poucas são as Suas ganâncias, sobre a derrota Dos oprimidos, Chamas na minha Mente, chamas em meus olhos, Chamas em meu corpo, Olhos em chama... "Olhos em chamas", poema criado em 29 de julho de 2003.

As lágrimas que derretem no Calor da tristeza. Com certeza Alguma, elas caen como
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As lágrimas que derretem no Calor da tristeza. Com certeza Alguma, elas caen como Chuva, e derretem nas nuvens... Na nuvem do desespero; No ódio e no receio... No fim do meu desejo; Na filosofa do teu beijo; Na corte do meu segredo... Nuvem de lágrimas, é Aonde eu fico, nas nuvens De lágrimas é aonde eu Vejo. Nuvem de lágrimas é o que Eu respiro, nas nuvens de Viagens eu escrevo. "Nas nuvens" poema criado nos dias 07 – 08 de 2003.

Fugindo dos cafundós do mundo, Da desgraça que sem dó devasta Tudo.
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Fugindo dos cafundós do mundo, Da desgraça que sem dó devasta Tudo. Da tragédia chorando só, na lavoura Trabalhando duro. Passada a vida pra pior, visando um Melhor futuro... Saga umedecida de suor, em pontas De facas dando murros, ambição cada vez Maior, caminhando em passos curtos. Sua cabeça que vai dando nós, em sua Mente despertando um surto. Dinheiro que vira pó, tabuleiro de um Jogo sujo. "Cafundós do mundo", poesia tema da Do livro "A terra dos lobocratas".

Tragédias catastróficas giram em Torno do mundo. Navio navegado, em um lago denso
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Tragédias catastróficas giram em Torno do mundo. Navio navegado, em um lago denso E profundo. Agonia grandiosa, agonia sem sentimento. A pena mais rigorosa, cadeia no esquecimento, Lembranças que me sufocam, neste fogo ardendo. Em um purgatório, ou em uma prisão. Liberdade a Céu aberto, sem direito a dizer não. Liberdade a luz Clara sem direito ao perdão. Tragédias catastróficas giram em torno do mundo. Navio navegando, em um lago denso e profundo. Agonia grandiosa, agonia sem sentimento. A pena mais rigorosa, cadeia no esquecimento. Felicidade que machuca pensamento que enveneno. Em um purgatório, ou em uma prisão. Liberdade a Luz clara sem direito ao perdão, Liberdade a céu Aberto, mais com direito a sermão. "Purgatório II", Poesia criada em 25 de Março de 2003

Eu quero cair fora... Eu não preciso disso. Não quero pedir
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Eu quero cair fora... Eu não preciso disso. Não quero pedir Esmola..., Não perco O compromisso. Caído pro inferno, ou Pro paraíso. Isso é que é um alívio... É disso que eu preciso. É disso que eu necessito... É disso que eu preciso. Não suporto mais, tanta Intolerância... Quanto Pessimismo, mais não Perco a esperança. Agora, ou no nunca, é Disso que eu preciso. É disso que eu necessito... É disso que eu preciso. É disso que eu necessito... É disso que eu preciso, e É isso que é um alívio, é Disso que eu necessito... É disso que eu preciso. É disso que eu necessito... "Alívio", poesia criada em 27 de abril De 2003, atrás da quadra de Uma escola.

Teus olhos me dizem como devo Olhar; todo meu viver, todo o azul Do mar.
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Teus olhos me dizem como devo Olhar; todo meu viver, todo o azul Do mar. Me dar inspiração... Me mostre opinião, Pois a tempestade furacão, não me Atinge não. Não quero pensar. Não me deixe acordar; Para ver que essa viagem não dar para Ir tão longe... A realidade é tão confusa, A vida é tão distante, e um tanto exagerada. Às vezes até enrolada; mas a tempestade Furacão, não me atinge não. Cante-me uma canção... Mostre o seu Coração... Porque a tempestade furacão, Não me atinge não. "Tempestade furacão", poema criado em 24 de Abril de 2002.

A pressa anda rápida, a perfeição É a sua inimiga. Miragens um Caminho próximo, um disfarce,
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A pressa anda rápida, a perfeição É a sua inimiga. Miragens um Caminho próximo, um disfarce, Para tapear o ócio. O cenário é uma matéria morta, vida Sórdida em pele e osso. É essa Desgraça seca de um pobre povo, que Possue esperanças e clamam por Justiça, pois nela ainda acreditam. E as serpentes fazem suas respctivas Funções. Os seus venenos atraen a Morte! Pois a saída é o reflexo da Entrada. O caminho é dado à sorte; o grito é Um tiro seco. O eco é uma esperança viva, a Desidratação é consequência, mas Irônico é este final de vida. "Deserto", poesia origianalmente criada em 28 de novembro de 2003

Amor, amor perdido, dor De cotovelo, a amada Que tenho lhe tanto
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Amor, amor perdido, dor De cotovelo, a amada Que tenho lhe tanto Desprezo. È um desejo De seu beijo, é uma flor De meu receio... Amor, amor perdido, Que nunca foi Correspondido, Que amor será esse? Aquele que em uma Viagem foi esquecido, Da lucidez foi liquidado, Da minha vida foi vencido. Amor, amor, amor perdido Onde estás que estás tão Esquecido? Que amor será esse? De um sonhador iludido Na fábula que um dia Tivesse existido. Amor, amor não dominas Quem já tem domínio. Amor, amor já foi planejado O seu extermínio. Amor, amor que não existe, Amor, amor sem destino. Que amor será esse? Um amor vingativo. Amor, amor por que Estás sempre mentindo? Amor, amor eu finjo que Acredito. Amor, amor por que és Tão destrutivo? Amor, amor isso é um Mau caminho. Amor, amor um anarquista Do amor, que como eu não Sinto dor. Que amor será esse? Amor de inverno seco, Amor, amor indolor. Amor, amor perdido, Amor de platéia, o Amor é ridículo. Amor é uma aberração. Que amor será esse? Um amor de circo, e Que amor será esse? Um amor cancerígeno. Amor, amor nocivo. "Uma carta ao amor", poesia criada em 01 de fevereiro De 2005

Eu vejo o dia amanhecer, ou O entardecer do dia. A brisa Dos meus olhos, me fazem
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Eu vejo o dia amanhecer, ou O entardecer do dia. A brisa Dos meus olhos, me fazem Compreender uma mente Criativa. Uma mente que me faz Pensar: flor, chuva e sol, Não dar pra combinar... Se você não entendeu, Nem procure entender. Pois A vida ao nascer é difícil Até crescer; assistindo todo O meu viver. Tudo me faz pensar: flor, chuva E sol, não dar pra combinar; um Poema sem rimas, uma dança Sem par. "Flor, chuva e sol", poema criado em 02 de dezembro de 2002

(Zona do medo) "Onde eu vivo não tenho direitos, apenas o medo. Não tem lei e
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(Zona do medo) "Onde eu vivo não tenho direitos, apenas o medo. Não tem lei e sim, a lei do cão. Aqui a minha vontade não é nada, vivendo na mais absoluta tirania. Sem palavras aqui me calo, calado pela violência. Escravo da ignorância, acorrentado pelo medo. Viver aqui não é meu desejo. A tirania que faz de mim o que bem quer. A ignorância que tenta me fazer de burro. Minhas mão podem estar atadas, minha boca está tapada, só não irá tirar o meu coração. Meu coração por liberdade gritará. Isso ninguém me tira. Só se for pra me matar, meu coração por liberdade gritará. Quero voltar a viver, ser livre pra pensar. Muito longe estarei, feliz em outro lugar. Onde liberdade eu terei, nenhum canto pra chorar". (Graone De Matoz, Zona do medo)

Será que depois da morte existe Vida? Sai da seca, sai da sina e A treva nos castiga? Ou o inferno
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Será que depois da morte existe Vida? Sai da seca, sai da sina e A treva nos castiga? Ou o inferno É aquele sol, que tanto queima e Judia? Tudo planta e nada vinga. É o pão Nosso de cada dia. Tanto faz morrer De sede, morremos aos poucos a Cada dia. De barriga bichada, ou de Barriga vazia. Essa é a experiência nata de toda a Vida. Ou morrer de fraqueza, ou Então de bala perdida. Ou de boca Seca, ou de fome desnutrida. Carrega a cruz da penitência, ou a Fome misericórdia? Calejada é Brasileira, o futuro não importa. Para a caridade sertaneja, tem Ao menos humilde cova. (Calejada do cerrado, poesia tema do livro "A terra dos lobocratas" – São Paulo - 2006)

Peço que não me deixe sem respostas. Nesta Carta que eu lhe escrevo agora. Curtos Foram esses dias; em um sol de outono, a
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Peço que não me deixe sem respostas. Nesta Carta que eu lhe escrevo agora. Curtos Foram esses dias; em um sol de outono, a Nestes meses ventanias. Escrevo a ti, sem falsa modéstia. Cotidiano De uma vida hipócrita; curtos foram esses dias... Sem nada pra botar pra fora. Em dias de Burocracia. Em semanas de agruras próprias. Nessa carta lamento os meus deslizes. Frases De desabafos, que nunca foram tão felizes. Curtos foram esses dias, porre no final da tarde, Lembranças de madrugadas vadias. Peço que não me deixe sem respostas. A vida Não pode acabar assim. Remédios para ansiedade, Dê-me uma resposta para mim. Curtos foram esses Dias. Sem início, meio ou fim. Curtos foram esses dias, a Memória me entenderia. (Curtos foram esses dias, poema criado em 22 de março de 2008)

Que vontade que eu tenho de tocar a sua Pele; de alisar os seus longos cabelos. Esses olhos verdes, que são de ensandecer,
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Que vontade que eu tenho de tocar a sua Pele; de alisar os seus longos cabelos. Esses olhos verdes, que são de ensandecer, Uma rara beleza, que degusta no meu Prazer. Que loucura tenho eu, de beijar a sua boca, Onde a saliva derrete como mel. Deixando Minha vida louca, me levando até o céu. Pra não dizer que estou mentindo, Escrevo o que penso de ti, em alguma Folha de papel. Pra provar que sou Sincero, ando em outra rua, muito Longe das mágoas de um bordel. Mas que vontade que eu tenho de Alisar os seus cabelos. De alisar o seu Rosto belo, de beijar o seu corpo Inteiro. Que vontade que eu tenho, que Vontade tenho eu. (Vontade insaciável, poesia criada nos dias 27 – 28 de março de 2008)

Como uma pedra no caminho, como uma rosa Sem espinho... Solidão que vem e passa, nesse Dia tão lindo.
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Como uma pedra no caminho, como uma rosa Sem espinho... Solidão que vem e passa, nesse Dia tão lindo. A declaração é gloriosa, a poesia é inventada. A paixão é perigosa, a melodia é mal criada. Como uma pedra no caminho, como uma rosa Sem espinho... Solidão que vem e passa, nesse Dia tão lindo. A palavra é carinhosa, a canção que é cantada. A viagem é gostosa, a inspiração que é Inspirada. Como uma pedra no caminho, como uma Rosa sem espinho... Solidão que vem e passa, Nesse dia tão lindo. Pensando em metáforas, criando com Carinho. Em uma mesa a luz e velas, Com um bom e velho vinho... Como uma pedra no caminho, como Uma rosa sem espinho... Solidão que Vem e que passa, neste dia tão lindo. Como uma pedra no caminho, como Uma rosa sem espinho. (Pedra no caminho, rosa sem espinho – 16 de março de 2008)

A maresia que puxa e traga minha vida, no meu sonho vendo Esse mar, não há coisa mais bonita. Tenebroso pesadelo, Na madrugada eu tinha; mesmo assim, o mar é algo que
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A maresia que puxa e traga minha vida, no meu sonho vendo Esse mar, não há coisa mais bonita. Tenebroso pesadelo, Na madrugada eu tinha; mesmo assim, o mar é algo que Me trás sempre alegria. Vendo as ondas arrebentarem na areia, às águas me molham Os pés, que água tão fria. O vento direção norte, que tanto Assovia. As marés que aqui se contempla, as correntezas, que Inspiram poesia. O perigo de ser sugado é o medo que eu tinha. Tanto faz se é De noite, tanto faz se é de dia... O mar sem dúvida alguma, é A coisa mais bonita; porém a mais perigosa e interrogativa. Não sou o lobo velho, nem nunca estive na marinha. Falando De um sábio pescador que tanto o conhece, menos ainda. Mas na natureza, algo igual ao mar, não existe coisa mais linda. Seria ele, um deus em forma de oceano encantando um quadro Belo, de um célebre artista. Convidando para o seu mundo Estrela, incentivando a positiva energia. Ressacas em fúria, de um pesadelo com a orla marítima. Pra Alto mar eu desejo ir, pra maresia que puxa e suga minha Vida. Este azul da cor do mar, na natureza não existe coisa Mais bonita. (Sonhando com o mar, poesia criada em 25 de abril de 2008. Inspirada em um profundo pesadelo)

Amor-perfeito, Margarida, Copo-de-leite todo Azedo. O perfume das bromélias vai pairando sobre o Vento.
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Amor-perfeito, Margarida, Copo-de-leite todo Azedo. O perfume das bromélias vai pairando sobre o Vento. Rosas vermelhas tão festivas, rosas brancas cemitério. Urtigas, orquídeas murchas, da papoula ao analgésico. Uma flor de Liz, ou um girassol quando formam um Caso sério. Duas flores já são muitas, quando são três já é Exagero. Vida pura aqui se xinga, e quando adormece já é enterro. Amor-perfeito dose dupla, dosagem alta é remédio. Copo-de- Leite todo azedo, margarida de mistério. Rosas vermelhas Minhas amigas, rosas brancas do inverno. Paineira-do-campo vira enfeite, inspiração no meu caderno. Flores em grupos, em ramalhetes; umas camélias de Primavera. Alguém com o ramo e sorridente, não é dos tempos das Cavernas. Flores de presentes, cores da quaresma. Amores iguais a estes, só mesmo em novela. Amor-perfeito, margarida, copo-de-leite todo azedo. O perfume das bromélias vai pairando sobre o Vento. (Chácara das flores, poesia criada em 15 de abril de 2008)

Vida noturna, ó vida boêmia! Em uma terra De igrejas, em um mundo sem indulgências. Vida Inoportuna, não me deixa experiência. Dos
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Vida noturna, ó vida boêmia! Em uma terra De igrejas, em um mundo sem indulgências. Vida Inoportuna, não me deixa experiência. Dos Desastres inocentes, de uma culpa sem Vivência. Ó vida noturna, ó vida boêmia! Em terra de Pecados sem a culpa, há muitos anos se Cumpre a pena. Em mundo de vinhos sem A uva, em milagres dessa água tão Sangrenta. Não há pedidos de desculpas, Só há sacrifícios em penitência. Ó vida impura, ó vida boêmia. De um suor Aqui se suga, cuja alma a envenena. A cultura concreta e crua, que se esconde Na demência. De templo luxo, que aqui se imita, onde só Plagia a sentença. Ó vida tão culposa na inocência. Ó vida desvalorizada, ó vida da boêmia. Ó vida censurada, na teoria a Inteligência. Na escola sistemática, do Moralismo a decadência. Da ausência Romantismo, tecnologia da ciência. E na Moda de consumo, na magreza insistente. Ó vida amargura, ó vida persistente. Vida Cópia, não triunfa, os mandamentos Existentes. Terra igreja, não expulsa, o que Pensa ser decente. Ó vida noturna, ó vida boêmia! Sem tributos Minha amiga, mas vivendo sem clemência. Ser julgado sem a culpa, perpetuamente a Sentença. Apedrejado em praça pública, Condenado sem defesa. Ó vida escura, ó vida de crenças! Ó vida gatuna, cidade de igrejas! Ó vida na censura, ó vida Sentença! Ó vida noturna, ó vida boêmia! (Ó vida boêmia, 25 de março de 2008)

Lágrimas que escorrem pelo rosto. É triste, essa impetuosa e indiscutível despedida. Pra sempre que tu dormes,
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Lágrimas que escorrem pelo rosto. É triste, essa impetuosa e indiscutível despedida. Pra sempre que tu dormes, pra eternidade essa ferida. Tudo escuro e tão triste. Tão misterioso e tão simplório. A única coisa pra sempre ficará é o meu amor por vocês. As flores servem para alegrar. Flores são poesias, mas a saudade a maltratar. A Morte é tão triste, ao menos uma música a tocar.

Sou eu artista. Os artistas são pessoas infelizes; loucos, românticos e sonhadores. Artista apaixonado pela a artista.
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Sou eu artista. Os artistas são pessoas infelizes; loucos, românticos e sonhadores. Artista apaixonado pela a artista. Artista que és tão triste,lágrimas que fazem arte. Do palhaço, tão sem graça esse sorriso. Artista nesse palco, mas és uma estrela sem um brilho. Carente e sem carinho. Meu coração é que é de vidro, poesia é como vinho. Artista triste e sozinho, maluco e sem juízo, mas parao público divertindo. Artista nasce artista, é a minha arte que me mantém vivo.

Amor bandido, tão dolorido de artifícios, deprimido é sentir. Mentir é um amor sem castigo; mas a verdade eu
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Amor bandido, tão dolorido de artifícios, deprimido é sentir. Mentir é um amor sem castigo; mas a verdade eu vós digo, é amar sem merecer. Amor bandido sem vergonha, mas com medo de viver. Carente vivendo das sobras, amolecer um coração mendigo. Amor bandido és perigo, amor próprio ou prazer. Amor bandido não é só isso, amor estorvo é só querer... Amor bandido, amor perigo, é destino ser ferido só cego é quem não ver... O meu amor é marginal, meu amor, meu inimigo, amor boêmio meu bem querer. Amor bandido, amor querido ao nascer. Amor vendido, amor espinho, amor bandido até morrer...

Passione impossibile che non sarà mai abbinato, fa male e si è così doleva, il mio amore la mia vita.
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Passione impossibile che non sarà mai abbinato, fa male e si è così doleva, il mio amore la mia vita. Sei così dolce, sei così stretto, io l'amore, ma lo farò mai, che bacio che mai baciato. Che fa male, lo so. Ma non voglio ascoltare, perché non vogliono fare del male a me ... Le lacrime versate perché amare mi hai fatto male. malato e non ha cura, Amo poi muoio. (Da Graone Matoz, poeta e scrittore brasiliano)

Il mio bel fiore, amore impossibile, mi uccidere il dolore. La mia attrice così bella, il mio artista, il mio amore.
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Il mio bel fiore, amore impossibile, mi uccidere il dolore. La mia attrice così bella, il mio artista, il mio amore. Leave me triste, perché non sai della mia esistenza. amorevole TI è una frase di uccidermi anima e veleni, ma per sempre ti amo, il mio destino, il mio dolore, il la mia strada, il mio amore. Il mio eroina, il mio fiore. Ho scritto questa poesia in onore di un'attrice brasiliana che ha un nome italiano, ed è l'artista più bello del mio paese

Aos doutores, amadores dirigentes da Nação. Aos burocratas imperadores, Julgadores promotores e juízes
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Aos doutores, amadores dirigentes da Nação. Aos burocratas imperadores, Julgadores promotores e juízes Onipotentes da razão. Essa “justiça” Corporativista, enganosa e fascista ...Da desanimadora repressão. Palavras Nunca antes censuradas, onde cartas São marcadas, no poder aquisitivo da União... Aos doutores amadores, dirigentes da Nação. Aos burocratas imperadores, Julgadores procuradores e deputados Onipotentes da razão. Nos votos Investem na máscara, na câmara Do descaso a podridão. Essa política Asquerosa, repressora e fascista da Desanimadora repressão. Palavras Nunca antes tão caladas, onde cartas São marcadas, no poder aquisitivo da União. Esportista morre a tiros em uma Praia, cuja vida foi tirada e a Sua excelência que não vai Para a prisão. Aos doutores amadores, dirigentes Da nação. Aos burocratas imperadores, Julgadores senadores, e uma estrela Esquerdista, e onipotente da razão. Essa corja de Facínoras, criminosos E tão fascistas Da vergonhosa repressão. Saúde Pública tão nazista, inescrupulosa Realista da desanimadora repressão. Epidemia alastrada, é poder público Que maltrata, no poder aquisitivo Da união. A educação é uma piada, Onde cartas são marcadas, dos Moralistas educadores, prepotentes Da razão. Isso não se ensina na nobre aula, Religião. Até quando palavras, serão ruídos E o voto é a eleição? Na tirania Do poder aquisitivo da união! (Poder aquisitivo, 24 de março de 2008) Dedicatória desse poema ao jovem Diego Mendes Modanez, covardemente assassinado por um assassino tentando se esconder atrás de um cargo de promotor de justiça. O povo não esquece.