Bem lá juntinho de Deus Um dia quero chegar Os meus defeitos são tantos
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Bem lá juntinho de Deus Um dia quero chegar Os meus defeitos são tantos Mais só a Deus, vou contar Quando eu chegar à morada Que “Meu Pai vai me entregar.”
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Bem lá juntinho de Deus Um dia quero chegar Os meus defeitos são tantos
Bem lá juntinho de Deus Um dia quero chegar Os meus defeitos são tantos Mais só a Deus, vou contar Quando eu chegar à morada Que “Meu Pai vai me entregar.”
Poema: Decreto Igualdade e Paz. Decreto hoje como Cidadã por soberania, Que todas as sombras voltem a brilhar.
Poema: Decreto Igualdade e Paz. Decreto hoje como Cidadã por soberania, Que todas as sombras voltem a brilhar. No gorjear dos pássaros em sinfonia, Todos os povos voltem a sonhar. . Decreto a Paz por onde houver guerra Saúde e alento onde houver enlutados. Não falte o pão nem a fonte que gera, Nem lona e circo em campos e Cidades. Decreto ainda que a desigualdade Não mais destrua nenhuma Nação. Que os governantes esqueçam a crueldade, E em seu olhar coloquem um coração. Divergir, ter outra opinião,traz solução. Só enriquece é ponto de reflexão. Ao invés de levantes, amem e protejam seu irmão, Baixar a guarda não é fraqueza, é amar Sua NAÇÃO.
Nada mais a provar para demonstrar Que essa dor vem por tanta ausência. O restante pode ser em um instante
Nada mais a provar para demonstrar Que essa dor vem por tanta ausência. O restante pode ser em um instante E então eu escolho voar e sonhar.
Desistir do que mais se ama é também assumir seu maior amor, Negando-se à condição de genitora para que seus frutos floresçam.
Não te inquietes, Sou quem te conduz.
Amazônia. ALERTA! O que fizeram com nossas matas Bela Floresta quem te devasta?
Amazônia. ALERTA! O que fizeram com nossas matas Bela Floresta quem te devasta? Por que te calas, velha Cascata Rouxinol triste parou seu canto. E as borboletas voam em pranto. O homem insano tirou seu manto. Árvore verdejante,a ti faço um juramento. Junto ao seu coração chorar o seu lamento. Vejo teus galhos copados como um monumento. Por que te sugam e te destroem assim dessa maneira? Choro pelo canarinho, o beija-flor e também por ti. Floresta escassa tão desfigurada, Sou o teu sentir. Minh!alma entristecida se enluta na dor. Rios, afluentes, fontes e animais. Sou o seu grito nas horas fatais. Seu orvalhar expressa o seu clamor, Vil animal o homem e suas façanhas, Vai ser punido por suas artimanhas. Quando criança cobria-me as tranças Braços abertos a me guardar na sombra. Meus Piqueniques eu sentada em seu chão A mesa posta os pássaros em canção. Saudade e sonhos minha árvore querida, Infância linda seiva de sua vida. Quando chegarem os falsos lenhadores Pranteia o orvalho demonstra suas dores. Não percas nunca o manto de suas cores Luta e reage contra os opressores. Confiam em mim e em deus defensores, Honrados iremos te render louvores.
Lá vem o trem Trás o menino Que nada tem
Lá vem o trem Trás o menino Que nada tem Como destino.
Passando pelas ruas encontrei olhares tristes distantes, Que sequer têm um prato de comida para o dia de hoje.
Fica aqui o desencanto e a esperança De alguém que sozinha não pode Mudar o mundo, mas que, ainda sonha.
Nuvens de chumbo no céu vão surgir. E a cor vermelha da face eu terei.
Dormi sob o orvalho Sem temor, domei uma fera. Pra te banhar com pétalas perfumadas.
Porque o Doutor precisa Sempre do ignorante. Ou de onde vais tirar
Porque o Doutor precisa Sempre do ignorante. Ou de onde vais tirar O teu sustento galante?
Em uma terra distante Vive uma mulher guerreira Que luta pelos seus sonhos
Em uma terra distante Vive uma mulher guerreira Que luta pelos seus sonhos Sem nem pensar na canseira.
E por ti amar, fiz outro caminho...
Meu trovador a sua dor é minha. E o mar vermelho vai abrir caminho. Nuvem de chumbo do céu vai sumir.
Meu trovador a sua dor é minha. E o mar vermelho vai abrir caminho. Nuvem de chumbo do céu vai sumir. E a primavera é sem espinho.
Quem nesse mundo fez seu roteiro, Errou bem fundo, nesse atoleiro.
Não importa onde a estrada te leva. Mas o primeiro passo para o ponte de partida.
O velho e o menino vivem Com direito a não terem o respeito nem o direito nesse País.
Com a imagem tua Floriram os canteiros.
Nem sempre os calos das mãos Nos ensinam o saber da lição.
O contorno que aplaca uma dor, É o olhar e um sorriso de amor.
Da árvore eu fui o menor galho. Deixei-te espaço para teu florescer.
Emprestar uma parte de seu tempo ao silêncio é adquirir sabedoria para o futuro. Goretti Albuquerque.
Em um momento de catástrofe, procure sentir no final de tudo sua força aumentar junto a seu conhecimento.