Leminski me ensinou: 'Sorte no jogo, azar no amor' Porém, o amor não é um jogo? Onde todos procuram mistérios
Continuar lendo
Leminski me ensinou: 'Sorte no jogo, azar no amor' Porém, o amor não é um jogo? Onde todos procuram mistérios Encontram ternura envolvida a prazer e sedução Onde o objetivo é não trapacear É preencher lacunas vazias ou incompletas E quando parece empatar Há de aparecer um que carinhosamente maltrata Onde infinitos carentes ganham em sonhos Mas perdem na brisa normal Onde o vento leva e traz sorrisos Mas deixa escapar verdades É o jogo do contato Que queima, arde ou esfria. É um jogo pra quem em mil razões aceite também a dor Pra quem aceite o tempo infinito a levar Destinado a aqueles que não se importam no tempo Não ligam pra tropeços e quedas Nem se importam em ganhar Só esperam o empate.