"...Sozinha,entre a canção E o salão,bailou como se Fosse a última Respiração.
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"...Sozinha,entre a canção E o salão,bailou como se Fosse a última Respiração. O derradeiro trago. Que alma embriagada Beijava a sua solidão..."
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"...Sozinha,entre a canção E o salão,bailou como se Fosse a última Respiração.
"...Sozinha,entre a canção E o salão,bailou como se Fosse a última Respiração. O derradeiro trago. Que alma embriagada Beijava a sua solidão..."
“...Ando na luz da minha existência/ E isso me basta...”
Abrace o desconhecido, Cante uma velha canção e, Relembre uma paixão.
Abrace o desconhecido, Cante uma velha canção e, Relembre uma paixão. Nesse instante, irá sorrir De saudades, de tudo Aquilo que foi e que não Voltará jamais a inocência Vivida, então reviva.
“…Há dias em que alma chora, Secamente, profundamente, Sem que a razão compreenda o coração…”
“…Dedilhei salgueiros á beira-rio, Bailei com margaridas embriagadas, Entrelaçando pétalas pelo céu, de
“…Dedilhei salgueiros á beira-rio, Bailei com margaridas embriagadas, Entrelaçando pétalas pelo céu, de Começos e recomeços, na imensidão Do mar de amar...”
Estou vivo […] E isto é essencial. Mas muito mais importante
Estou vivo […] E isto é essencial. Mas muito mais importante É que eu usufrua da vida. Entre acertos e erros, Sorrisos e lágrimas. Sem medos das desilusões. Só assim serei verdade. E estarei convivendo em Conformidade Com a minha consciência.
Brava gente, De alma branda. A vida é (...)
Brava gente, De alma branda. A vida é (...) Uma esperança. Essa gente, É o tempo que Veste a sua beleza.
"...De nada me adianta as promessas, quando são as atitudes é que ficam..."
Eu canto primavera no verão Povoando o chão que me vê Chorar, sorrir e amar.
Eu canto primavera no verão Povoando o chão que me vê Chorar, sorrir e amar. Entre o balançar de alto abaixo Desse vento que chega, sem Passado, nem futuro. Relembrando-me as saudades de ti. Seus sussurros são silêncios que abrigo.
Entrelaço sonhos na imensidão Onde os meus fascículos estão Em pleno aconchego.
Entrelaço sonhos na imensidão Onde os meus fascículos estão Em pleno aconchego. Recolho pétalas em manhãs floridas Onde fragmentos plantados em pleno Desertos abrigam minhas vivências. Sou caminhante de um único amor, E nesse abraço de vida e morte sobrevivo.
"...A fineza de um cavalheiro Pode tornar o afecto desejável..."
Ato voluntário é o meu caminhar te amando.
LAÇO Há mãos que tocam Em um olhar mudo
LAÇO Há mãos que tocam Em um olhar mudo Há corações que amam Ainda que desnudo.
LIBERDADE Alguns sempre terão,
LIBERDADE Alguns sempre terão, Outros apenas sonharão E muitos jamais voarão.
“A religião é um réu Que se alto domina-vítima.”
As decepções Não impedem Os corações
As decepções Não impedem Os corações De sonharem.
O que o sorriso esconde, As atitudes revelam.
Que a tua companhia, Seja o teu melhor juízo.
A tua ausência é um fardo.
Ontem mesmo eu era outro.
O fogo que há em ti Consome o desejo Que há em mim.
SEGREGADOS Sorriam, enquanto, Seus negros
SEGREGADOS Sorriam, enquanto, Seus negros Entristecidos Dançavam. Á volta, cirandas Pálidas, batuques Nos pés, e na alma? Uma indignidade, Golpeava as suas Lembranças. No porão – karmas Vociferavam, Por aqueles que Já não tinham voz. Na cozinha, sinhá, Não aceitava os cânticos, Relembrava-a, as suas Insônias, de negras Reluzentes, nos braços De brancos envelhecidos, Brincando de amores. Não podiam parar, O porão, a senzala, era O destino de quem resistia, Enquanto forçosamente Sorriam, rios de sangue Corriam em seus corações.
Há dias Que tenho Vontade
Há dias Que tenho Vontade De viver Outras vidas.
Gostaria que não Fosse, mas é. Caminho sobre
Gostaria que não Fosse, mas é. Caminho sobre Ordens. Serei eu servo? Ou a servidão me Nasceu aos pés? Crioulos, mandingas, Calos - calados, Ninguém vê-me. Liberdade, que nem O cheiro exala! Eis O sal que me queima Os pés, o paladar, a Alma. Sou servil.