Valsa sem fim. Imagino nós dois, dançando acordados, Ao som de Djavan, com taças de vinho em nossas mãos.
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Valsa sem fim. Imagino nós dois, dançando acordados, Ao som de Djavan, com taças de vinho em nossas mãos. Você vem até mim e me beija — Seus lábios cor-de-rosa tocam os meus, Nossas línguas bailam em uma valsa sem fim. Eu não me canso de olhar-te. Olhar no fundo dos teus olhos castanhos como cobre É como olhar o paraíso — se é que isso existe. Nos seus cabelos, a noite se manifesta: Uma cortina de escuridão Que abraça minha alma e me conduz Por um universo de emoções. E enquanto dançamos, Me pergunto: Será amor, ou só o desejo de não estar só? Talvez seja ambos. Talvez nem um, nem outro. Mas ali, nos seus braços, Eu existo.