"Às vezes, não é o gesto em si..." Às vezes, não é o gesto em si que fere. É o que ele carrega nas entrelinhas:
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"Às vezes, não é o gesto em si..." Às vezes, não é o gesto em si que fere. É o que ele carrega nas entrelinhas: Quem foi lembrado, quem foi ignorado. Quem recebeu o cuidado, quem recebeu o silêncio. Às vezes, não é sobre o objeto, a ação, o momento. É sobre o olhar que passa direto. A gentileza que escolhe destino. O respeito que vira privilégio para poucos. Em ambientes coletivos, o que nos une ou nos separa nem sempre são os grandes conflitos mas as pequenas escolhas diárias que revelam quem enxergamos e quem invisibilizamos. Que a gente tenha a coragem de ser gente que inclui, que reconhece, que considera. Porque o que se constrói com respeito, permanece. E o que se constrói com descaso, desmorona por dentro e por fora.