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Frases de Gislene Camargos

94 frases

⁠De Dália Sandália de dália enfeitada para a caminhada nas nuvens
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⁠De Dália Sandália de dália enfeitada para a caminhada nas nuvens pés de asas enfeitados nas mãos um rosário de estrelas para iluminar o céu no peito um véu acaricia o camafeu com o retrato teu nas costas o sol nasceu raios em fios desceu nas coxas floresceu o ventre (re)nasceu nos braços de Morféu sono sonho acordo acordo sono sonho sonho acordo sono ao som da sua flauta doce sou menina moça sonhadora meu flautista da noite e do dia

⁠Voce aceita dancar comigo? e, assim, nos (re)encontramos... corpo, alma e coração!
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⁠Voce aceita dancar comigo? e, assim, nos (re)encontramos... corpo, alma e coração! coração batendo um no peito do outro um dueto perfeito batidas entretidas e benditas! A dança nos (re)ligou em fios invisíveis e sedutores ternos e fortes em rebentação mão coração pulmão respiração inspiração expiração ritmo (re)conciliação... uma nova ponte... um novo acordo... novos “belos horizontes”... olho no olho... corpo a corpo... alma a alma... nosso enredo sendo tecido com todos os sentidos um novo “sentido”...

⁠ELISA... Na imensidão dos teus olhos, navego em todos os mares...
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⁠ELISA... Na imensidão dos teus olhos, navego em todos os mares... sou “poesia a vela”... No teu riso, todos os “rios”... sou toda risos... sem riscos... Em teus bracinhos, todos os abraços e laços... em tuas pernas, todos os meus passos... Na sua doçura, toda a literatura se aninha... Na tua ingenuidade, não temos idade... Na tua inocência, toda essência... magia... poesia... No teu incessante faz de conta, todas as contas e elos a desenhar e amar... No teu coraçãozinho, somos todos “coração”... em oração... Elisa, és céu no chão das nossas vidas.... Teu pai Gregório ri no teu riso e vive e revive no teu universo cheio de versos...

⁠"PARTIU"! Vou me embora pra dentro de mim Vou “(re)conhecer” cada “pedacim”...
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⁠"PARTIU"! Vou me embora pra dentro de mim Vou “(re)conhecer” cada “pedacim”... Vou me olhar com os olhos do coração Vou “botá reparo” em mim Vou cuidar de mim... cada “tiquim” (des)conhecido... “Partiu” pra dentro de mim! O mapa é minha intuição... O olhar amar escavação... coração arqueologia poesia astrologia “tesouros” à vista! “monturos” debaixo... “tesouros e monturos”... um iceberg só... solidão bem acompanhada lágrimas e sorrisos abençoam a expedição... sem interdição... cada vista é mapeada e abençoada... na toada da nossa canção santa missão... a minha, a sua... missão santa! Coração meu e seu em comunhão... À nossa comunhão!

⁠"DE COR"... A vida é inédita... quem dita as regras?
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⁠"DE COR"... A vida é inédita... quem dita as regras? Sem script... Ao vivo com ou sem cores... sem ensaio... é de soslaio... Um balaio de “gatos” e de ratos... atos insanos... em anos ou segundos... Um balaio de jabuticabas e roseiras... inundo o mundo imundo de esperança e poesia e utopia... Na pia batismal fui inundada e encharcada... mania de “coloração”.... cor com o coração... Coração sangrando e esparramando poesia... À deriva estou... e viva a poesia... e vivo a poesia... com cor e de “cor”.. Poesia “de cor”...

⁠EM FANTASIA A fantasia induz sonho... sonho dormente nas dobras luz
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⁠EM FANTASIA A fantasia induz sonho... sonho dormente nas dobras luz reluz cor brilho estrela a memória corre solta em imaginação coração Tua voz ainda canta ouvidos silêncio encanto saudade invade macia suave suavidade avassaladora terremoto às avessas somos vestes um do outro vestidos de luz à meia luz... inventamos um ao outro em voz sussurro silêncio grito silencioso se faz e nos (re)faz

⁠NA "CACUNDA" DO SONHO Na “cacunda” da utopia, caminho... voo... mergulho...
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⁠NA "CACUNDA" DO SONHO Na “cacunda” da utopia, caminho... voo... mergulho... imersão sem submissão uma nova versão! sonho subversão... Atrelada ao sol velejo atiço céu com estrelas e lua do avesso pinto a vida Aquarela debruçada ajoelhada no céu altar inventado! A oração é poesia de coração para coração na mão, rosário gratidão veste minha alma desnuda na “cacunda” do sonho somos criaturas de amor Um na “cacunda” do outro somos alados e amados!

⁠Enxoval lua de mel camisola dourada pra noite demorada anágua de água pra dia pausado
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⁠Enxoval lua de mel camisola dourada pra noite demorada anágua de água pra dia pausado camisola de seda pra noite estrelada calcinha de florzinha pra tardezinha camisola prateada pra noite enluarada calcinha vermelha pra tomar café camisola de bolinha pra manhãzinha meia arrastão pra final de semana luvas de pétalas de rosa toda noite grinalda furta-cor pra ver o pôr do sol Colar de arco-íris pra colorir tua íris anel de crepúsculo pra cumprir o oráculo pulseira de ipê pra adornar a dança na cintura uma ruma de rosa sem espinhos...

⁠Flor de dentro Engulo o silêncio mergulho em lágrimas
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⁠Flor de dentro Engulo o silêncio mergulho em lágrimas dilúvio em alívio (des)obstrui o peito peito liberto janela (re)abre sorriso se abre na soleira ensolarada a primavera acena se fazendo flor e cor floresce no calor em torno do ventre no baixo ventre lateja primavera seja na beleza seja na peleja da flor de dentro

⁠ELISA EM ENCANTOS... Elisa é céu... é “designo” de Deus...
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⁠ELISA EM ENCANTOS... Elisa é céu... é “designo” de Deus... um signo de amor... Elisa é encanto... um canto um tanto melodia... dia e noite... dia após dia sua magia e poesia vai nos enredando... Enredo de candura e doçura... uma ternura em cada dobrinha de sorriso... Elisa é “filhotinha” de anjo... ficção... inventando e tecendo faz de conta... Elisa nos faz e refaz em amor e meiguice... amorice...

⁠Poética da gratidão Gratidão é elo a nos (re)ligar a nós mesmos,
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⁠Poética da gratidão Gratidão é elo a nos (re)ligar a nós mesmos, ao outro e ao universo Gratidão é o mais belo poema escrito com a pena do coração da alma do corpo inteiro Gratidão não carece rima já é coisa rica repleta de verso frente e verso verte abundância exala amor em concordância com a abundância a gratidão faz bem ao coração a gratidão faz bem à alma a gratidão faz bem ao corpo todo humaniza e harmoniza baliza nossa divindade uma infinidade de possibilidades amorosas e harmoniosas se abre em todo nosso ser Ser luz dentro e fora da gente luz que ilumina e anima tudo e tod@s Namastê!

⁠DE CHOCOLATE... Somos feitos de vinho... de chocolate
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⁠DE CHOCOLATE... Somos feitos de vinho... de chocolate e de morangos... Ainda bem... Meu bem... ressuscitados... atados... enlaçados... na graciosa... graciosamente... A vida se refaz... bem faz... o bem fazemos... Somos benfazejos... somos anjos... anjos em andores outros... sem dores.... Cheinhos de cores e “amores”... Somos “anjos voadores” nos ares e mares... anjos terrenos... com asas rasantes... antes das asas... correntes... Por entre dentes... reluzentes... asas aprendentes... Surpreendentes...

⁠QUEBRANTO NAS NUVENS... “Virei o vento”... não entendo...
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⁠QUEBRANTO NAS NUVENS... “Virei o vento”... não entendo... “com quebranto”... sem pranto... de pronto... No ponto de por à prova um novo molde... uma ode ao meu maravilhoso... um devir assombroso... Gratidão ainda sem certidão... mas com aptidão... perdão... o sonho acordado... sonho risonho... pintado de pôr do sol... com ou sem nuvens... Eu sei que tu vens...

⁠VIDA AMADA... Apagar... Como se possível fosse deletar
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⁠VIDA AMADA... Apagar... Como se possível fosse deletar o dito... o vivido e o sonhado... tão amado... Cadê o teclado? Onde está a agenda? (Des)agendar... (des)falar... amar, apesar de tudo isso... vida maravilhosa, apesar disso... disso tudo... eu não disse nada... Amada... vida idolatrada...

⁠Coração moído A palavra grita dor O peito grita abafado
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⁠Coração moído A palavra grita dor O peito grita abafado O coração sangra dor aqui dentro tudo sem graça sentimentos em trança apertam na garganta um nó que dói coração moído mente (re)mói flashback sem cor sei que vai passar a cor vai voltar o sorriso vai se abrir de novo dentro dos teus olhos vou descansar vamos nos tocar com delicadeza na singeleza e beleza que mora no nosso peito com amor e respeito no parapeito da janela da alma

⁠DE "ALMAS DADAS' Em minha cabeça, uma “rudia” de sonhos...
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⁠DE "ALMAS DADAS' Em minha cabeça, uma “rudia” de sonhos... aninham e ninam coração grávido de palavras... Minha alma feita de eternidades continua a peleja de roçar na tua... Eternidade de literatura e urdidura... perdura na lua de luto e de luta... “Luto” por todas as idas e lutas... uma labuta com a batuta do Poeta Onisciente e Onipresente... presente até na ausência e na saudade de ti... sem ti... senti tua alma e a minha na palma da mão ... Seguiremos de “almas dadas”...

⁠EM TRAVESSIA... Com licença poética, posso subverter e ser o que inventar...
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⁠EM TRAVESSIA... Com licença poética, posso subverter e ser o que inventar... ter todas as palavras para delirar... E nesses delírios poéticos, o céu é o deslimite... um jardim de lírios e estrelas... A vida vira metáfora pelas palavras afora... anoitece e amanhece a qualquer delírio... Os delírios são rios de palavras ensandecidas tecidas em rendas de sentimentos e atravessamentos...

⁠APARIÇÃO vez ou outra, você vem suporte sonho...
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⁠APARIÇÃO vez ou outra, você vem suporte sonho... você volta nas “voltas que o sono dá”... (Re)surge envolto em luz! sem noite marcada... sem telefonar 84041488 sem interfonar casa 9 sem avisar... (Re)encontro inusitado! “Em paz”... como combinamos na despedida dessa vida livre como sonhamos... “- mãe, voltei a estudar, estou aprendendo tantas coisas... “ uma vez você veio... só para “aquele abraço de alma”... que nos “(re)ligou” de novo por todas as eternidades e vidas passadas, presentes e futuras... Venha, sempre, filho! ligação eterna... nas ondas vibração amor contemplação etérea somos nós... templos!

⁠(RE)EDIÇÃO A vida é o interdito... o dito... o não dito...
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⁠(RE)EDIÇÃO A vida é o interdito... o dito... o não dito... A vida é o (ben)dito... o (mal)dito... A vida é o silenciado... sem cadeado nos sentimentos... A vida é (sen)tidos... sempre entretidos à nossa procura... A vida é com sentido... é (con)sentida... com ida e volta... à sua volta os sentidos brincam e se escondem... (Re)aparecem... em ditos outros... em sentidos outros... A vida é sem “ditados”... a vida é (re)editada... Edição em (re)invenção...

⁠NASCENTE O sol nascente vai “desvirginando” lentamente a manhã com seu
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⁠NASCENTE O sol nascente vai “desvirginando” lentamente a manhã com seu fulgor e cor alaranjada... Vai adentrando as frestas da cortina que se entrega à sua luz timidamente... Sou “abduzida” pela cor e luz vibrante... (des)nuda de tudo... me (des)nudo... E, muda... me visto do nascer do sol... Assim, estarei “amanhecendo”... sempre... um eterno amanhecer... Ser “nascer”... uma recém-nascida...

⁠QUENTURA E TERNURA... Minha poesia é laço a abraçar-te... é elo a ligar o nosso ar... ar quente...
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⁠QUENTURA E TERNURA... Minha poesia é laço a abraçar-te... é elo a ligar o nosso ar... ar quente... Refrigério em nosso “rio”... o ar condicionado é alado... é mar “mareado”... Ao lado do outro lado... só com o ar ligado... Palmas voltou a ser Palmas... na “quentura” e na literatura... Quem atura? Temperatura nas alturas...

⁠Latifúndios de lírios Planto lírios nos horizonteslatifúndios (é assim mesmo emendado)
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⁠Latifúndios de lírios Planto lírios nos horizonteslatifúndios (é assim mesmo emendado) Que se perdem ao infinito olhos não conseguem alcançar Semeio sonhos pelo céu olhos não enxergam o coração e a mão cuidam da plantação as estrelas irrigação utopia esparramo palavras crianças cirandas nessa terra arena palco comunhão com palavra pão comunga o corpo a alma o coração esparramados em ramas e rumas colheita farta