Quando chegares (fico imaginando), tu me acharás fingindo que versejo, distraído nas teclas martelando
Continuar lendo
Quando chegares (fico imaginando), tu me acharás fingindo que versejo, distraído nas teclas martelando um soneto, umas linhas, um bosquejo. Quando chegares (já nem sei mais quando disseste que virias... meu desejo de te rever vai, célere, aumentando), quando chegares, pedirei um beijo! Quando chegares, te direi, voz alta, que senti brutalmente tua falta... Estás chegando...céus! Que faço agora? Chegas... e eu fico tímido e perplexo e falo, mas as frases nem têm nexo... Tu te aborreces e te vais embora!