Era um vez, um garoto. Vivia pensando, sempre, pensando. Como um mergulho no mar, afundando.
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Era um vez, um garoto. Vivia pensando, sempre, pensando. Como um mergulho no mar, afundando. Cada vez mais curioso, e ainda sim, desesperado. Ou subia para respirar, ou descia para descobrir. Só poderia escolher um só. Morreria pra entender, ou viveria para duvidar. Mas, no fim, por pensar demais, o garoto não subiu, nem desceu. E ali mesmo morreu, sem nem poder se decidir.