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Frases de Genuzi

15 frases

MINHA ESSÊNCIA – PRECISA DE RESPEITO Sou uma pessoa tipo intrusa À esquerda do direito
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MINHA ESSÊNCIA – PRECISA DE RESPEITO Sou uma pessoa tipo intrusa À esquerda do direito Minha essência está confusa Escondida de conceito. Não é uma palavra obtusa Sem preconceito Precisa ser difusa Somente respeito. Então, respeito a mim Sem preconceito E falo de ti para mim Sem defeito. Neste emaranhado de conceito Palavra multiuso Eu quero respeito Que uso sem abuso. Abraça-me sujeito Sem conceito Nem preconceito Somente respeito. Na praça jasmim Juntinho ipê, amor-perfeito... Um cheirinho de alecrim Sem definição, nem conceito. Eu quero respeito Eu preciso respeito Eu, tu, eles queremos respeito Nós queremos respeito.

⁠ LUA DE MORANGO Na pele, suave gadunho Cinco de junho
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⁠ LUA DE MORANGO Na pele, suave gadunho Cinco de junho Garatujo em rascunho Emoção que testemunho Hemisfério norte Colheita de morango Nasce adverso ao poente Lua de morango À espreita coruja Em alerta que deseja O reflexo do luar Para encontrar seu par Noite lunar silente Olho além do portão Nenhuma alma vivente Neste âmbito de solidão O mundo assola pandemia Que afeta a economia O povo se aflige e se angustia Recebendo como legado a carestia Dia do meio ambiente Cinco de junho de dois mil e vinte Sou partícipe de ativismo Da vibe do dinamismo Aprecio do morango, a flor branca Em tempo de pandemia acalma o eu aflito Que não tem medo da carranca Porque amanhã será registro de manuscrito.

ENQUANTO ISSO LAVE AS MÃOS Da janela vejo vultos no horizonte Desviamos na contramão
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ENQUANTO ISSO LAVE AS MÃOS Da janela vejo vultos no horizonte Desviamos na contramão Noite silente Mãos de oração Mãos de sedução Sinto fome de beijos, sede de amor Mundo de realidade nunca visto Lave as mãos Mãos de edificação Mãos mostram o caminho Breve caminharemos de mãos dadas Lave as mãos Cinco de maio Dia mundial de higienização das mãos Lave as mãos Nosso destino está em nossas mãos.

NÃO PERTENÇO A NENHUMA ETNIA Não pertenço a nenhuma etnia. Cada segundo instabilidade Continuo sem referência. Não sei de onde vim nem de qual sociedade.
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NÃO PERTENÇO A NENHUMA ETNIA Não pertenço a nenhuma etnia. Cada segundo instabilidade Continuo sem referência. Não sei de onde vim nem de qual sociedade. Sou matéria, um ser vivente anímico. Somente alma Que trilha conceito, mas não sabe quem realmente é. Um diabo-alma Sou o próprio protagonista. Escrevo a história. Participo da história Delineio outra história. Mas, não faço parte da história Abruptamente não sei o que sou, nem para onde vou Eu, ele, outros alheio a história, escrevo páginas sem humor Ascendente de indígena. Gradativamente me estranho Nunca me encontrei, jamais me achei. Meu cabelo assanho Estou à margem do preconceito Mas tenho que seguir preceito Nos traços me reconheço Nenhum instante eu esqueço Que existo entre outros que não No espelho vejo feição entre outros que são.

PARALIPSE Uns, com a boca conversam no passado Falam o que não falam: alguns, criticam
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PARALIPSE Uns, com a boca conversam no passado Falam o que não falam: alguns, criticam Azucrinam boca no destino, falam O que não se deve falar Tão longínquo por quê?Ou o que está perto? Nossa segurança? Este é o ano, Este é o mês, esta é a semana, este é o dia, Esta é a hora, este é o minuto, este é o instante? Ou isto ou aquilo povoa corpo intermitente Que nos amedronta incapazes. O mesmo que nos contacta Em que vivemos, pandemia. Vírus, coronavírus... Amedronta Apocalipse, ainda não é.

⁠TORRE DE BABEL EM PLENO SÉCULO XXI Abruptamente um ferver de sangue: palpitação. Não sei o porquê do formigamento, nem o acelerar do coração: momento de estresse do corpo. Faz-se necessário ACALMAR.
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⁠TORRE DE BABEL EM PLENO SÉCULO XXI Abruptamente um ferver de sangue: palpitação. Não sei o porquê do formigamento, nem o acelerar do coração: momento de estresse do corpo. Faz-se necessário ACALMAR. Noites angustiantes. Não há esperança, não há sonho. Agora é a hora. Madrugada silente. Um pé, outro pé, olha de um lado, do outro, para frente, para trás, só o belo luar por testemunha. Não leva pão, nem água, somente um corpo sem lenço, sem documento, sem esperança... Corpo palpitando que não tem direção, que não vê o som do ouvido, muito menos do coração. Não tem um plano de fuga, não tem destino, suor frio, só palpitação. Ir ou não ir, eis a questão. Vão chorar, vão esbravejar, vão silenciar? Um insight. O que preciso saber? Não há dinheiro, não há nome e nem sobrenome, não há status, não há classe social, não há escolaridade, não há países... Diante deste vírus somos análogos. Sei lá... Nada, nada, nada... Tudo certo, nada errado. E filhos? Amigos, parentes, derentes? Um olhar no infinito. Os meios de comunicação confirmam o alastramento da pandemia. Palpite, palpita, palpitação... Passos... Outros passos... Mais passos... Rodamoinho. Vacina... Um insight. Tomar ou não tomar vacina?Jamais penso nesta alternância porque eu confio na educação gratuita e de qualidade.Confio na ciência, porque ela é tipo a estátua de bronze que curava o mordido da serpente como assevera o velho testamento.Eu acredito que o homem é imagem e semelhança de Deus. Portanto estou a esperar para ser agraciada no momento certo, no momento oportuno para me vacinar e assim que puder eu abraçarei, beijarei quem eu quiser... Eis a questão diante de pessoas incultas eu as ignorarei porque não se oferece pérolas a porcos.Diante do cenário me senti como os protagonistas que tentavam chegar ao céu, mas, não entendiam a fala do outro, assim estou nesta pandemia porque um país diz uma coisa, outro país diz outra coisa... E assim não se chega ao denominador comum. Tempo de incertezas. E agora Jesus? O que faço diante da linguagem diferenciada de personagens que retornaram da Torre de Babel e que permanece com o pensar de um tempo longínquo? Ignoro, porque eu posso tudo naquele que me fortalece e esta pandemia vai ser erradicada do mundo porque temos a sabedoria, a perseverança dos cientistas, o comprometimento do sistema e a certeza que somos moldes de Deus. A educação é tudo. A ciência é tudo. Deus é tudo. Eu cri. Eu creio Eu acredito. Tudo isto vai passar.

⁠CALE-SE OU CÁLICE BUARQUE E GIL? Naquele espaço que nem o sol se ver quadrado, porque o manto do sofrimento cobre a luz, a mente não raciona mais, não idealiza mais, não discute mais porque ali se acredita que é o fim da linha. Muitas pessoas chegaram ao limiar da mansão dos m…
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⁠CALE-SE OU CÁLICE BUARQUE E GIL? Naquele espaço que nem o sol se ver quadrado, porque o manto do sofrimento cobre a luz, a mente não raciona mais, não idealiza mais, não discute mais porque ali se acredita que é o fim da linha. Muitas pessoas chegaram ao limiar da mansão dos mortos e retornaram, mas, outros como Manoel Lisboa, Jayme Miranda, Rubens Paiva e todos os mártires daquela época não tiveram mais a oportunidade de sentir a carícia da brisa. Naquela solidão não há o farfalhar das árvores, nem o murmúrio do vento, há corpos que resistiram as tormentas e a inspiração foi além das paredes que sobressai e tenta afastar o cálice porque ali não há os braços de um anjo para acolher aqueles corpos sem lenço, nem documento, Caetano. Quando se atinge o limiar da angústia, dor, tortura, onde é possível sentir a desintegração da matéria e na pele em lugar do suor espalha o sangue e sente o roçar da foice, ainda sente nas entranhas que o lirismo surge e se materializa como protagonista da saga que presencia o mártir tomando o cálice de fel e sente o cuspe preso na garganta, o desespero, a face explode em prantos e o seu cérebro transborda em formato de poesia. Acreditamos que os corpos encontrados ou desaparecidos estão à direita do Altíssimo e que aquele sistema sombrio não retorne, porque democracia é liberdade. A junção da dor e da esperança desperta a essência que explode em Cálice que retrata o peso do manda quem pode, obedece quem tem juízo, mas as vítimas avisam a nova geração para refletirmos a nós, a eles e não mais aceite o cálice de fel e nem se cale diante de injustiça. Democracia é tudo.

URBANIDADE ⁠ Nós, humanos, nos desenvolvemos em um contexto multicultural em que temos identidade, normas, crenças, regras, padrões, valores diferenciados e neste processo há intercâmbio entre pessoas. Partindo deste princípio, o indivíduo como sujeito de ação e hereditário des…
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URBANIDADE ⁠ Nós, humanos, nos desenvolvemos em um contexto multicultural em que temos identidade, normas, crenças, regras, padrões, valores diferenciados e neste processo há intercâmbio entre pessoas. Partindo deste princípio, o indivíduo como sujeito de ação e hereditário desse pacote se socializa em grupo: família, escola e os meios de comunicação. E neste formato construímos o nosso eu, a partir do contexto social e cultural, porque educação é doméstica. Então, não escute a voz do vento e assim: Bebeste demais? Alcoólatra. Comeste demais? Obeso. Compraste demais? Velhaco. Fica com algo do outro? Usurpador. Não use o garfo de cinco unhas para subtrair, apontar… É … vou deixar o eufemismo para lá... Não mate, não roube, não desrespeite pai, mãe, irmãos, avós, tios, primos, amigos, professores, vizinhos... Quem não cumpre normas é marginal e, Assim caminhamos…. A nossa essência materna, paterna e/ou de quem ama debalde apela para o milagre da consciência de você não possuir um coração peludo, mas invocamos ao céu: sê um cidadão valente que respeite e , sobretudo, ame sem moderação.