Que amor é esse que quer me moldar?
Que insegurança é essa que quer me prender?
Queria você me enjaular?
Não cometa esse erro, me deixe livre, já sou presa pelo amor que sinto por você.
Se sufoca minha liberdade, vou partir para não morrer asfixiada.
E ainda continuarei te amando, mas preciso respirar...
Pergunto, de que adianta?
Seremos dois sofrendo...
Saudades...
A ingratidão é doída, pois nos remete a condição de "objeto" nas relações, ainda confirma que nossa importância é vinculada somente a QUANDO e ENQUANTO somos servíveis.
Logo, o importante não é estar juntos, viver, construir, fazer um ao outro feliz e sim usufruir do que temos a oferecer de mais superficial.
Melhor libertar-se dessas pessoas que nos dão em troca de entrega verdadeira, apenas ilusões.
"Os dias passam, as pessoas são o que são... Podem demonstrar serem diferentes por um tempo, mas sempre voltam para sua essência...
Nós é que nos enganamos, queremos ver o que não existe. E de forma abrupta elas nos mostram nos pequenos atos que ela são assim mesmo, pequenas, cinzas e totalmente sem graça.
Diferente daquele gigante, interessante e cintilante... Mas será que ela se mostrou assim ou nós é que queremos vê-las assim?
Não sei, só sei que agora é minúscula, cinza e comum. ODEIO comum!!! Qual a graça??"