FLUXO DA SOLIDÃO E o estar sozinho me assusta E as copulações autrozas me condenam
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FLUXO DA SOLIDÃO E o estar sozinho me assusta E as copulações autrozas me condenam E o frio me assola E a humanidade epígena esta Com quem tenta capsular Epitaxiais solidões Onde só vejo Rostos implausíveis de ferrugem E o que me segue é epitelial Constituído por nenhum mortal Conseguindo abranger essa ignota Impressão, de uma respiração Tão anormal.