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Frases de Gabriela Portugal

17 frases

Não culpe os outros pela sua falta de maturidade Não culpe os outros pelo seu desequilíbrio emocional Não culpe os outros pq seu relacionamento acabou
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Não culpe os outros pela sua falta de maturidade Não culpe os outros pelo seu desequilíbrio emocional Não culpe os outros pq seu relacionamento acabou Não culpe os outros pela sua falta de coragem de ter uma vida saudável Não culpe os outros pq vc não tem o trabalho q gostaria Não culpe os outros se vc tem que REINICIAR O QUE VOCÊ não fez certo desde o começo Apenas viva e tira as suas frustrações das costas dos outros! Pq falar é a forma mas fácil q vc tem Já que agir diferente e ter atitude é muito difícil p alguns lamentadores de plantão Não se lamente.. Aguenta que foi vc que criou o seu AGORA Mas o seu fim pode ser diferente não culpe Se desculpe

⁠O menino que não desistiu de sonhar Victor era um menino Que tinha o sonho de conhecer o mar
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⁠O menino que não desistiu de sonhar Victor era um menino Que tinha o sonho de conhecer o mar Ele morava no interior Mas isso não o impedia de sonhar Andando pra escola Sempre a cantarolar Enquanto ele imaginava os seus pés tocando o mar Ele guardava uma foto Que passava horas a olhar Única ideia que ele tinha De como realmente era o mar Um certo dia Ele ganhou de aniversário Da madrinha que de longe vinha Um presente inesperado Era uma passagem de ida e vinda E na sua dinda deu um abraço apertado Chegando no Rio de janeiro Seu intusiasmo gritava alto Ele nem podia acreditar Que seu sonho ia ser realizado Quando chegou na praia E seus pés tocaram a areia O menino começou a chorar Sua madrinha segurou suas mãos E continuou a caminhar Chegando no mar Se jogou de cabeça Pulava todas as ondas E tinha um sorriso de orelha a orelha Enquanto sua madrinha o admirava Com tanta proeza

⁠Alcateia Assim como os alfas E na ausência do homem
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⁠Alcateia Assim como os alfas E na ausência do homem A mãe é quem fica responsável Por ditar os rumos E quem manda na casa Os Betas é liderado pela segunda filha Assumindo o comando da casa Pela ausência de sua irmã mais velha Caso a mãe não esteja presente Isso sem contar que ela assume o papel Desde cedo de babá cuidando das crianças E é ela quem resolve os problemas A base da casa são os ômegas E as principais características deles são a Submissão e o isolamento Além de precisarem prestar a mãe obediência Normalmente eles se sentem isolados dentro Da casa Sendo excluídos e sendo sempre os últimos Buscando sempre a aprovação e um pouquinho de afeto O lobo solitario é aquele filho que tem que Conseguir tudo sozinho Que desde cedo não recebeu nenhum carinho E tem que lidar com as adversidades do mundo sem a ajuda dos outros Um lobo que se afastou da sua família E preferiu ser solitário pelas atitudes deles Quais eram enadequadas E que ele não concordava Tem essa mentalidade solitária Desde quando ainda tinha vínculos familiares E ele só se afasta quando começa a perceber Que conviver com seus entes é uma tortura prejudicial tanto a sua saúde mental Quanto física Além de estraçalhar quem está a sua volta Lobos que tem o instinto de não se calar Diante todas as injustiças e perversidades São vistos como egoístas Que prejudicam a evolução de toda a familia E esse comportamento Coloca os segredos aterrorizantes de todos Em evidência Lobos famintos Na espreita Pra poder se fartar Com a desgraça alheia

⁠Quem me dera Quem me dera se com meus olhos Eu pudesse enxergar a maldade do mundo
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⁠Quem me dera Quem me dera se com meus olhos Eu pudesse enxergar a maldade do mundo Ou a ingenuidade de uma ovelha Se meus pés pudessem tocar o céu Ao invés de caminhar nessa rua escura Quem me dera se eu pudesse Ir em direção ao mar Ao invés de um pedido de socorro Quem me dera se pelo menos mais uma vez Eu pudesse contar sobre os meus sonhos Mas tive a minha vida seifada Por um monstro Apenas por ter nascido mulher

⁠Uma oportunidade de sonhar Conheci a dona Sandra Que vem correndo do trabalho pra não se Atrasar
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⁠Uma oportunidade de sonhar Conheci a dona Sandra Que vem correndo do trabalho pra não se Atrasar Todo dia uma luta Pra ela conseguir trabalhar e estudar Quase consigo ouvi-la respirar Mas nunca a vi resmungar Ela tinha um sonho na enfermagem queria se formar Mas como uma típica mulher brasileira Cedo teve que trabalhar para seus filhos poder criar E na casa de família ela foi parar Ela tem olhos de quem não desanima Uma voz serena que parece cantiga E mãos que parecem mãos de quem os seus netos acaricia Enquanto escreve a matéria do dia Ela transborda amor e alegria E uma humildade e gentileza que nos contagia Mas se engana a dona Sandra Quando diz que o sonho era de quando ela era nova Pois pra crescer é só plantar uma semente e regar a planta

⁠Karma Estou presa por correntes banhadas de injustiças Onde se ouve o lamento de uma mãe Intercedendo pelo seu filho
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⁠Karma Estou presa por correntes banhadas de injustiças Onde se ouve o lamento de uma mãe Intercedendo pelo seu filho Enquanto do outro lado Pessoas vazias Engolidas pelo próprio ego E suas mentes doentias Procriando gerações com uma infância sofrida Mais um inocente pagando os pecados dessa Família De 13 ninhada 10 vingaria Mas apenas 1 se salvaria Reflexos como um espelho de quem os criou O sangue que corre em sua veia Foi o mesmo que os envenenou Almas vagando sem direção Alimentando-se e de corpos frescos Como uma enorme teia de aranha Uma armação de fios de seda Capturando suas presas Que ficam totalmente sem defesa

⁠Providência Eu vejo cenas de um video alterado Mudança no cenário
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⁠Providência Eu vejo cenas de um video alterado Mudança no cenário Não importa o pecado Nada justifica a execução O jovem já tinha se rendido Pra que matar o menino Que pediu pra não morrer Olha lá o garoto ensanguentado Colocaram uma arma na mão de Eduardo E fizeram dois disparos para o lado Três polícias acusados pela morte Começaram a ser julgados O que leva um crime confesso e provado Levar dez anos para se resolver? Justiça pelo Eduardo e outras vítimas Que perderam suas vidas Nessa guerra de poder Já fiz até uma reza Pra isso nunca mais acontecer

⁠Triste infância Minha vó faleceu Antes de me vê crescer
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⁠Triste infância Minha vó faleceu Antes de me vê crescer Tanta coisa eu queria e não pude lhe dizer Minha vida seria diferente Se estivesse ao lado dela Uma infância violenta Crescida na favela Uma mãe tão imatura O pai sempre alcoolizado Uma família sem estrutura 8 filhos sem preparo Dai em diante vieram os padrastos... Sempre explorando seus filhos em troca de uns trocados Sustentando viciado A exploração infantil foi legalizado? Mas que diabo Uma infância tão ruim Pq não foi denunciado Investigado Todos sabiam dos abusos Mas preferiram ficarar calados Deixaram aquelas pobres crianças sem amparo

⁠O medo O medo bate a porta Será que da janela
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⁠O medo O medo bate a porta Será que da janela Alguém pode me ouvir? Será que vem um anjo Ou alguém interceder por mim? Na rua escura sobre o céu estrelado Difícil ouvir algo Com meu coração tão acelerado Na ida ou na volta O medo sempre nos escolta Será que pra casa eu vou voltar? Ou mais um caso na TV irá passar? Um dia novo, mas tudo igual Na TV passa O que parece ser normal

⁠Tudo outra vez Da janela do meu quarto vejo o sol nascer E se intristecer com o anoitecer
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⁠Tudo outra vez Da janela do meu quarto vejo o sol nascer E se intristecer com o anoitecer A lua por sua vez é toda pretensiosa Com uma forma deslumbrante Chega sempre a mesma hora Horas se passam E logo amanheceria Dando lugar a um novo dia O galo vai cantar sua linda melodia E vai repetir tudo outra vez